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Brasil reforça compromisso internacional contra exploração laboral em evento da ONU

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Nesta sexta-feira (12), data em que se celebra o Dia da ONU para a Cooperação Sul-Sul, o Secretariado da Aliança 8.7 divulgou, na sede das Nações Unidas em Nova Iorque, manifestação encaminhada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), sobre a contribuição do Brasil nas ações do Sul Global contra todas as formas de exploração laboral.

Durante o evento, foi exibido um vídeo com a manifestação do chefe da Divisão de Assuntos Internacionais da SIT, Guilherme Candemil, gravada por ocasião da 19ª reunião do Grupo de Coordenação Global da Aliança 8.7, realizada em Turim, em dezembro de 2024.

Candemil destacou que o Brasil compartilhará sua experiência com outros países que enfrentam desafios semelhantes, buscando construir soluções conjuntas. Ele mencionou a participação do país na Iniciativa Southern Routes para a América Latina e o Caribe, que tem como meta libertar crianças do trabalho infantil. Também ressaltou o projeto sobre o algodão e trabalho decente, desenvolvido em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), que traz uma abordagem inovadora. “O objetivo principal é promover o trabalho decente na cadeia de suprimentos do algodão”, afirmou.

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Brasil e a Aliança 8.7

Criada em 2017, a Aliança 8.7 reúne governos, organismos internacionais, setor privado e sociedade civil para promover ações coordenadas e inovadoras em prol do trabalho decente.

Desde 2024, o Brasil é reconhecido como País Pioneiro na Aliança 8.7, título que representa a liderança do país no desenvolvimento de políticas públicas eficazes, na integração entre diferentes esferas de governo e no fortalecimento do diálogo social.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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GT reúne setor produtivo para debater competitividade e melhoria do ambiente de negócios

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Mais de 100 representantes do setor produtivo, entidades e sociedade participaram, na quarta-feira (16/9), de reunião para apresentação dos avanços da Agenda para a Redução do Custo Brasil. Uma das novidades anunciadas foi a mudança do nome para Agenda Brasil Mais Competitivo, em norma a ser publicada.

Pela primeira vez desde a instituição do Grupo de Trabalho, a reunião foi aberta à participação do setor produtivo, de entidades representativas e da sociedade em geral. A iniciativa foi promovida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI) e pela Secretaria de Competitividade e Política Regulatória (SCPR) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Durante o encontro, representantes dos ministérios responsáveis pelos setores de energia e transportes apresentaram a evolução de políticas e iniciativas relacionadas ao ciclo 2023-2025 e os principais avanços em medidas com potencial de impacto sobre o ambiente de negócios e a competitividade.

Energia, gás e logística em debate

A programação da reunião incluiu apresentações de representantes dos Ministérios de Portos e Aeroportos, dos Transportes e de Minas e Energia.

O Ministério de Portos e Aeroportos apresentou a Política Nacional Setorial de Identificação Biométrica. Na sequência, o Ministério dos Transportes apresentou o Plano Nacional de Logística 2050. Pelo Ministério de Minas e Energia (MME), o Departamento de Gás Natural apresentou as ações do governo federal no mercado de gás natural e sua importância para a melhoria da competitividade no Brasil.

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Também foram apresentadas iniciativas relacionadas ao setor de energia elétrica, com destaque para medidas voltadas à melhoria do sinal de preços, incluindo a Consulta Pública MME nº 218/2026, a regulamentação do curtailment e a regulamentação do Encargo de Reserva de Capacidade (Ercap), de modo a considerar o perfil de carga.

Setor produtivo participa do debate

Após as explanações foi aberto espaço para manifestações dos participantes, ampliando o diálogo entre governo, setor produtivo e entidades representativas. As manifestações destacaram gargalos, especialmente quanto a celeridade nos processos de prestação de serviços públicos, de modo a reduzir entraves que impactam diretamente a atividade produtiva.

Nova Agenda

A Agenda Brasil Mais Competitivo foi apresentada como resultado do trabalho desenvolvido nos últimos anos, especialmente na seleção das propostas que integram a carteira. Dentro do processo foram identificadas melhorias e aprimoramentos regulatórios a fim de enfrentar entraves concretos ao ambiente de negócios e que possam contribuir para o aumento da competitividade da economia brasileira.

A construção da nova carteira se deu por meio de consulta pública que contabilizou mais de 270 contribuições, resultando em novas propostas prioritárias, que se somam aos projetos remanescentes do ciclo anterior e devem ser implementadas ao longo do próximo período.

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Assim, a nova Agenda está na etapa de desenho e validação, em conjunto com os ministérios setoriais, dos planos de ação de cada projeto da carteira.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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