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Brasil e Espanha reforçam cooperação bilateral na área do Trabalho e Emprego

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participou nesta segunda-feira (26) em Brasília de um almoço de trabalho com a embaixadora espanhola, Mar Fernández-Palacios, para discutir uma série de iniciativas entre o governo brasileiro e espanhol voltadas ao fortalecimento da cooperação bilateral entre os dois países na área do Trabalho e Emprego.

No encontro foram discutidos o intercâmbio de experiências sobre políticas públicas, a promoção do diálogo social e vários outros assuntos que envolvem o tema nos dois países, como a Previdência Social, Trabalho por meio de Aplicativos, Trabalho Doméstico, Inteligência Artificial, entre outros temas de interesse comum.

Participaram das discussões a diplomata Maria Elisa Rabello Maia, da Assessoria Especial de Assuntos Internacionais do MTE, e o assessor especial do ministro, Raimundo Silva, em companhia do ministro conselheiro do governo espanhol, Juan José Escobar Stemmann, e do conselheiro para Trabalho, Migrações e Seguridade Social Espanhol, Carlo del Canto de la Fuente.

Já na semana passada, na sede do BNDES, no Rio de Janeiro (RJ), o secretário de Relações do Trabalho do MTE, Marcos Perioto, e a subsecretária de Estatísticas e Estudos do Trabalho, Paula Montagner, lideraram um grupo de trabalho numa reunião bilateral com o secretário do Trabalho do Ministério do Trabalho e Economia Social da Espanha, Joaquín Pérez Rey para discutir temas comuns dos dois países na área trabalho.

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As delegações trocaram informações sobre as principais ações desenvolvidas por cada ministério em seu país e discutiram formas de ampliar a cooperação técnica nessa área. A experiência espanhola em temas como diálogo social, negociações coletivas e regulação do trabalho em plataformas digitais foi um dos destaques da reunião. Pérez Rey também apresentou detalhes sobre um projeto de lei que propõe a redução da jornada de trabalho na Espanha, atualmente em tramitação no parlamento do país. Representantes das centrais sindicais brasileiras acompanharam o encontro de forma presencial e por videoconferência.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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MEC lança guia sobre declaração étnico-racial no Censo Escolar

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O Ministério da Educação (MEC) lançou, nesta segunda-feira, 18 de maio, o Guia para Declaração Étnico-Racial para as Redes de Ensino. O material faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e busca apoiar as secretarias de educação estaduais, distrital e municipais na implementação de ações sistemáticas voltadas à autodeclaração racial de estudantes para registros do Censo Escolar. 

O material faz parte de uma série de esforços do MEC, como ações de formação, sensibilização, monitoramento e gestão da informação, que resultaram em um aumento expressivo na declaração de escolas públicas registrada no último Censo Escolar: de 76%, em 2023, para 90,1%, em 2025.  

A declaração correta qualifica os registros étnico-raciais das matrículas, facilitando o planejamento, a execução e a avaliação de políticas públicas efetivas de promoção da equidade educacional. Além disso, colabora para o processo formativo da comunidade escolar na discussão de questões de raça e inclusão. 

Cabe às secretarias de educação liderarem o esforço de qualificação dos registros raciais e étnicos, mas o Guia oferece orientações práticas para que esse trabalho seja realizado de forma sistemática, ética e comprometida com a equidade racial. 

Pneerq – A Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), criada pela Portaria nº 470/2024, objetiva implementar ações e programas educacionais voltados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nos ambientes de ensino, bem como à promoção da política educacional para a população quilombola.  

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São compromissos dessa política: estruturar um sistema de metas e monitoramento; assegurar a implementação do art. 26-A da Lei nº 9.394/1996; formar profissionais da educação para gestão e docência no âmbito da educação para relações étnico-raciais (Erer) e da educação escolar quilombola (EEQ); induzir a construção de capacidades institucionais para a condução das políticas de Erer e EEQ nos entes federados; reconhecer avanços institucionais de práticas educacionais antirracistas; contribuir para a superação das desigualdades étnico-raciais na educação brasileira; consolidar a modalidade educação escolar quilombola, com implementação das Diretrizes Nacionais; e implementar protocolos de identificação e resposta ao racismo nas escolas (públicas e privadas). 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)

Fonte: Ministério da Educação

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