CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

Fluxo aéreo cresce 4,9% em Santarém (PA) impulsionado pelo apoio do Ministério do Turismo

Publicados

BRASIL

A cidade de Santarém, no oeste do Pará, consolida-se como um dos destinos turísticos mais promissores da Amazônia, e o Ministério do Turismo tem sido um dos principais parceiros do processo de valorização da região. Uma das ações de destaque é a confirmação do patrocínio de R$ 2,6 milhões à edição 2025 do Festival Sairé, uma das manifestações culturais mais simbólicas do Brasil, que será realizada entre 18 e 22 de setembro em Alter do Chão, distrito do município.

O resultado do apoio federal já começa a aparecer em dados oficiais: de janeiro a maio desse ano, o Aeroporto Internacional Maestro Wilson Fonseca, em Santarém, recebeu 191.973 passageiros, um aumento de 4,9% na comparação com o mesmo período de 2024. Os números da Aena Brasil, concessionária que administra o terminal, evidenciam o impacto positivo das políticas públicas de fomento ao setor turístico na região.

O ministro do Turismo, Celso Sabino, observa que, além da maior visibilidade dos atrativos culturais e naturais locais, o esforço contínuo para promover o ramo de eventos em Santarém se reflete diretamente no crescimento do segmento. “O apoio ao Sairé integra uma política estratégica de fortalecimento do turismo cultural e sustentável na Amazônia, resultando no reconhecimento da potência turística da região” destaca o ministro.

Leia Também:  Senacon e CFM articulam acordo para tratar publicidade médica e fortalecer proteção ao consumidor

Celso Sabino ressalta que patrocinar o Festival Sairé significa investir em uma das realizações culturais mais genuínas do Brasil. “O Festival Sairé representa a alma da cultura amazônica e tem enorme potencial para atrair turistas do mundo inteiro. Apoiar Santarém é fortalecer o turismo de base comunitária, gerar emprego, renda e preservar o nosso patrimônio cultural”, aponta Sabino.

Santarém também recebeu investimentos em capacitação profissional do governo federal, por meio da primeira Escola Nacional de Turismo, no Pará. De janeiro a maio de 2025, a unidade formou 352 alunos mediante parceria com a Secretaria Municipal de Turismo. Os cursos envolveram disciplinas a exemplo de atendimento, turismo de base comunitária e idiomas, contribuindo para elevar a qualidade da experiência do visitante.

ECOTURISMO – O município de Santarém, que dispõe de voos diretos para Brasília (DF), Manaus (AM) e Belém (PA), vem se posicionado como um dos principais polos de ecoturismo da região Norte do Brasil. Mesmo fora da alta temporada – que começa em julho, com a formação de praias de rio –, a cidade se destaca pela oferta de trilhas, gastronomia, vivências ribeirinhas e uma forte hospitalidade.

Leia Também:  Luiz Marinho participa em Bogotá, Colômbia, da Conferência Regional sobre Migração Laboral

A partir do impulso do Ministério do Turismo e da chegada de grandes eventos a Santarém, como o Festival Sairé, a expectativa é de crescimento contínuo no fluxo de visitantes, posicionando a região como um destino prioritário entre as opções de viajantes brasileiros e internacionais.

Por Cléo Soares

Assessoria de Imprensa do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

Propaganda

BRASIL

MEC participa da 16ª Festa Literária das Periferias no Rio

Publicados

em

Ana Maria Gonçalves, Conceição Evaristo, Cidinha da Silva, Eliana Alves Cruz, Elisa Lucinda, Nei Lopes e Estêvão Ribeiro estão entre os autores que participam da 16ª edição da Festa Literária das Periferias (Flup), realizada de 23 a 27 de setembro no Rio de Janeiro. O evento ocorre no Teatro Municipal Carlos Gomes, na Sala Guarani e na Praça Tiradentes, com programação que reúne autores, pensadores, estudantes e professores e aborda temas relacionados à literatura negra, periférica e às matrizes ancestrais. 

Com o tema “As Filhas das Filhas das Filhas”, a edição homenageia a escritora Ana Maria Gonçalves, primeira mulher negra eleita para a Academia Brasileira de Letras (ABL). A programação conta também com a participação da pensadora norte-americana Kimberlé Crenshaw, além de intelectuais como Djamila Ribeiro, Cida Bento, Carla Akotirene, Jeferson Tenório, Sidnei Nogueira e Bianca Santana. A Flup inclui ainda atividades voltadas à produção audiovisual, entre elas trabalhos desenvolvidos pelo Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas.  

O Ministério da Educação (MEC) participa da Flup por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi). Durante a programação, serão disponibilizados dois totens interativos para acesso ao MEC Livros, biblioteca digital de acesso público e gratuito. A programação completa da 16ª Flup pode ser consultada no site oficial do evento. 

A secretária da Secadi, Zara Figueiredo, pontuou que a literatura constitui um direito humano fundamental por sua capacidade de proporcionar o exercício da alteridade e a compreensão de dilemas existenciais. Também ressaltou que a literatura produzida por autores negros e periféricos expressa a diversidade cultural do país e aborda temáticas centrais da sociedade brasileira. Ela destacou ainda a relevância da presença do ministério no festival e enfatizou que a disponibilidade dessas obras na plataforma MEC Livros fortalece a representatividade, a autoestima e a aprendizagem dos estudantes na rede pública. 

Leia Também:  Luiz Marinho participa em Bogotá, Colômbia, da Conferência Regional sobre Migração Laboral

Literatura negra e acervo digital – A programação do festival também se relaciona ao acervo do MEC Livros, biblioteca digital e gratuita que reúne obras de diversos autores presentes na 16ª Flup. Entre os títulos disponíveis está o romance histórico Um Defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves, que inspira o tema desta edição do festival. Também integra a plataforma o título Canção para Ninar Menino Grande, de Conceição Evaristo, atualmente o quinto livro mais emprestado do acervo, além de outras obras da autora, como Becos da Memória, Ponciá Vicêncio, Literatura Negra: uma poética de nossa afro-brasilidade e Olhos d’água

O catálogo contempla também títulos como Um Exu em Nova York, Sobre-viventes! e Exuzilhar, de Cidinha da Silva; Nada Digo de Ti, que em Ti Não Veja, de Eliana Alves Cruz; Afro-Brasil Reluzentes, de Nei Lopes; e produções voltadas à infância e juventude, como Rê Tinta e a Revolução Escolar, de Elisa Lucinda, e Rê Tinta e o Pé de Jamelão, de Estêvão Ribeiro. 

O MEC Livros reúne autores de diferentes gerações, com obras de escritores como Maria Firmina dos Reis, Machado de Assis, Lima Barreto e Carolina Maria de Jesus, além de autores contemporâneos brasileiros e estrangeiros, entre eles Itamar Vieira Junior, Lilia Guerra, Eliane Marques, Tom Farias, Paulina Chiziane, Buchi Emecheta, Oyinkan Braithwaite, Akwaeke Emezi e Randall Kenan.  

Leia Também:  Senacon e CFM articulam acordo para tratar publicidade médica e fortalecer proteção ao consumidor

Sobre a plataforma – O MEC Livros é uma biblioteca digital de acesso público e gratuito, com mais de 25 mil títulos em formato digital, entre obras licenciadas e em domínio público. A plataforma integra ações relacionadas à ampliação do acesso à leitura e ao Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), em parceria com a Fundação Biblioteca Nacional, a Academia Brasileira de Letras, o Instituto Mojo de Comunicação Intercultural e a Companhia Editora de Pernambuco. 

O acesso pode ser feito via navegador ou aplicativo para dispositivos móveis, mediante login com a conta Gov.br. A plataforma permite o empréstimo gratuito de obras licenciadas, além da leitura ilimitada de títulos em domínio público. Para consultar o acervo e obter mais informações, acesse o portal do MEC Livros

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi e da Secretaria de Educação Básica (SEB)

Fonte: Ministério da Educação

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA