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Gás Para Empregar impulsiona novas importações de gás argentino e reforça segurança energética do Brasil

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O Ministério de Minas e Energia (MME), por meio do programa Gás para Empregar, vem desempenhando papel decisivo na ampliação da oferta de gás natural ao Brasil. Em mais uma operação anunciada nesta terça-feira (23/04), a Gas Bridge Comercializadora (GBC), afiliada da argentina Pluspetrol, iniciou a importação de gás da formação de Vaca Muerta, uma das maiores reservas não convencionais do mundo.

A nova remessa marca a quarta operação do tipo anunciada este ano, reforçando a crescente integração energética entre Brasil e Argentina. Além da GBC, já realizaram importações em 2025 as empresas Edge Energy, Matrix Energia e MGas, utilizando rotas semelhantes via Bolívia​.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, destacou a importância estratégica dessas iniciativas. “O Gás para Empregar é a espinha dorsal da nossa política para garantir gás natural competitivo ao povo brasileiro e à nossa indústria. Com o apoio técnico e institucional do MME, estamos diversificando a oferta, estruturando rotas de suprimento, reduzindo custos e ampliando a segurança energética nacional”, afirmou.

Além de fortalecer a segurança energética, a ampliação das importações sul-americanas de gás contribui para a reindustrialização do Brasil, atraindo novos investimentos e gerando empregos — pilares do programa Gás para Empregar.

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“Nosso objetivo é garantir gás para todos os brasileiros — com previsibilidade, segurança jurídica e preço justo. Esse movimento de integração regional mostra que estamos no caminho certo para transformar o gás natural em vetor de desenvolvimento econômico e social”, concluiu Silveira.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Na Holanda, MME participa do principal congresso mundial sobre combustível sustentável de aviação

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O Ministério de Minas e Energia (MME) participa, entre os dias 15 e 17 de junho, do SAF Global Congress, em Amsterdã, na Holanda, principal evento internacional dedicado ao combustível sustentável de aviação (SAF, na sigla em inglês).

Representando a pasta, o secretário Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Renato Dutra, apresentou os avanços da política brasileira para o setor e destacou as oportunidades para ampliar investimentos e fortalecer a cadeia de produção de combustíveis sustentáveis no país.

Ao longo do congresso, a comitiva brasileira participa de diversos painéis sobre o papel dos governos na criação de um ambiente favorável aos investimentos em SAF, destacando o potencial brasileiro para a expansão da produção do combustível e as oportunidades da América Latina para transformar vantagens competitivas em projetos em escala comercial. Além do MME, participaram da delegação brasileira instituições como Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e ApexBrasil.

Os debates reunem os principais atores globais do setor, incluindo representantes de governos, empresas, companhias aéreas e instituições financeiras.

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Em sua participação, o secretário destacou que o Brasil reúne condições únicas para se consolidar como um dos principais fornecedores de combustível sustentável de aviação no mundo, graças à experiência acumulada na produção de biocombustíveis, à diversidade de matérias-primas e ao ambiente regulatório construído nos últimos anos. “O Brasil tem vantagens competitivas que poucos países possuem. Estamos construindo um ambiente seguro para investimentos e dialogando com os principais agentes internacionais para transformar esse potencial em projetos concretos, geração de empregos e desenvolvimento sustentável”, afirmou Dutra.

Além das perspectivas para o mercado brasileiro, as discussões abordaram temas como os mecanismos de incentivo à produção de SAF, os desafios para redução de custos, as estratégias adotadas por diferentes países para cumprir metas de descarbonização da aviação e o papel da cooperação internacional na ampliação da oferta global do combustível. Também foram debatidas as oportunidades para fortalecer a integração entre os países da América Latina e ampliar a participação da região na transição energética do setor aéreo.

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Segundo estudos apresentados pelo MME durante o evento, o Brasil possui potencial para produzir até 9 bilhões de litros de SAF a partir das matérias-primas mapeadas no país, volume equivalente a cerca de 125% do consumo brasileiro atual de querosene de aviação fóssil, o que fortalece a posição do País como potencial exportador.

Além disso, projetos viabilizados em escala comercial podem elevar a oferta nacional para aproximadamente 3,6 bilhões de litros por ano até 2035, consolidando o país como um importante polo de investimentos para a indústria de combustíveis sustentáveis de aviação.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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