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Adolescentes e o mundo digital são temas de série da TV do MEC

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O Ministério da Educação (MEC) lançou, na segunda-feira, 11 de agosto, Dia do Estudante, a série Adolescentes e o Mundo Digital, no Canal Educação.  Ao longo de quatro episódios, alunos dos anos finais do ensino fundamental e especialistas da área de Educação sobre temas ligados à adolescência e sua relação com o mundo digital debatem os temas: “Tempestade hormonal”; “Oportunidades para o desenvolvimento integral”; “Clima escolar e saúde mental”; e “Masculinidades, comunidade de ódio e mediação nas redes”. O programa da TV do MEC integra uma das ações do governo federal no contexto do Programa Escola das Adolescências e a Estratégia Nacional Escolas Conectadas.  

O primeiro episódio explorou a questão hormonal, as alterações físicas e comportamentais que provocam, com destaque para os processos de maturação da autorregulação e a plasticidade cerebral. Participaram da primeira produção os estudantes do sétimo ano do Centro de Ensino Fundamental 4 de Brasília. Os especialistas convidados foram o representante da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) Alagoas, Ricardo Maciel; a coordenadora Geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias; o professor Ricardo Penido e a psicóloga Flávia Martins. Todos os episódios são mediados pelo jornalista e documentarista Ismael dos Anjos.    

Próximo episódio – No segundo episódio da série, que ocorrerá dia 18 de agosto, o jornalista e documentarista Ismael dos Anjos conversa sobre as oportunidades para o desenvolvimento integral de adolescentes e sobre o excesso de exposição às telas. Ele recebe os alunos da Escola Parque 313/314 Sul de Brasília e os convidados Pilar Lacerda, secretária Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente/MDHC, Pedro Bárbara, gerente de Anos Finais do Ensino Fundamental/RJ, e as coordenadoras do MEC Raquel Franzim e Ana Dal Fabbro. 

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Escola das Adolescências– O Programa Escola das Adolescências, instituído pela Portaria nº 635/2024, é uma estratégia do governo federal de apoio técnico-pedagógico e financeiro para fortalecer os anos finais do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano). Conjugando esforços da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a iniciativa busca construir uma proposta para essa etapa de ensino que: conecte-se com as diversas formas de se viver a adolescência no Brasil; promova um espaço acolhedor; e impulsione a qualidade social da educação, melhorando o acesso, o progresso e o desenvolvimento integral dos estudantes.     

A política inclui produção e divulgação de guias temáticos sobre os anos finais do ensino fundamental, assim como incentiva financeiramente escolas priorizadas, segundo critérios socioeconômicos e étnico-raciais. Além disso, encoraja maior conexão com as características dos anos finais, para apoiar a construção de trajetórias de sucesso escolar. Suas estratégias se dividem em três eixos: governança; organização curricular e pedagógica; e desenvolvimento profissional.     

Escola das AdolescênciasO Programa Escola das Adolescências, instituído pela Portaria nº 635/2024, é uma estratégia do governo federal de apoio técnico-pedagógico e financeiro para fortalecer os anos finais do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano). Conjugando esforços da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a iniciativa busca construir uma proposta para essa etapa de ensino que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil; promova um espaço acolhedor; e impulsione a qualidade social da educação, melhorando o acesso, o progresso e o desenvolvimento integral dos estudantes.   

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A política inclui a produção e a divulgação de guias temáticos sobre os anos finais do ensino fundamental, bem como incentivo financeiro a escolas priorizadas segundo critérios socioeconômicos e étnico-raciais. Além disso, encoraja maior conexão com as características dos anos finais, promovendo a construção de trajetórias de sucesso escolar. Suas estratégias se dividem em três eixos: governança; organização curricular e pedagógica; e desenvolvimento profissional.   

 Serviço 

Série Adolescentes e o Mundo Digital 

Episódios inéditos: Toda as segundas-feiras, às 18h30 (horário de Brasília)
Reprises: Segundas, às 12h, 17h15 e 23h30;
Terças às 3h30, 10h45 e 20h30;
Quartas: às 12h e 17h15;
Sábados às 10h; e
Domingos às 14h.
Onde assistir:sintonizando na TV, pelo Canal Educação no YouTube ou pelo canal do MEC no YouTube     

  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Canal Educação    

Fonte: Ministério da Educação

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Luiz Marinho defende em SP redução de jornada para 40 horas semanais com dois dias de folga remunerados

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defendeu nesta quinta-feira (14), em São Paulo, a aprovação da proposta que estabelece a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, com dois dias de descanso remunerado. A declaração foi feita durante audiência pública da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que debate, nos estados, a PEC 221/2019, voltada ao fim da escala 6×1 no Brasil. “É isso que a PEC precisa definir, o restante deve ser definido por negociação coletiva, na convenção coletiva de cada categoria. Essa discussão da regulamentação deve ser construída entre trabalhadores e empregadores, respeitando especificidades de cada setor”, defendeu Marinho.

Segundo o ministro, a mudança para a escala 5×2 vai gerar mais produtividade, redução do absenteísmo e melhora no ambiente de trabalho. “Já poderíamos estar trabalhando há muitos anos com jornada de 40 horas semanais. A maioria dos países já não utilizam mais a jornada de 44 horas”, afirmou.

Sobre a compensação pedida por algumas frentes do setor produtivo, que desejam desonerações para compensar a redução da jornada, o ministro ressaltou que isso não vai ocorrer. “O fim da escala 6×1 será compensada pelo ganho no ambiente do trabalho, pelo ganho de melhoria da qualidade e da produtividade. Ao reduzir a jornada, se elimina o absenteísmo, evita acidentes e doenças”.

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As audiências nos estados da Comissão Especial que discute a PEC 221/2019 continuam por todo o mês de maio, com votação do relatório previsto para o dia 26 de maio.

Ao fim da audiência, o ministro prestigiou o encontro nacional da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), que acontece em São Paulo até o dia 16 de maio e reúne sindicalistas de todo o país para debater temas como negociação coletiva, os desafios dos sindicatos, o uso da inteligência artificial e a LGPD no movimento sindical, além da aplicação da norma da NR-1.

Aos participantes, Luiz Marinho destacou a importância da pressão da classe trabalhadora para que medidas como a redução de jornada, fim da escala 6×1 e regulamentação de trabalhadores por aplicativos sejam aprovadas no Congresso Nacional.

“A classe trabalhadora passou por uma reforma trabalhista traumatizante nos governos anteriores e para aprovar mudanças que beneficiem a categoria agora, tem de pressionar o Parlamento, senão elas não saem. Foi assim para a inserção de quem ganha até R$ 5 mil reais por mês no imposto de renda, ganho real no salário mínimo e várias outras conquistas. Hà um clamor do povo trabalhador brasileiro, em especial das mulheres e da juventude, que quer ter mais tempo para a família, cuidar dos filhos. Muitas empresas estão com dificuldade de preencher as vagas quando se fala que a escala é 6×1″, defendeu. “Algumas empresas resolveram antecipar a redução, implantando a escala 5×2, e o resultado é que eles zeraram as faltas, melhoraram a produtividade, o qualidade do seu serviço. O Brasil pode e deve sim cuidar melhor da saúde mental e física dos seus trabalhadores”, complementou.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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