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Encontro reúne setor público e privado para discutir inclusão de refugiados afegãos no mercado de trabalho
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A reunião fez parte das ações firmadas entre a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a organização Islamic Relief USA (IRUSA), em apoio ao Programa de Patrocínio Comunitário para Nacionais Afegãos, coordenado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O encontro reuniu empresários interessados em diversidade e inclusão, representantes de organizações da sociedade civil (OSCs) credenciadas pelo governo para o acolhimento da população afegã, lideranças afegãs, além de instituições humanitárias que atuam com a proteção de migrantes e refugiados no Brasil, como a Caritas Arquidiocesana de São Paulo (Casp).
O objetivo foi fortalecer a inclusão laboral e o engajamento do setor privado com a população afegã no Brasil, com a apresentação de perfis profissionais e o compartilhamento de boas práticas de empresas que já contratam refugiados, como é o caso daquelas vinculadas à Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fambras), além de ampliar o mapeamento de parceiros no setor privado. Estratégias, como o Fórum Empresas com Refugiados , articulado pelo ACNUR, contribuem com a inclusão laboral dessa população.
“O trabalho conjunto com o setor privado é muito importante para que possamos, de fato, promover condições adequadas para que afegãos consigam viver no Brasil de maneira independente”, pontuou a coordenadora-geral do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) do MJSP, Amarilis Busch Tavares.
Apoio e acolhimento
A maioria dos afegãos chega ao Brasil por meio do visto humanitário e, na hora de buscar recolocação profissional, enfrenta entraves, como a dificuldade de sensibilizar empresas, a falta de informação sobre o mercado de trabalho e o aprendizado da língua portuguesa. Atualmente, cerca de 7,6 mil afegãos que necessitam de proteção internacional são acolhidos e, desde 2020, o País reconhece a gravidade da violação de direitos humanos no Afeganistão.
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Cadernos de Gestão reúnem orientações para as redes de ensino
estores das redes estaduais, distrital e municipais de educação podem consultar seis Cadernos de Gestão com informações sobre políticas educacionais voltadas a diferentes modalidades da Educação Básica. As publicações reúnem marcos normativos, conteúdos e orientações relacionadas à gestão educacional e ao direito de acesso, permanência e aprendizagem dos estudantes. O material foi produzido pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi).
A iniciativa tem como objetivo contribuir para o debate público e oferecer apoio às redes de ensino na formulação, implementação e monitoramento de políticas, programas, processos e práticas de gestão voltados à promoção da equidade educacional.
Para isso, estão disponíveis seis cadernos, com foco na educação básica, correspondentes às seguintes modalidades:
- educação do campo;
- educação de jovens e adultos (EJA);
- educação escolar quilombola;
- educação escolar indígena;
- educação especial inclusiva;
- educação bilíngue de surdos.
Os cadernos foram estruturados de forma a conectar saberes teóricos e marcos normativos, considerando os desafios e as especificidades presentes no cotidiano da gestão educacional. Os conteúdos e recomendações apresentados nas publicações buscam contemplar a diversidade de contextos dos diferentes entes federativos, enquanto as edições estão organizadas em capítulos que oferecem subsídios sobre sete dimensões, sendo elas:
- Relações federativas;
- Planejamento;
- Financiamento;
- Matrícula e composição de turmas;
- Alocação de profissionais;
- Formação de profissionais;
- Avaliação e monitoramento da educação.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação



