BRASIL
Conferência discute ações em busca de um mundo melhor e mais justo
BRASIL
Pela primeira vez na história, o Brasil será sede da Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) – um evento grandioso que vai discutir medidas com objetivo de erradicar a pobreza extrema, combater a desigualdade e a injustiça, e reparar mudanças climáticas.
A 1ª Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é promovida pelo Governo Federal, por meio da Secretaria-Geral da Presidência da República. O evento vai funcionar como um espaço democrático de participação social, reunindo o poder público e sociedade civil para debater, avaliar e propor caminhos para a implementação da Agenda 2030.
A Agenda 2030 é um plano de ação global adotado por todos os 193 Estados-membros das Nações Unidas (incluindo o Brasil) em setembro de 2015. Ela funciona como um guia para que países, empresas e a sociedade civil trabalhem juntos para diminuir as desigualdades, proteger o planeta e garantir prosperidade para todos até 2030.
Podem participar da Conferência governos estaduais, o Distrito Federal, movimentos sociais, organizações da sociedade civil, coletivos, universidades e redes temáticas para debater e aprimorar as políticas públicas de sustentabilidade, direitos humanos e de redução das desigualdades.
Antes do principal evento, em Brasília, acontecem até o dia 30 de abril as conferências estaduais, do Distrito Federal e as conferências livres. O documento orientador está disponível neste link.
Para guiar as trocas de ideias, o evento traz como tema central o fortalecimento democrático e a defesa dos direitos fundamentais, enxergando a Agenda 2030 como uma ferramenta real de planejamento territorial, capaz de dialogar com os desafios sociais e econômicos do país.
Toda a formulação de propostas está organizada em seis grandes eixos:
- O fortalecimento da democracia e das instituições;
- A sustentabilidade ambiental;
- A promoção da inclusão social e o combate às desigualdades;
- A inovação tecnológica a favor do desenvolvimento sustentável;
- A governança participativa;
- A colaboração multissetorial e o financiamento da Agenda 2030.
A estrutura da Conferência foi pensada para conectar o nível local ao nacional de forma transparente.
Até o fim de abril, governos, movimentos sociais, coletivos, universidades e diversas organizações têm a chance de liderar esses encontros locais descentralizados.
Em seguida, entre os dias 1º e 20 de maio, o processo ganha o ambiente online com a Etapa Digital Nacional. Acessando a Plataforma Brasil Participativo, qualquer pessoa poderá debater e validar as ideias levantadas nas fases anteriores.
O grande encontro que consolida toda essa jornada será a Etapa Nacional, marcada para o período de 29 de junho a 2 de julho de 2026, em Brasília: este momento reunirá delegadas e delegados eleitos nas etapas locais para a aprovação final das diretrizes de um desenvolvimento sustentável.
Todos os detalhes, guias metodológicos e o portal de participação estão disponíveis no site oficial da Conferência.
Turismo
A Agenda 2030 reconhece o setor do turismo como um poderoso motor de desenvolvimento econômico e social, possuindo metas diretas em três objetivos principais: Trabalho Decente e Crescimento Econômico (que foca na criação de políticas para um turismo sustentável que gere empregos e valorize a cultura local); Consumo e Produção Responsáveis (que cobra a implementação de ferramentas de monitoramento dos impactos do setor para garantir o uso eficiente de recursos); e Vida na Água (que destaca a urgência de uma gestão sustentável dos ecossistemas marinhos, fundamentais para a preservação e o desenvolvimento saudável dos destinos turísticos litorâneos).
Saiba mais clicando aqui.
Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
BRASIL
Wellington Lima destaca proteção a jornalistas e defensores de direitos humanos em homenagem a Dom Phillips e Bruno Pereira
Mais do que uma premiação, o concurso buscou preservar a memória do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, assassinados em junho de 2022 durante uma expedição no Vale do Javari, no Amazonas (AM). Reconhecidos pela atuação em defesa dos povos indígenas, da proteção ambiental e da liberdade de informação, os dois se tornaram símbolos da luta pelos direitos humanos e da necessidade de garantir segurança a jornalistas, comunicadores e defensores socioambientais.
