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Apoiado pelo Ministério do Turismo, Parárraiá 2025 é aberto com shows gratuitos e grandes atrações
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Um festival para celebrar São João. A segunda edição do Parárraiá, um dos maiores eventos juninos da Amazônia, foi iniciada na noite desta quinta-feira (12.06), com um grande público presente ao estacionamento do Estádio Mangueirão, em Belém (PA) – e que não arredou pé nem mesmo na chuva. O ministro do Turismo, Celso Sabino, participou da abertura do evento, ao lado do governador do Pará, Helder Barbalho, e do ministro das Cidades, Jader Filho, além de prefeitos e autoridades de várias regiões do estado.
A primeira noite do festival, que tem entrada gratuita, reuniu milhares de pessoas para ver grandes nomes da música brasileira, como Gusttavo Lima, Manu Bahtidão, Erick Land, Os Caras do Arrocha e a aparelhagem Carabao. O evento é fruto de uma articulação do Ministério do Turismo, que, desde a primeira edição, vem apoiando institucionalmente a iniciativa do Governo do Pará, patrocinando as principais atrações nacionais.
O ministro Celso Sabino apontou o impacto positivo do Parárraiá no turismo cultural da região. “Esse momento é muito especial. É espaço de promoção de cultura e lazer, mas também de impulsionamento do turismo, recebendo muitos visitantes de todo o Brasil e movimentando uma rede de serviços que gera empregos, renda e projeção de Belém como destino turístico em um dos períodos mais simbólicos da cultura nordestina e amazônica”, afirmou.
Com estrutura ampliada em relação à edição de 2024, o evento deste ano aposta na diversidade de ritmos e na valorização de artistas locais e nacionais. O festival também beneficia diretamente a economia criativa de Belém. “O nosso objetivo é fazer com que Belém seja cada vez mais reconhecida no calendário nacional das festas juninas, aproveitando essa tradição para mostrar ao Brasil e ao mundo o que temos de melhor em cultura, música e gastronomia”, completou Sabino.
Além dos shows, a programação do Parárraiá conta com atividades culturais realizadas no entorno do espaço, a exemplo de feiras de artesanato e comidas típicas que celebram a identidade paraense. Com reforço institucional e o prestígio de grandes artistas, o evento, que ainda tem três noites pela frente, promete reafirmar o potencial turístico da capital paraense, fortalecendo a imagem do estado como um polo de importantes realizações.
PROGRAMAÇÃO – A segunda noite do Parárraiá, nesta sexta-feira (13.06), terá no palco Chitãozinho & Xororó, Xand Avião, Felipe Amorim e Viviane Batidão. No sábado se apresentam Wesley Safadão, Léo Foguete, Jonas Esticado e a aparelhagem Lendário Rubi. E no domingo, encerrando o festival, o público vai vibrar com os shows de Nattan, Pablo, Mari Fernandez e Joelma.
Por Cléo Soares
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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Alunos nota mil inspiram preparação para a redação do Enem 2026
De Fortaleza (CE), Carlos Eduardo Gomes transformou a conquista da nota mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em oportunidade e orientação a outros estudantes. De Virginópolis (MG), Samille Leão reservava tempo para responder simulados e reproduzir, em casa, as condições do dia da prova. De Jaguaribe (CE), Elivandro Rodrigues, professor, participa do exame anualmente para compreender melhor os desafios enfrentados por seus alunos. Três trajetórias que podem inspirar quem se prepara para o Enem 2026.
Esses caminhos se encontram na nova edição da cartilha “A Redação do Enem 2026 – Cartilha do Participante”, recém-divulgada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação (MEC). O material explica os critérios de avaliação e apresenta redações de participantes da edição anterior, acompanhadas de comentários pedagógicos.
Para Carlos Eduardo, o apoio da família foi decisivo na trajetória até a universidade e na realização do sonho de cursar medicina. “Sempre acreditaram muito em meu potencial de conseguir chegar em uma universidade, de cursar medicina, que sempre foi meu sonho”, conta, ao falar dos avós e das tias.
A conquista também ampliou o alcance de um projeto de mentoria de redação que Carlos já desenvolvia. Assim, ele passou a atuar na preparação de quase uma centena de estudantes a partir de seu próprio projeto e a integrar uma iniciativa da Secretaria de Educação voltada a alunos do oitavo e do nono ano. “Antes, eu buscava me inspirar em outras histórias, outras trajetórias. E saber que hoje eu sou uma dessas inspirações é uma grande realização para mim”, afirma.
Na preparação de Samille, estudante de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), os simulados tinham lugar na rotina, inclusive durante feriados e encontros de família. “Eu simulava como se fosse o dia do Enem”, lembra. Para manter a concentração, ela pedia que ninguém entrasse em seu quarto enquanto fazia a prova.
Ao recordar o caminho até a nota máxima, Samille destaca a dedicação e a importância das relações pessoais durante os estudos. “O que eu gostaria que as pessoas lembrassem. quando elas conhecessem minha história. é que é possível, sim, realizar nossos sonhos com dedicação e paciência”, diz.
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Elivandro Rodrigues encontrou no próprio exame uma forma de aprimorar o trabalho em sala de aula. A inspiração veio de uma professora de física que fazia o Enem todos os anos para orientar melhor os estudantes. “Meu propósito não é simplesmente tirar nota mil. Eu quero ajudar meus alunos”, explica. Para ele, analisar os próprios erros também ajuda a identificar dificuldades e a preparar os alunos para a prova.
A nota máxima trouxe reconhecimento ao professor e abriu caminho para a criação de um espaço presencial de ensino em sua cidade. “Isso me abriu uma porta aqui na cidade para ter um local presencial, ter um reforço, ter um curso de redação”, relata.
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As experiências dos três mostram como a prática, o apoio de outras pessoas e a reflexão sobre a aprendizagem podem fazer parte da preparação para a escrita.
Cartilha – A relação entre conhecimento e argumentação recebe atenção especial na nova cartilha do MEC. O documento alerta para o uso do chamado “repertório de bolso”, ou seja, referências memorizadas e empregadas de forma genérica, sem conexão efetiva com a discussão. De acordo com a cartilha, inserir uma citação de maneira automática ou forçada pode prejudicar a compreensão da proposta e a aplicação de conhecimentos ao tema.
A orientação da cartilha é selecionar referências pertinentes e explicar como elas contribuem para o argumento. Livros, filmes, acontecimentos históricos e outros conhecimentos construídos ao longo da formação podem ser utilizados, desde que façam sentido no texto.
Além disso, também há a recomendação de leitura cuidadosa da proposta e dos textos motivadores antes de definir o posicionamento que será defendido.
Para ajudar os participantes a compreender essas exigências, o material detalha as cinco competências avaliadas: domínio da escrita formal da língua portuguesa; compreensão do tema e da estrutura dissertativo-argumentativa; organização de informações e argumentos; uso dos recursos linguísticos que conectam as ideias; e elaboração de uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Cada competência pode receber até 200 pontos.
Na cartilha, há uma seleção com redações de estudantes das cinco regiões do país que obtiveram boas notas no Enem 2025. Os comentários apontam como cada participante desenvolveu o tema, articulou o repertório e apresentou sua proposta de intervenção, oferecendo referências para a revisão e o aprimoramento da própria escrita.
Também foram disponibilizadas versões com orientações específicas para participantes com dislexia, com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e para participantes surdos ou com deficiência auditiva.
Assessoria de Comunicação Social do MEC
Fonte: Ministério da Educação



