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G20: Novo estudo analisa políticas para promover participação de mulheres no setor de energia

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O Ministério de Minas e Energia (MME) lançou, nesta segunda-feira (19/05), o estudo Integração do Componente de Gênero nas Políticas do Setor de Energia nos Países do G20, durante o III Seminário de Gestão Estratégica de Diversidade, Equidade e Inclusão do MME e Entidades Vinculadas. Esse trabalho foi desenvolvido no âmbito da Parceria Energética Brasil-Alemanha, conduzido pela Secretaria Nacional de Transição Energética e Planejamento (SNTEP/MME).

A publicação apresenta um panorama das políticas públicas dos países do G20, com recomendações de medidas que podem ser adotadas em quatro áreas: empoderamento econômico, acesso e acessibilidade à energia, representação política e no setor, e integração e transversalização de gênero.

“Esse é um trabalho essencial para a elaboração das políticas públicas do setor energético, em especial a Política Nacional de Transição Energética (PNTE), a qual pretende promover uma transição energética justa e inclusiva, por meio de um processo participativo e considerando os mais diversos segmentos sociais”, ressaltou a coordenadora-geral de Eficiência Energética da SNTEP, Samira de Sousa Carmo, moderadora do painel em que foi lançada a publicação.

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O estudo revela que, apesar de avanços relevantes nas políticas de igualdade de gênero no setor de energia, ainda há desafios para a participação efetiva de mulheres. De acordo com os dados, nos países do G20, menos de uma em cada quatro pessoas empregadas no setor de energia é mulher. Dessas, apenas uma em cada cinco ocupa cargos de alta gestão. Nesse segmento, as mulheres ganham 11% a menos do que os homens.

Iniciativa do MME é referência

No estudo, o Comitê Permanente para Questões de Gênero, Raça e Diversidade do MME e Entidades Vinculadas (COGEMMEV) é indicado como uma das melhores práticas dos países do G20 para promover equidade de gênero, na categoria Fórum e Redes Globais. Ao todo, 25 iniciativas foram apresentadas.

O COGEMMEV reúne 15 entidades e é responsável por planejar e monitorar políticas de igualdade de gênero nas empresas e agências do setor eletroenergético e mineral, organizando debates e projetos para promover a equidade. “Desde 2004, o comitê assume o protagonismo dessa agenda de inclusão. Ter um conglomerado de instituições comprometidas com uma gestão unificada pelas diretrizes, a partir do programa Pró-Equidade, fortalece muito a nossa atuação”, destacou a coordenadora-geral do COGEMMEV, Márcia Figueiredo.

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Além dessa iniciativa do MME, o Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça do Ministério das Mulheres também está entre as iniciativas reconhecidas, na categoria Ferramentas de Monitoramento e Certificação.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759/5620 E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MEC abre adesão ao Sisu+ para instituições públicas

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O Ministério da Educação (MEC) publicou, nesta quarta-feira, 29 de abril, o Edital nº 29/2026 que estabelece o cronograma e os procedimentos para adesão das instituições públicas de educação superior ao Sisu+ 2026, etapa complementar inédita do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A iniciativa tem como objetivo ampliar a ocupação de vagas eventualmente disponíveis após a etapa regular do processo seletivo. 

Podem aderir ao Sisu+, exclusivamente, as instituições públicas e gratuitas de educação superior que participaram da etapa regular do Sisu 2026. A formalização ocorre por meio da assinatura eletrônica de termo aditivo ao termo de adesão da etapa regular, via sistema Sisu Gestão. 

Etapa complementar – O Sisu+ não é um novo processo seletivo, mas uma extensão da etapa regular do Sisu 2026. A iniciativa é realizada após o encerramento de convocações da lista de espera e a conclusão de eventuais processos seletivos próprios das instituições. 

As vagas ofertadas pelas instituições nessa etapa devem estar formalmente classificadas como disponíveis, seja por desistência, não confirmação de matrícula ou encerramento de todos os prazos previstos. 

Para os candidatos, o Sisu+ também amplia as possibilidades de escolha no âmbito do mesmo processo seletivo. Contudo, poderão participar da etapa complementar apenas os candidatos que tenham participado da etapa regular do Sisu 2026. 

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Nessa nova etapa, será permitido atualizar informações socioeconômicas, alterar modalidades de concorrência e escolher até duas opções de curso, independentemente das opções indicadas durante a etapa regular realizada em janeiro. 

Por integrar o mesmo processo seletivo do Sisu 2026, o Sisu+ observará as mesmas regras gerais de elegibilidade aplicáveis aos candidatos. O sistema de inscrição do Sisu realizará automaticamente a seleção das edições do Enem que atendam simultaneamente a tais exigências, desconsiderando aquelas em que o candidato tenha participado como “treineiro” e/ou tenha obtido nota zero na prova de redação. 

Algumas instituições de educação superior podem estabelecer notas mínimas para determinadas áreas do conhecimento do Enem em seus cursos. Se a nota do candidato não atender a esses critérios, o sistema exibirá uma mensagem indicando não ser possível concorrer às vagas naqueles determinados cursos. 

Cronograma – De acordo com o edital do Sisu+, o período de adesão das instituições ocorrerá de 4 a 29 de maio. As inscrições dos candidatos e a divulgação dos resultados ocorrerão em etapa posterior, a ser detalhada em edital específico. 

Otimização de vagas – A criação do Sisu+ destaca a estratégia do MEC de aprimorar o modelo do Sisu, ampliando oportunidades de acesso à educação superior e garantindo maior eficiência na ocupação das vagas ofertadas pelas instituições públicas. 

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Com o modelo anual do Sisu, a etapa complementar passa a atuar de forma residual, voltada ao preenchimento das vagas eventualmente disponíveis após a etapa regular do processo seletivo, com o objetivo de ampliar as oportunidades de ingresso na educação superior pública. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

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