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Conheça os projetos mais curtidos no Clique Escola em setembro
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Os cinco projetos mais curtidos no aplicativo Clique Escola no mês de setembro evidenciam a força e a qualidade da educação pública brasileira. A plataforma gratuita do Ministério da Educação (MEC) aproxima escolas públicas de suas comunidades e valoriza práticas pedagógicas que promovem inovação, inclusão e colaboração. As ações em destaque foram as mais votadas em suas regiões até 30 de setembro e mostram como a criatividade e o engajamento podem transformar o cotidiano escolar.
Segundo a diretora de Formação Docente e Valorização dos Profissionais da Educação do MEC, Rita Esther Ferreira de Luna, o Clique Escola é uma ferramenta do MEC que aproxima ainda mais a comunidade das nossas escolas. “Por meio do aplicativo, todos podem conhecer os projetos desenvolvidos e participar curtindo e divulgando as ações. A sua participação fortalece a transparência, o envolvimento e o orgulho de fazer parte das nossas escolas”, ressalta.
“Convidamos toda a comunidade escolar a baixar o aplicativo Clique Escola e conhecer os projetos incríveis realizados por todo o Brasil. Cada curtida é uma forma de apoio e reconhecimento ao trabalho dos nossos diretores, professores e alunos. Conheçam o compromisso das escolas com uma educação pública de qualidade!”, convida o coordenador-geral de Formação de Gestores e Técnicos da Educação Básica do MEC, Roberto Junior.
Região Norte – Em Itacajá (TO), o Centro Municipal de Educação Infantil Antônia de Alencar Fernandes se destacou com o projeto Conto e Reconto, que leva a leitura para além da sala de aula. Por meio das Maletas Literárias, os alunos compartilham livros com suas famílias, que participam da leitura e da interpretação das histórias, fortalecendo vínculos entre leitura, afeto e convivência familiar.
Na escola, as crianças recontam as histórias lidas, desenvolvendo a oralidade e o gosto pela narrativa. “Mesmo sem estarem alfabetizadas, as crianças nos encantam com recontos criativos e desenhos cheios de emoção, revelando o quanto compreenderam e se envolveram com as histórias”, relatam as professoras.
Região Sul – A Escola Municipal Cívico-Militar de Ensino Fundamental São Pedro, em Bagé (RS), promoveu o projeto Viver Bagé, que mergulha os alunos na história e nas tradições do município. Sob orientação do professor Émerson Caldas, os estudantes exploraram o patrimônio histórico e cultural local, fortalecendo o sentimento de pertencimento e o respeito pela memória da cidade.
“O conhecimento sobre o lugar onde vivemos é essencial para entendermos quem somos. Ao resgatar a história de Bagé, ajudamos as crianças a reconhecerem seu papel como parte dessa narrativa coletiva”, destaca o professor.
Região Sudeste – A Escola Municipal de Ensino Fundamental Tenente Alípio Andrada Serpa, em São Paulo (SP), desenvolveu o projeto Cultivando Saberes Indígenas com o grupo Tywá-Sê, do povo Fulni-Ô. A proposta busca resgatar e valorizar a cultura indígena, combatendo o preconceito e promovendo o respeito às raízes e à diversidade do país.
A professora Carolina Soledad, que conduz o projeto desde 2022, conta que a equipe sentiu a necessidade de aprender diretamente com um povo indígena sobre sua cultura, rotina, alimentação e moradia. “Entendemos que não deveríamos mais falar sobre eles, mas abrir espaço para que eles próprios falem. É um aprendizado mútuo, de escuta e respeito”, explica. As atividades, realizadas em parceria com o povo Fulni-Ô, variam a cada ano e estão alinhadas à Lei nº 11.645/2008, que tornou obrigatório o ensino das histórias e das culturas afro-brasileiras e indígenas nos currículos da educação básica.
Região Centro-Oeste – Em Cáceres (MT), a Escola Municipal Santo Antônio do Caramujo apresentou o projeto Pescaria Literária, que une aprendizado e diversão. Inspirado nas tradicionais festas juninas, o projeto usa a “pescaria” como ferramenta lúdica para incentivar a leitura e a escrita.
As crianças da educação infantil, com o apoio dos professores, participam ativamente: após a pescaria, o professor lê a parlenda sorteada, estimulando a escuta e a oralidade. Já os alunos dos anos iniciais fazem a leitura de forma autônoma, compartilhando com os colegas os textos pescados e comentando suas partes favoritas. Para a diretora Tereza Cristina de Oliveira, “ver as crianças envolvidas, alegres e curiosas é a maior recompensa para quem acredita que a leitura transforma vidas”.
Região Nordeste – O cuidado com o meio ambiente foi o destaque da Escola Municipal de Educação Infantil e Fundamental Aflaudízio Pinheiro Dantas, em Triunfo (PB), com o projeto Cuidando da Terra, Colhendo Saberes. A iniciativa envolve o cultivo de hortas, o plantio de mudas, o reaproveitamento de materiais e rodas de conversa sobre sustentabilidade.
A diretora Nereide Dantas explica que foram realizadas palestras educativas, oficinas práticas de plantio e compostagem, confecção de cartazes e murais informativos, além de rodas de conversa com agricultores da comunidade e representantes da Secretaria Municipal de Agricultura. “O projeto ajudou a desenvolver valores como cooperação, solidariedade e pertencimento, fortalecendo os laços entre escola, família e comunidade”, destaca.
Clique Escola – O Clique Escola é um aplicativo gratuito que visa incentivar o acesso da comunidade escolar e da sociedade às principais informações educacionais e financeiras da escola, bem como notícias sobre educação, de forma a promover a compreensão e a transparência dos dados educacionais.
