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Brasil participa do XXVI Congresso Interamericano de Ministros e Altas Autoridades de Turismo

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O secretário executivo adjunto do Ministério do Turismo (MTur), Sandro Serpa, representou o Brasil no XXVI Congresso Interamericano de Ministros e Altas Autoridades de Turismo, realizado nesta sexta-feira (04.04), em Washington, nos Estados Unidos, pela Organização dos Estados Americanos (OEA). O fórum reuniu autoridades e especialistas do setor para debater estratégias de fortalecimento do turismo nas Américas, com ênfase na valorização dos patrimônios históricos, culturais e naturais da região.

Durante o evento, o dirigente do MTur destacou o compromisso do país com um turismo diversificado, inclusivo e sustentável, ressaltando ações como o apoio ao afroturismo e a iniciativas de valorização da cultura nacional. “O Brasil possui um vasto patrimônio histórico e natural, que nos coloca em posição de destaque no cenário turístico global. Estamos comprometidos em promover um turismo responsável e sustentável, que valorize nossas riquezas culturais e gere desenvolvimento para as comunidades locais”, afirmou Serpa.

Na ocasião, Serpa entregou ao embaixador Gonzalo Koncke, chefe de gabinete do secretário-geral da OEA, o convite oficial para a participação da entidade no 2º Encontro de Turismo Responsável, que ocorrerá de 03 a 05 de junho em Foz do Iguaçu (PR). A iniciativa do Grupo de Ação Regional das Américas (GARA) é voltada ao compartilhamento de boas práticas e ao incentivo do turismo sustentável no continente.

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EVENTO – Considerado o principal fórum hemisférico para o diálogo sobre o setor turístico, o Congresso Interamericano de Ministros e Altas Autoridades de Turismo promove o intercâmbio de políticas públicas e experiências de desenvolvimento sustentável do setor. O evento reforça a cooperação entre países das Américas, baseada na inovação, no crescimento econômico e no fortalecimento do papel estratégico do turismo como motor de inclusão social.

Por Lívia Albernaz

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Dia Internacional de Combate à Pirataria alerta para relação entre mercados ilícitos e crime organizado

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Brasília, 10/6/2026 – O Dia Internacional de Combate à Pirataria, celebrado em 10 de junho, chama atenção para os impactos da comercialização de produtos falsificados, do contrabando e de outras práticas ilegais que violam a propriedade intelectual.

A pirataria movimenta recursos que podem financiar organizações criminosas envolvidas em atividades como contrabando, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e outros delitos. Por isso, a compra de produtos falsificados não é uma prática sem consequências e pode contribuir para a manutenção de redes ilícitas que atuam fora dos mecanismos de controle do Estado.

Além dos impactos econômicos, produtos falsificados podem representar riscos à saúde e à segurança dos consumidores. Como não passam por processos regulares de fiscalização e controle de qualidade, esses itens podem apresentar falhas de fabricação, composição inadequada e descumprimento de requisitos técnicos exigidos pela legislação. Medicamentos, cosméticos, bebidas, eletrônicos, peças automotivas, roupas e acessórios estão entre os produtos frequentemente alvo de falsificação.

No Brasil, as ações de enfrentamento à pirataria são coordenadas pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria e aos Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O Conselho atua na articulação entre órgãos públicos e entidades da sociedade civil para fortalecer ações de fiscalização, prevenção, capacitação e conscientização.

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As iniciativas integram a Política Nacional de Combate à Pirataria (PNCP), que reúne ações voltadas à proteção da propriedade intelectual, ao enfrentamento dos mercados ilícitos e ao fortalecimento da cooperação entre os setores público e privado.

A orientação aos consumidores é comprar produtos em estabelecimentos regulares, verificar a procedência das mercadorias, exigir nota fiscal e desconfiar de preços incompatíveis com os praticados no mercado. Denúncias sobre a comercialização de produtos falsificados também auxiliam o trabalho dos órgãos responsáveis pela fiscalização e repressão dessas práticas.

O combate à pirataria depende da atuação coordenada do poder público, do setor produtivo e da sociedade. A conscientização dos consumidores contribui para reduzir a circulação de produtos ilegais, fortalecer a economia formal e dificultar o financiamento de atividades criminosas.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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