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Escola Nacional de Defesa do Consumidor completa 18 anos

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Brasília, 13/08/2025 – A Escola Nacional de Defesa do Consumidor (ENDC) completa 18 anos nesta quarta-feira (13) e celebra a data com uma nova logomarca, que representa a conexão entre o passado e o futuro contemporâneo. A marca foi elaborada com as cores da bandeira do Brasil, o que identifica as ações genuinamente brasileiras, interligadas com o futuro.

O desenho dialoga com a narrativa usada para comemorar os 10 anos da plataforma Consumidor.gov.br, outra importante política pública de defesa dos consumidores. Para o secretário Nacional do Consumidor, Wadih Damous, a nova marca reafirma o papel da ENDC na consolidação de uma cultura de direitos e responsabilidades nas relações de consumo. “A nova identidade visual simboliza a tradição e a inovação caminhando juntas em favor do consumidor brasileiro”, destaca.

Além da nova marca, a ENDC comemora uma história de cursos, de projetos e de parcerias que contribuem para reduzir conflitos de consumo e fortalecer os direitos dos consumidores no Brasil. A escola capacita e atualiza agentes do Sistema Nacional do Direito do Consumidor (SNDC), por meio de uma trilha de formação.

Pela plataforma on-line, eles podem se aprimorar para oferecer assistência de qualidade à população, com cursos oferecidos com essa finalidade, tais como em introdução ao direito do consumidor, capacitação para utilizar as plataformas Consumidor.gov e Proconsumidor, além da formação em temas de grande relevância para os cidadãos, como planos de saúde, mercado de combustíveis e relações de consumo no transporte aéreo.

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Alguns cursos são direcionados a consumidores que querem ampliar seus conhecimentos sobre seus direitos. A instituição ainda oferece capacitações pensadas especialmente para a população, com temas importantes como previdência complementar e educação financeira. A curadoria dos cursos reflete as questões atuais. Exemplo disso é que, a partir de setembro, a Senacon passa a oferecer o curso de direito de consumidor relacionado às bets e às casas de aposta on-line.

Atualmente, a plataforma oferece 31 cursos on-line com certificação oferecida pela Universidade de Brasília (UnB), desde que alcançada nota mínima de aprovação. Para se inscrever, basta escolher o curso desejado pelo site da ENDC.

Conheça a história

Instituída pela Portaria Ministerial nº 1.387/2007, a ENDC passou a ofertar, ainda em 2007, cursos presenciais sobre fiscalização, negociação, formação de multiplicadores e o curso básico de direito do consumidor. Em 2009, após parceria com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), a escola passou a ofertar capacitações na modalidade ensino à distância.

Essa cooperação, que durou até 2016, resultou em 22 ciclos de 11 cursos distintos, com impacto direto na formação de profissionais em todo o Brasil. A virada para uma plataforma própria ocorreu em 2016, quando a Senacon firmou parceria com a UnB, o que permitiu ampliar a oferta de conteúdo. Desde 2016, a escola soma 287.280 matrículas, 89.730 alunos e 1.110 ofertas de 39 cursos.

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A história da ENDC é resultado do empenho de todos os que participaram de sua construção. “Comemorar 18 anos é reconhecer que essa trajetória foi feita com luta, dedicação e coragem. Enfrentamos inúmeras barreiras, mas nunca abrimos mão da nossa missão. Hoje, somos referência nacional, graças ao comprometimento e à paixão de todos que fizeram e fazem parte desta Escola”, afirma a coordenadora da ENDC, Ana Claudia Menezes.

Na avaliação do diretor Nacional do Direito do Consumidor, Vitor Hugo do Amaral Ferreira, a data celebra o cumprimento de um dever constitucional. “Celebrar 18 anos da ENDC é atender à previsão constitucional do dever do Estado de promover a defesa do consumidor, minimizar a vulnerabilidade pela informação, pela formação de agentes de direitos e pela construção de educação nas relações de consumo para maior equilíbrio e harmonização”.

