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Brasileiros estão cada vez mais atentos à sustentabilidade em viagens, aponta pesquisa

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O turista brasileiro está cada vez mais atento ao impacto ambiental de suas escolhas ao viajar. É o que indica o 10º Relatório de Viagens e Sustentabilidade da plataforma Booking.com, divulgado em maio. Segundo o levantamento, 98% dos consultados expressam o desejo de adotar práticas mais sustentáveis ao fazer turismo — um salto significativo na comparação com 2016, quando apenas 56% tinham essa preocupação.

A pesquisa ouviu, no total, 32 mil pessoas em 34 países, incluindo mil entrevistados no Brasil. Os dados revelam mudanças relevantes no comportamento dos viajantes ao longo da última década, especialmente a adoção de práticas voltadas à redução de resíduos e ao uso consciente de energia.

Entre as principais ações que os brasileiros pretendem incorporar nas próximas viagens estão evitar o desperdício (57%), reduzir o impacto sobre a vida selvagem (57%) e consumir menos energia (54%). Além de proteger o meio ambiente, as iniciativas contribuem para o fortalecimento de economias locais e valorizam as comunidades que recebem os visitantes.

SUSTENTABILIDADE – O Ministério do Turismo apoia e estimula ações que promovam o desenvolvimento sustentável do setor, reconhecendo o papel do viajante consciente na construção de um turismo mais responsável e inclusivo. O Plano Nacional de Turismo (PNT) 2024-2027, lançado ano passado, busca reforçar o protagonismo do ramo na sustentabilidade e fazer do segmento um grande vetor de desenvolvimento econômico e de geração de emprego e renda.

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Os princípios estabelecidos para a implementação do PNT são cooperação e regionalização, desenvolvimento e inserção produtiva de pessoas, sustentabilidade, inovação e transformação digital, além da democratização do acesso ao turismo. Como visão para 2027, o Plano se propõe a posicionar o Brasil como “destino incomparável, seguro, inclusivo, sustentável, inovador e referência em experiências únicas e memoráveis”.

Por Júlia de Aguiar
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino

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O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.  

Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade. 

O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.   

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As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.  

Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:  

Secretarias municipais 

2024 

2026 

Índices 

Brasil 

Brasil 

Geral 

26,6 

34,7 

Institucionalização 

38,7 

55,8 

Formação 

20,4 

28,7 

Gestão 

26,0 

27,0 

Material Didático 

31,1 

34,2 

Financiamento 

20,6 

39,9 

Avaliação e Monitoramento 

45,0 

60,2 

Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).  

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

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As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.  

Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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