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Supernova divulga vencedores de ideação de negócios inovadores

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Os cinco melhores projetos apresentados no Supernova, resultado de uma parceria entre o Ministério da Educação (MEC) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), foram divulgados nesta segunda-feira, 26 de janeiro. Os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia foram destaque na premiação. A iniciativa buscou sensibilizar e capacitar estudantes de cursos técnicos e superiores de instituições públicas e privadas de ensino de todo o país para a ideação de negócios inovadores, com foco na resolução de demandas sociais, tecnológicas e de mercado. Como prêmio, os vencedores participarão, ainda neste primeiro semestre, de uma missão técnica em um hub de inovação e tecnologia. 

Confira a lista dos vencedores: 

Região Norte: Equipe Lótus – Instituto Federal do Pará (IFPA) 

Região Nordeste: Equipe SyncCore – Instituto Federal do Piauí (IFPI Campus Picos) 

Região Centro-Oeste: Equipe AGANI – Soluções fotônicas – Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) 

Região Sudeste: Equipe Fungi Factory – Instituto Federal de São Paulo (IFSP) 

Região Sul: Equipe Eusablyers – Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) 

Ambiente de inovação: Instituto Federal de São Paulo (IFSP), vencedor como destaque de equipes concluintes na iniciativa 

A trilha de capacitação do Supernova contou com mais de 3 mil inscritos e mais de 1.100 equipes formadas em todo o país. O Supernova é alinhado ao Programa Nacional Educação que Transforma e ao Programa Nacional Impulso Tecnológico, do Sebrae. Nos próximos três anos, o programa prevê a participação de 1 milhão de estudantes e a ideação de 50 mil novos negócios que devem continuar recebendo suporte e orientação do Sebrae em programas voltados para aceleração de negócios.  

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“Ao estimular a criação e o desenvolvimento de novas ideias dentro de um ecossistema colaborativo, integrando ensino, pesquisa, extensão e inovação, estamos contribuindo com a formação dos nossos estudantes”, afirmou o secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marcelo Bregagnoli. O secretário também destacou o papel dos Ambientes Promotores de Inovação, que oferecem suporte e estímulo para que estudantes e servidores possam desenvolver suas ideias e transformá-las em soluções concretas. 

“O Supernova contribui para o processo mais importante para o Brasil, que é a inclusão educativa. O Sebrae atua para abrir as portas para a educação. O que está acontecendo é uma possibilidade da construção de um processo, que pode se tornar paradigma para todo o país”, disse o presidente do Sebrae, Décio Lima. 

“A experiência agrega valor à trajetória profissional de jovens que concluem o curso técnico ou a graduação. Mais do que oferecer a possibilidade de empreender formalmente, o destaque está no conhecimento adquirido e nas competências desenvolvidas, que permitem aos participantes construir seus próprios projetos de vida com protagonismo, e este impacto reverbera positivamente em toda a sociedade”, completou o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick. 

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Supernova – Com formato híbrido, tanto presencial quanto a distância, a iniciativa oferta, gratuitamente, uma trilha de capacitação que inclui conteúdos relacionados ao desenvolvimento de competências empreendedoras, validação de negócios, marketing, construção de MVP, vendas, sustentabilidade financeira, construção e apresentação de pitch, além de mentorias. Ao fim, as equipes entregam um modelo de negócios e um vídeo pitch

A metodologia da trilha de capacitação está estruturada de forma a promover o protagonismo dos estudantes, articulando o desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais e integrando a formação acadêmica à prática empreendedora. 

Assessoria de Comunicação do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e do Sebrae 

Fonte: Ministério da Educação

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Ministro Wellington Lima apresenta ações do MJSP à Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado na Câmara dos Deputados

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Brasília, 9/6/2026 – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, participou, nesta terça-feira (9), de audiência na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados para apresentar iniciativas da pasta e responder a questionamentos de parlamentares sobre segurança pública.

A audiência contou com a presença de outros integrantes da gestão do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), entre os quais o secretário nacional de Segurança Pública (Senasp), Chico Lucas; o secretário nacional de Assuntos Legislativos, Paulo Modesto; o secretário nacional de Direitos Digitais, Victor Oliveira Fernandes; a secretária nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos, Marta Machado; e o secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia.

Na reunião, o ministro mencionou a atuação integrada entre União, estados, municípios, Poder Judiciário, Ministério Público (MP) e forças de segurança para o enfrentamento da criminalidade organizada.

Segundo Wellington Lima, a formulação de políticas públicas eficazes depende da cooperação institucional e do diálogo permanente com as Casas Legislativas. “Não há segurança pública sem o Congresso Nacional. A construção de políticas públicas eficazes exige diálogo permanente com o Parlamento, com o Judiciário, com o Ministério Público e com os profissionais que estão na ponta do sistema de segurança”, afirmou.

Entre os temas abordados estiveram as estratégias de combate ao crime organizado, as ações de fortalecimento do sistema prisional, as medidas de combate ao tráfico ilícito de armas e as iniciativas voltadas à descapitalização financeira de organizações criminosas.

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Ao tratar das medidas de enfrentamento às facções criminosas, Wellington Lima ressaltou a importância do enfraquecimento financeiro desses grupos.

“O primeiro eixo é exatamente a reprodução e o aperfeiçoamento dos mecanismos de asfixia financeira. É preciso tirar o oxigênio do crime organizado.”

O ministro também apresentou iniciativas voltadas ao aprimoramento da inteligência e da investigação criminal, com foco na ampliação da capacidade de esclarecimento de homicídios e das operações de repressão às organizações criminosas.

Ao abordar o sistema penitenciário, defendeu investimentos em tecnologia, inteligência e protocolos de segurança para impedir a comunicação de lideranças criminosas com grupos que atuam fora das unidades prisionais. “Esse é um problema que não poderia ser adiado de modo algum”, enfatizou.

Operações em unidades prisionais

Durante a audiência, Wellington Lima anunciou que o MJSP realizará, até o final de 2026, uma operação nacional e duas regionais por mês em unidades prisionais de todo o País.

A medida busca reforçar o controle do sistema penitenciário, combater a atuação de organizações criminosas e ampliar a integração entre as forças de segurança e as administrações penitenciárias estaduais.

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Plataformas digitais

Sobre plataformas digitais, parlamentares também questionaram os decretos relacionados à atuação das plataformas digitais e às medidas de enfrentamento de crimes praticados no ambiente virtual.

O ministro explicou que as normas foram elaboradas com base em análises técnicas e dados relacionados ao crescimento de ilícitos praticados pela internet, como fraudes eletrônicas, exploração sexual de crianças e adolescentes e divulgação não autorizada de conteúdo íntimo.

“Os decretos foram elaborados a partir de evidências concretas sobre a crescente centralidade da internet na vida dos brasileiros e sobre a urgência de enfrentar o aumento de crimes, atos ilícitos e condutas abusivas que vêm se multiplicando no ambiente digital”, disse.

De acordo com Wellington Lima, as medidas buscam ampliar a capacidade de resposta do Estado diante desses crimes, sem afastar o papel do Congresso Nacional na discussão e eventual definição de regras permanentes para o setor.

“O Parlamento é sempre quem melhor legisla, mas muitas vezes a sociedade clama por alguma providência mais imediata”, completou.

A audiência integra as atividades de fiscalização e de acompanhamento das políticas públicas conduzidas pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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