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Brasil e Chile discutem ações para ampliar fluxo de turistas

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O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, se reuniu com a subsecretária de Turismo do Chile, Maria Paz Lagos Valdivieso, nesta terça-feira (14), visando fortalecer a cooperação entre os dois países no setor.

O encontro aconteceu durante o primeiro dia da WTM Latin America 2026, considerado o principal evento da indústria de viagens na América Latina, que está sendo realizado no Expo Center Norte, em São Paulo.

Na pauta, a ampliação do fluxo turístico e a criação de roteiros integrados que permitam atrair visitantes internacionais para conhecer Brasil e Chile em uma mesma viagem. A proposta foi bem recebida pela representante chilena.

Feliciano destacou o peso do turismo na economia brasileira, responsável por cerca de 7% do PIB. “Somos o quinto setor que mais emprega no Brasil. É uma forma de inclusão social muito grande. Empregamos do rico ao pobre, e o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, sabe da importância do turismo para a economia Brasileira”, afirmou.

O ministro também defendeu o crescimento sustentável do setor e apresentou o Fundo Geral do Turismo (Fungetur), uma linha de crédito do Ministério do Turismo, destinada a financiar empreendimentos turísticos com juros reduzidos e longos prazos.

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Já Maria Paz Lagos ressaltou que o turismo também é estratégico para o Chile e apontou como desafio comum o fortalecimento do setor internamente.

A reunião abordou ainda o uso de inteligência artificial na promoção de destinos e a necessidade de ampliar a conectividade entre os países.

Gustavo Feliciano também destacou a importância de diversificar a imagem do Brasil no exterior, citando atrações de natureza e nichos como o turismo de observação de aves, por exemplo.

No campo cultural, o ministro convidou a subsecretária a conhecer as festas juninas brasileiras, ressaltando a força do evento, especialmente no Nordeste.

Por Zeca Moreira
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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MEC fará seminário sobre política de educação superior

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Com o intuito de construir diretrizes para a formulação da Política Nacional de Educação Superior (Pneds), o Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Superior (Sesu), promoverá o Seminário Pneds, com o tema “Educação Superior como Política de Estado: fundamentos, objetivos e compromissos institucionais”. O objetivo é escutar especialistas e a sociedade para a elaboração da política, com ênfase na diversidade, equidade e inclusão. O encontro ocorrerá na sexta-feira, 17 de abril, das 8h às 13h (horário de Brasília), no Plenário do Conselho Nacional de Educação (CNE), em Brasília (DF). 

Estão confirmadas as presenças do secretário de Educação Superior, Marcus David; da secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão, Zara Figueiredo; da diretora de Desenvolvimento Acadêmico da Sesu, Lucia Pellanda; e do diretor de Políticas de Acesso à Educação Superior, Adilson Carvalho. A mediação será feita pelo coordenador-geral de Políticas Estudantis da Sesu, Artur Araujo. 

O evento contará também com a presença de estudantes, docentes e técnicos-administrativos, gestores de instituições de educação superior, pesquisadores, especialistas, representantes de movimentos sociais, da sociedade civil e de órgãos governamentais e de participação social. O seminário integra uma série de atividades de escuta, com participação social, que estão acontecendo desde agosto de 2025, visando à formulação da política. 

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A programação conta com as palestras “Educação Superior Indígena: diversidade sociocultural e políticas educacionais” e “Povos Quilombolas e Educação Superior: reconhecimento, inclusão e justiça educacional”. Essa última discutirá a educação superior a partir do reconhecimento dos direitos dos povos quilombolas, da valorização de seus saberes tradicionais e epistemologias próprias, da necessidade de revisão curricular, incluindo disciplinas obrigatórias, metodologias inclusivas e estratégias institucionais para o enfrentamento da reprovação, evasão e abandono.  

Outra palestra será “Relações Étnico-Raciais e Educação Superior: desafios e perspectivas institucionais”. Nela, será analisada a educação das relações étnico-raciais na educação superior, com ênfase na incorporação de epistemologias negras nos currículos, na obrigatoriedade de disciplinas específicas e no enfrentamento de práticas acadêmicas excludentes que naturalizam a reprovação e aprofundam desigualdades, especialmente para estudantes cotistas e negros. 

A programação inclui, ainda, a palestra “Pessoas com Deficiência na Educação Superior: acessibilidade, inclusão e responsabilidade institucional”, que abordará a inclusão de pessoas com deficiência na educação superior, com foco na acessibilidade, revisão de práticas avaliativas, metodologias de ensino inclusivas e superação da cultura acadêmica que associa qualidade à exclusão, com responsabilização institucional pelos resultados acadêmicos e pelo sucesso estudantil.  

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu

Fonte: Ministério da Educação

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