Parcerias estratégicas e o projeto CapacitAção

Desde 2018, o projeto CapacitAção: Inovação em Prol do Consumidor aproxima a escola de empresas cadastradas na plataforma Consumidor.gov.br, como bancos, operadoras de telecomunicações, e-commerces, fabricantes, concessionárias de energia elétrica, planos de saúde, montadoras e redes de varejo. A iniciativa busca aprimorar processos de atendimento, reduzir reclamações e incentivar práticas comerciais mais responsáveis, beneficiando diretamente o consumidor. Para saber mais, visite o site do projeto.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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MDIC avança em agenda de desburocratização, competitividade e propriedade intelectual

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O secretário de Competitividade e Política Regulatória do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Pedro Ivo, apresentou um conjunto de iniciativas do Governo Federal voltadas à simplificação de normas, ao fortalecimento da competitividade e à melhoria do ambiente de negócios no país. 

O anúncio foi feito durante visita à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), ocorrido na tarde de ontem (30). Na ocasião, o secretário detalhou a Estratégia Nacional de Desburocratização, pacote de medidas com lançamento previsto para maio, que busca modernizar a administração pública, ampliar a eficiência, elevar a qualidade dos serviços prestados e tornar o ambiente regulatório mais favorável às empresas.

Segundo Pedro Ivo, “a simplificação regulatória é um passo essencial para reduzir custos, dar mais previsibilidade às regras e criar condições para que o setor produtivo possa inovar e crescer com mais segurança”.

O secretário também destacou o novo Marco de Boas Práticas Regulatórias, que prevê o aperfeiçoamento da Análise de Impacto Regulatório (AIR), a incorporação da análise concorrencial e o fortalecimento da participação social na elaboração de normas. Por fim, apresentou a Rede Nacional Mais Simples, iniciativa voltada à identificação e superação de entraves regulatórios com participação do setor industrial.

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Amcham Brasil

Pedro Ivo participou ainda de reunião técnica do Grupo de Trabalho de Propriedade Intelectual da Amcham Brasil, onde apresentou ações do MDIC voltadas ao fortalecimento da área. No encontro, ele destacou o papel do Grupo Interministerial de Propriedade Intelectual (GIPI), colegiado presidido pelo MDIC e responsável por coordenar as políticas públicas do setor no país. O grupo atua na implementação da Estratégia Nacional de Propriedade Intelectual (ENPI), com foco em inovação, competitividade e melhoria do ambiente de negócios.

Associação Paulista da Propriedade Intelectual

O secretário também se reuniu com a presidente da Associação Paulista da Propriedade Intelectual (ASPI), Soraya Imbassahy de Mello, para alinhar ações da entidade no âmbito da ENPI. A estratégia tem como objetivo coordenar e fortalecer o Sistema Nacional de Propriedade Intelectual (SNPI) até 2030, promovendo o uso estratégico da propriedade intelectual como instrumento de inovação e desenvolvimento econômico.

Fundada em 1983, a ASPI atua na difusão de conhecimentos sobre propriedade intelectual no Brasil e na defesa dos direitos e deveres dos profissionais da área.

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Instituto de Pesquisas Tecnológicas

Na terça-feira (28), Pedro Ivo esteve no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), onde se reuniu com o diretor-presidente Anderson Correia para tratar do fortalecimento da infraestrutura da qualidade no país. O MDIC desenvolve o Portal Único de Infraestrutura da Qualidade que tem previsão para ser lançado ainda este mês. O Instituto foi convidado pelo secretário para integrar o projeto.

Segundo o secretário, o portal será um ponto central de integração do ecossistema nacional da qualidade, facilitando o acesso de empresas a informações técnicas, regulatórias e metrológicas. “A proposta é reunir, em um único ambiente, instrumentos e orientações necessários para que empresas desenvolvam e fabriquem produtos em conformidade com normas nacionais e internacionais”, afirmou.

Participaram da agenda representantes do MDIC e do IPT, incluindo equipes técnicas das áreas de regulação, finanças e pesquisa.

As agendas integram o conjunto de ações conduzidas pelo MDIC para modernizar o ambiente regulatório brasileiro, estimular a inovação e ampliar a competitividade da indústria nacional por meio da cooperação entre governo, setor produtivo e instituições de pesquisa.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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