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Capacitação da Força Nacional ultrapassa 18 mil profissionais em três anos
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Brasília, 22/5/26 – Nos últimos três anos, a Força Nacional de Segurança Pública (FNSP), em parceria com a Diretoria de Ensino e Pesquisa (DEP) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), intensificou os investimentos em qualificação profissional.
O número de profissionais capacitados cresce ano após ano. Em 2023, foram formados 4.070 agentes; em 2024, 6.229; e, em 2025, 7.257. Em 2026, já foram registrados 772 profissionais capacitados, totalizando 18.328 formações no período.
Para o chefe do Centro de Treinamento e Capacitação da Força Nacional, tenente-coronel Kisler Marcos Souza Rodrigues, esses números traduzem um compromisso concreto com a qualidade do serviço prestado à população.
“Capacitar bem significa atuar melhor. Quando o profissional chega preparado ao campo, seja para uma ocorrência de emergência, uma operação em terra indígena ou uma ação de combate ao crime, a população recebe um serviço mais seguro e eficiente. É isso que buscamos com cada curso e com cada turma formada”, afirmou.
Assuntos abordados
As qualificações abrangem um conjunto de disciplinas técnicas e operacionais, refletindo a complexidade das missões desempenhadas pela Força Nacional em todo o território brasileiro.
Entre os conteúdos ministrados, destacam-se Atendimento Pré-Hospitalar Tático (APH Tático), Direitos Humanos, Uso Progressivo da Força, Instrumentos e Técnicas de Menor Potencial Ofensivo, Proteção de Terras Indígenas e Combate a Crimes Ambientais, temáticas que refletem o equilíbrio entre eficiência operacional, legalidade e respeito aos direitos fundamentais.
O período também foi marcado por investimentos em modernização e incorporação de novas tecnologias ao aparato operacional, aliados à aquisição de equipamentos, embarcações e viaturas modernas, o que ampliou a capacidade de resposta da Força Nacional em cenários de alta complexidade.
Cadastro de veteranos
A Força Nacional está com vagas abertas para o cadastro de profissionais veteranos, como policiais, bombeiros e peritos, que estejam inativos há menos de cinco anos.
Os voluntários com inscrições aprovadas poderão ser mobilizados conforme a necessidade, oportunidade e conveniência da Força, com possibilidade de permanência por até dois anos, prorrogáveis.
Para se inscrever, acesse o site oficial: https://intranet.dfnsp.mj.gov.br/cadastrodeveterano/?b=1.
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Consulta sobre educação bilíngue de surdos vai até 25 de julho
Professores, gestores das redes públicas de ensino, profissionais da educação e demais integrantes da sociedade civil podem participar, até 25 de julho, da consulta pública para a elaboração das Diretrizes Nacionais da Modalidade Escolar de Educação Bilíngue de Surdos na Educação Básica. A proposição das diretrizes integra a Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (PNEBS). O edital de chamamento foi publicado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) em 26 de junho e estabelece o recebimento de contribuições para o Projeto de Resolução que orientará a implementação da modalidade escolar.
Para participar, é necessário acessar a plataforma Brasil Participativo, disponível no portal Gov.br.
Diretrizes – As Diretrizes Nacionais têm como objetivo oferecer subsídios teóricos, normativos, curriculares e operacionais aos sistemas e às redes de ensino para a implementação, a expansão e a consolidação da modalidade escolar de educação bilíngue de surdos na educação básica.
O documento em elaboração está fundamentado em políticas educacionais e linguísticas voltadas à promoção da equidade, ao respeito às especificidades dos estudantes surdos e à garantia do direito ao ensino e à aprendizagem de qualidade.
Entre os aspectos contemplados pelas diretrizes estão a implementação da educação bilíngue de surdos como modalidade escolar prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB); a utilização da Língua Brasileira de Sinais (Libras) como língua de instrução, comunicação, interação e ensino, de modo a assegurar a língua portuguesa na modalidade escrita como segunda língua; a organização de ambientes linguísticos adequados ao desenvolvimento dos estudantes; a valorização da identidade, da cultura e do uso linguístico da Libras pela comunidade surda ; a formação inicial e continuada de professores bilíngues e demais profissionais da educação; a produção de materiais didáticos e recursos pedagógicos específicos; o fortalecimento das escolas bilíngues de surdos, das classes bilíngues e escolas polo de educação bilíngue de surdos; e a participação da comunidade surda na construção, implementação, acompanhamento e avaliação das políticas públicas.
Fundamentação – A elaboração das diretrizes está articulada aos eixos temáticos do Grupo de Trabalho da Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (GT-PNEBS), instituído pela Resolução nº 13, de 25 de outubro de 2024, no contexto da Comissão Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (CNEBS), criada pela Portaria MEC nº 993, de 23 de maio de 2023.
A CNEBS atuou como instância consultiva na construção das Diretrizes Nacionais e da PNEBS, publicada pela Portaria MEC nº 588, de 2 de julho de 2026.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação


