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Alckmin destaca apoio da NIB à agroindústria no anúncio da safra recorde de grãos
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O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, destacou as medidas do governo federal para o fortalecimento tecnológico da agricultura brasileira, durante o anúncio, nesta quinta-feira (11/9), do recorde da safra de grãos no país, que alcançou 350,2 milhões de toneladas no período de 2024/25.
Alckmin lembrou que a agroindústria está entre as Missões da Nova Indústria Brasil e citou ainda outros programas de apoio à inovação e à aquisição de máquinas, como as linhas de crédito para bens de capital (BK) de R$ 12 bilhões, lançadas no mês passado pelo BNDES e pela Finep.
“Trabalho duro, competência, tecnologia e política pública correta trazem resultados”, afirmou. “A Nova Indústria Brasil tem seis missões, e a primeira delas é a agroindústria. Se nós somos campeões do agro, vamos agregar valor”.
Dados do painel do Plano Mais Produção (P+P) mostram que os financiamentos destinados à Missão 1- Agroindústria já somam R$ 110 bilhões, totalizando até aqui mais de 160 mil projetos apoiados pelos bancos e instituições públicas que participam da NIB (BNDES, Banco do Brasil, Caixa, BNB, Basa, Finep e Embrapii).
Resultados
O anúncio da safra recorde ocorreu durante o 12º Levantamento da Safra de Grãos 2024/2025, na Conab, e contou também com as participações do ministro da Agricultura e da Pecuária, Carlos Fávaro, do ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, e do presidente da Conab, Edegar Pretto.
De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o resultado da safra 2024/2025 supera em 16,3% o ciclo anterior, com incremento de 49,1 milhões de toneladas. Soja, milho, arroz e algodão foram os principais motores desse avanço, responsáveis por cerca de 47 milhões de toneladas adicionais.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino
O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.
Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade.
O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.
As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.
Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:
|
Secretarias municipais |
2024 |
2026 |
|
Índices |
Brasil |
Brasil |
|
Geral |
26,6 |
34,7 |
|
Institucionalização |
38,7 |
55,8 |
|
Formação |
20,4 |
28,7 |
|
Gestão |
26,0 |
27,0 |
|
Material Didático |
31,1 |
34,2 |
|
Financiamento |
20,6 |
39,9 |
|
Avaliação e Monitoramento |
45,0 |
60,2 |
Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).
Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.
As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.
Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação



