BRASIL
Dia Mundial da Tartaruga: O Brasil turístico é o que conserva e cuida da nossa biodiversidade
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Desde 2000, o mundo celebra o dia mundial da tartaruga, uma data que não celebra somente a nossa fauna, mas lembra a importância de se preservar e respeitar a biodiversidade. O turismo ecológico é uma poderosa ferramenta de conscientização. Afinal, o turismo só se faz quando cuidamos do que é nosso.
O Brasil é lar do projeto Tamar, que desde a década de 80 protege e trabalha na recuperação de tartarugas marinhas. Um importante motor do projeto são os centros de pesquisa, atividades de envolvimento comunitário, inclusão social, sensibilização e educação ambiental, que já protegeram mais de 40 milhões de tartarugas.
Promover a preservação também é promover a atividade turística e a economia, através desse trabalho e da valorização da cultura local, o projeto recebe cerca de 1 milhão de visitantes por ano e já gera mais de 2 mil oportunidades de trabalho. Presente em 23 locais de 8 estados brasileiros, através da sua atividade, o Tamar também promove destinos turísticos, descubra quais são:
FERNANDO DE NORONHA/PE – Presente no paradisíaco arquipélago de Fernando de Noronha desde 1984, o projeto Tamar de Fernando de Noronha recebe cerca de 40 mil visitantes por ano. O Centro de Visitantes conta com painéis explicativos, ações de proteção e pesquisa, réplicas das espécies de tartarugas marinhas que visitam o mar no Brasil e exposições.
ARACAJU/SE – O centro de visitantes do projeto Tamar abriga o primeiro oceanário do Nordeste, com um aquário oceânico, onde é possível encontrar tubarões, peixes e as próprias tartarugas marinhas em diversos estágios de vida, de filhotes e adultas, abriga cerca de 50 espécies marinhas. Também é possível acompanhar a caminhada de filhotes e o retorno de tartarugas recuperadas ao mar.
PRAIA DO FORTE/BA – Considerado um polo turístico nacional e internacional, o projeto Tamar da Praia do Forte está entre os 10 museus mais visitados do Brasil. Entre tanques e aquários, são 750 mil litros de água salgada com exemplares da fauna marinha da região e de quatro das cinco espécies de tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil, em diferentes estágios do ciclo de vida.
AREMBEPE/BA – Localizado no litoral norte do estado, está situado em uma área de 6mil m², com restinga e vegetação preservadas. O local ainda conta com espaços interativos, museu da tartaruga, tanques de observação das tartarugas marinhas, terrário de jabutis e cágados, cercado de incubação de ovos, além de outros atrativos.
VITÓRIA/ES – Inaugurado em 2012, o centro de visitantes do projeto Tamar está localizado no Parque Municipal Ilha do Papagaio e faz parte do circuito turístico e cultural da Enseada do Suá, além de um mirante, com vista panorâmica aos principais pontos turísticos da grande Vitória. No local, são realizadas atividades de educação e sensibilização ambiental com crianças e adultos. O centro também conta com três tanques em forma de cápsula e visores subaquáticos que permitem melhor observação do mergulho e natação dos animais.
UBATUBA/SP – Entre o mar e as montanhas, Ubatuba fica no litoral norte de São Paulo, a 262km da capital. Com uma média de 140 mil visitantes por ano, conta com uma completa infraestrutura de educação ambiental, informação, lazer, com espaços temáticos, aquários, auditório, espaço para exposições, espaço cultural, lojas e lanchonete. São seis tanques de observação de tartarugas marinhas e mais seis recintos com tartarugas terrestres e de água doce.
FLORIANÓPOLIS/SC – O circuito se encerra em um importante local de alimentação das tartarugas marinhas, o Sul do Brasil. São cerca de 200 mil visitantes por ano e está entre os cinco museus mais visitados do Brasil. São cinco tanques com quatro das cinco espécies de tartarugas marinhas encontradas no litoral brasileiro em diferentes estágios de vida, além de uma piscina e um aquário com animais da região.
Que tal incluir um desses roteiros na sua próxima viagem?
Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
BRASIL
“Reduzir a jornada sem reduzir salário é valorizar a vida dos brasileiros”, diz Luiz Marinho
As centrais sindicais entregaram ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira (15), no Palácio do Planalto, as propostas da classe trabalhadora para o período de 2026 a 2030. O documento foi elaborado durante a plenária da Conferência Nacional das Classes Trabalhadoras (Conclat) e traz como principais pontos a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1.
A entrega ocorre em um momento em que o Governo do Brasil já encaminhou ao Congresso Nacional, na terça-feira (14), um Projeto de Lei em regime de urgência que prevê a redução da jornada sem diminuição de salários e estabelece o fim da escala 6x, uma demanda histórica das entidades sindicais.
Presente na reunião, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, destacou a importância da proposta enviada pelo Governo. Segundo ele, a medida representa um avanço na qualidade de vida da população. “A proposta enviada pelo Governo significa valorização da vida dos brasileiros. O que se debate é a redução da jornada de trabalho sem redução de salário e, junto, uma bandeira para a valorização da vida. A escala 6×1 é a pior das escalas de jornada de trabalho que possa existir, em especial para as mulheres”, afirmou.
Durante a abertura do encontro, o ministro também ressaltou a relevância do diálogo com a classe trabalhadora e o contexto positivo do mercado de trabalho. “Pensar nos direitos da classe trabalhadora, pensar no avanço das conquistas, num momento em que temos o menor índice de desemprego da nossa história, gerando empregos, aumentando a massa salarial, elevando salários e avançando nas conquistas, além de refletir sobre o direito às negociações dos trabalhadores da iniciativa privada e do serviço público, é muito importante neste momento”, disse.
O Projeto de Lei encaminhado pelo Governo do Brasil estabelece o fim da jornada 6×1 sem corte nominal ou proporcional de salários, nem alteração de pisos, com validade para contratos em vigor e futuros, em todos os regimes de trabalho. A proposta também prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, garantindo dois dias de descanso remunerado.
Outro ponto abordado por Luiz Marinho foi a preocupação com a pejotização. Para o ministro, a prática compromete a estrutura das relações de trabalho no país. “A pejotização leva à desestruturação das relações de trabalho no país, destruindo o Fundo de Garantia, fragilizando a Previdência Social e o FAT, além de diminuir a eficiência do Sistema S. É um retrocesso incalculável nas relações de trabalho”, avaliou.
Reivindicações
Na reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, participaram lideranças de diversas centrais sindicais, entre elas a Central Única dos Trabalhadores, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil e a Força Sindical. Mais cedo, em Brasília, as entidades promoveram a Marcha das Centrais, com o objetivo de pressionar por avanços nos direitos trabalhistas e pela melhoria das condições de trabalho no país.
Ao todo, foram apresentadas 68 reivindicações ao presidente, das quais 26 foram elencadas como prioritárias. Entre os principais pontos estão a redução da jornada de trabalho, o fim da escala 6×1, a regulamentação da Convenção 151 da OIT, a adoção de uma política de valorização do salário mínimo sem limitações vinculadas ao arcabouço fiscal, a aprovação do projeto de correção da tabela do Imposto de Renda, a isenção de IR sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), a redução da taxa de juros, o enfrentamento da pejotização e a regulamentação do trabalho por aplicativos.
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