Promovido pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), com apoio da Secretaria de Comunicação Social (Secom), do Ministério das Relações Exteriores (MRE), do Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o concurso integra o Plano de Ação brasileiro para o cumprimento das medidas cautelares determinadas pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) após o assassinato de Phillips e Pereira. O concurso contou ainda com apoio do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDD), vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).
Durante a cerimônia, Wellington Lima ressaltou a importância de preservar a memória dos jornalistas e destacou os avanços promovidos pelo Estado brasileiro para fortalecer a proteção de jornalistas, comunicadores e defensores de direitos humanos.
“Estamos aqui também para exercer o dever de memória. Bruno e Dom não devem ser lembrados apenas pela tragédia que os vitimou, mas pelo legado que construíram e pelas transformações que ainda inspiram o Brasil”, afirmou o ministro.
Segundo Wellington Lima, a atuação conjunta entre Governo e sociedade civil tem sido fundamental para a construção de respostas concretas às demandas relacionadas à proteção de direitos humanos e à liberdade de imprensa. Ele destacou a criação do Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores Sociais, espaço permanente de articulação que contribuiu para a elaboração do Protocolo Nacional de Investigação de Crimes contra Jornalistas e Comunicadores Sociais.
Ao encerrar sua participação, o ministro reforçou a importância da responsabilização dos autores de crimes cometidos contra defensores de direitos humanos e profissionais da comunicação.
“Temos confiança de que as investigações e os processos judiciais desses casos devem seguir seu curso com a seriedade, a atenção e o rigor que essas situações exigem”, declarou.
Premiação reconhece iniciativas em defesa dos direitos humanos e do meio ambiente
Lançado em março deste ano, o Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação recebeu 912 inscrições de todas as regiões do País. O concurso contemplou seis categorias: Reportagem em Texto, Fotojornalismo e Artes Visuais, Reportagem Audiovisual, Comunicação Indígena, Comunicação de Comunidades Tradicionais e Educação Midiática. Ao todo, foram distribuídos R$ 300 mil em premiações.
Em cada uma das seis categorias, foram premiadas três iniciativas. Os vencedores do primeiro lugar receberam R$ 30 mil, enquanto os segundos e terceiros colocados foram contemplados com R$ 15 mil e R$ 5 mil, respectivamente. A premiação buscou valorizar produções comprometidas com a promoção dos direitos humanos, a proteção ambiental, a defesa dos povos indígenas e o fortalecimento da comunicação de interesse público.
Também participaram da solenidade o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Sidônio Palmeira; o ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena; o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco; o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira; o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho; a ministra interina dos Direitos Humanos e da Cidadania, Caroline Dias dos Reis; o secretário de Assuntos Multilaterais Políticos do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Carlos Márcio Bicalho Cozendey; a diretora e representante da Unesco no Brasil, Marlova Noleto; o vice-presidente da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, José Luis Caballero Ochoa; o encarregado de Negócios da Embaixada do Reino Unido, Tony Kay; o adjunto do advogado-geral da União, Júnior Divino Fideles; e o representante das organizações peticionárias, Eliésio Marubo.
-
AGRONEGOCIOS3 anos atrás
Agrônomo mineiro recebe a Comenda do Mérito Agronômico, a mais alta distinção da categoria
-
Gourmet3 anos atrás
Molho Bolonhesa
-
Gourmet2 anos atrás
Brigadeiro
-
Gourmet2 anos atrás
Picolé detox
-
Gourmet2 anos atrás
Molho rosé
-
Gourmet2 anos atrás
Salpicão
-
Gourmet2 anos atrás
Moqueca capixaba
-
Gourmet2 anos atrás
Beijinho