As iniciativas são divulgadas mensalmente pelo MEC. Diretores podem publicar seus projetos no aplicativo e mobilizar a comunidade para curtir e compartilhar. Saiba como participar pelo aplicativo.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)
Fonte: Ministério da Educação
BRASIL
É falso que o Ministério do Turismo vai monitorar dados pessoais de turistas; confira tudo sobre a Ficha Digital de Hóspedes
Meios de hospedagem de todo o Brasil, como hotéis, pousadas, hostels e resorts, vêm implementando a nova Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNHR). O que antes era feito no papel, tomando tempo de turistas e gerando custos ao setor, agora é feito em formato 100% digital, que agiliza a identificação de clientes cumprindo rigorosamente a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Inspirada nos check-ins de aeroportos, a plataforma passou a ser exigida desde segunda-feira (20). A ficha digital é preenchida pelo hóspede, que pode digitar as informações ou optar pelo preenchimento automático pelo Gov.br.
A FNRH Digital foi desenvolvida pelo Ministério do Turismo em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e pode ser preenchida antes da chegada no hotel, por link enviado pela hospedagem, ou direto no balcão da recepção, por meio de um QRCode. Pessoas sem celular podem fazer pelo serviço próprio da hospedagem.
A nova Ficha Digital de Hóspedes foi aprovada pelo Congresso Nacional (deputados[a] e senadores[a]) e sancionada em 2024 pela Presidência da República, e foi apoiada pelo setor. O processo de adesão da hotelaria à ferramenta – iniciado ainda em novembro do ano passado, com a permanente orientação do Ministério ao setor – marca o fim da era do papel e da burocracia desnecessária no balcão dos empreendimentos de norte a sul do país.
Aos viajantes, o benefício é imediato: rapidez. Com o sistema, o check-in agora pode ser concluído em segundos. Já para os meios de hospedagem, a plataforma representa redução de custos, eliminando a necessidade de se manter arquivos físicos por longos períodos.
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, reforça a segurança do novo sistema e incentiva a adequação da hotelaria.
“Todo o sistema foi construído sob o rigor da LGPD, com dados criptografados e total respeito à privacidade. O que estamos fazendo é usar a tecnologia para facilitar a vida do hóspede e profissionalizar o setor, garantindo que ele esteja preparado para oferecer as melhores experiências possíveis aos seus clientes. Especialmente no momento em que o turismo brasileiro vem alcançando recordes históricos de desempenho”, destaca o ministro.
A VERDADE SOBRE A FICHA – Para que hóspedes e hoteleiros possam aproveitar as vantagens da nova ficha digital de registro, o Ministério do Turismo esclarece alguns dos principais pontos da ferramenta e desmente falsas informações sobre a plataforma. Confira!
– A coleta de dados de hóspedes começou com a nova FNRH Digital?
Não. A Lei Geral do Turismo de 2008 definiu o envio de dados ao Ministério do Turismo, e a portaria nº 41 do Ministério do Turismo, de 14 de novembro de 2025, apenas estabeleceu a digitalização do processo, tornando-o mais rápido e seguro.
– O sistema permite a apropriação indevida de dados?
Não. O Gov.br funciona somente como um validador de identidade. O sistema apenas confirma o CPF do hóspede para evitar fraudes e erros de preenchimento, garantindo que o cliente é quem diz ser.
– As informações recolhidas pelo sistema ficam expostas?
Não. Os registros são criptografados e armazenados no banco de dados do Serpro. O Ministério do Turismo acessa apenas dados macro (quantitativos); dados individuais só são acessados por ordem judicial ou policial, como já ocorre hoje.
– A ferramenta colhe informações sobre gastos dos hóspedes?
Não. A FNRH Digital não coleta dados a respeito de despesas dos hóspedes. Ela serve exclusivamente para estatísticas oficiais de fluxo turístico e apoio à segurança pública.
– O check-in vai ficar mais difícil com a nova ficha digital?
Não. Quem utiliza a conta Gov.br finaliza o registro em segundos. O processo é antecipado via sistema Gov.br e concluído por meio da leitura de QR Code, link compartilhado ou dispositivo oferecido pelo próprio estabelecimento.
– É obrigatório fazer o check-in antes de chegar ao meio de hospedagem?
Não. O check-in pode ser feito previamente ou, caso o hóspede prefira, é possível optar pelo preenchimento digital já no hotel, com auxílio do atendente diretamente no balcão do estabelecimento.
– O novo sistema é pago pelo meio de hospedagem?
Não. O sistema oficial é gratuito, o Ministério do Turismo não cobra pelo acesso. Eventuais custos dependem apenas do contrato do hotel com seus fornecedores de softwares de gestão (PMS).
– Hoteleiros ainda podem aderir ao sistema da FNRH Digital?
Sim, empreendimentos não adequados ainda podem fazê-lo. O Ministério do Turismo reforça que está à disposição da hotelaria de todo o país para orientar o processo de transição.
– Como o Ministério do Turismo vem acompanhando a transição?
O foco inicial é sensibilizar o setor quanto à necessidade de adaptação, conscientizando quanto aos benefícios da utilização do sistema para seus hóspedes e a gestão dos próprios negócios.
ORIENTAÇÕES – O Ministério reitera que o processo de transição para a nova FNRH Digital exige adaptações por parte dos 19.231 meios de hospedagem regularmente inscritos no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), independentemente de usarem sistemas de gestão próprios.
A Pasta disponibiliza uma página eletrônica com todo o passo a passo da ferramenta para hóspedes e hoteleiros. (Acesse AQUI)
Por André Martins
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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