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Governo do Brasil aprimora a política de educação inclusiva

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Com o objetivo de aprimorar a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva e a Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva, o Governo do Brasil publicou, nesta terça-feira, 9 de dezembro, o Decreto nº 12.773/2025. O normativo reforça as garantias previstas no Decreto nº 12.686/2025, publicado em outubro, e traz avanços como a ampliação do público da política, incluindo a oferta da educação especial inclusiva para a faixa de 0 a 3 anos de idade. Também assegura o direito a essa modalidade de ensino por estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e com altas habilidades ou superdotação, sem discriminação e com base na igualdade de oportunidades. 

A implementação da Política Nacional de Educação Especial Inclusiva tem como base a inclusão em classes e escolas comuns da rede regular, com o apoio necessário à participação, à permanência e à aprendizagem de todos os estudantes. 

O novo normativo também explicita a possibilidade de oferta da educação especial inclusiva por instituições privadas sem fins lucrativos especializadas com atuação exclusiva em educação especial, assim como esclarece a garantia da distribuição de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), conforme legislação já existente. 

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Formação – Outro ponto do novo decreto é o aumento da carga horária da formação continuada dos professores que atuam no atendimento educacional especializado e dos profissionais de apoio escolar. O objetivo é adequar os parâmetros de formação continuada à necessidade da oferta da educação inclusiva. 

Desse modo, os professores do atendimento educacional especializado (AEE) deverão ter formação inicial para a docência e, preferencialmente, formação específica em educação especial inclusiva, com carga mínima de 360 horas. A União apoiará estados e municípios na oferta de formação continuada. 

Já o profissional de apoio escolar deverá ter formação mínima de nível médio e formação específica de 180 horas. O decreto já esclarecia o papel do profissional de apoio escolar, que atuará na locomoção, na alimentação, na comunicação e na participação dos estudantes, de acordo com o Plano de Atendimento Educacional Especializado (PAEE) e o Plano Educacional Individualizado (PEI), que aparece de forma mais nítida no decreto. A oferta desse profissional será validada pelo estudo de caso do estudante, como parte do projeto político-pedagógico do estabelecimento de ensino, independente de resultado de diagnóstico, laudo, relatório ou qualquer documento emitido por profissional de saúde. 

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O PAEE e o PEI visam orientar o trabalho desenvolvido em sala de aula comum, bem como no AEE. Também guiarão as atividades colaborativas no estabelecimento de ensino e as ações de articulação intersetorial. 

As mudanças na Política Nacional de Educação Especial Inclusiva e na Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva reafirmam o compromisso do Governo do Brasil com os princípios da Constituição Federal, da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (Decreto nº 6.949/2009), da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015). O objetivo é ofertar a educação especial de forma transversal em todos os níveis, etapas e modalidades, com recursos e serviços que apoiem, complementem e suplementem o processo de escolarização.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)

Fonte: Ministério da Educação

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Pronatec oferece mais de 1,5 mil vagas verdes de qualificação profissional

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P ara o segundo semestre deste ano, está prevista a oferta de mais de 1,5 mil vagas em cursos de qualificação profissional relacionados ao meio ambiente, sustentabilidade e bioeconomia, por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), do Ministério da Educação (MEC). Em outubro, serão ofertados 11 cursos gratuitos nos estados de Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima e Rio Grande do Sul.

As vagas e os cursos disponíveis são ofertados por 14 instituições das redes federal e estaduais e podem ser consultados no Painel de Oportunidades do Pronatec, com a aplicação do filtro “Vagas Verdes” e seleção do mês “outubro”, no campo referente ao mês previsto para a oferta. 

Para participar, é necessário atender aos pré-requisitos de cada curso. As informações sobre inscrição, critérios e procedimentos estão disponíveis nos editais e nos canais oficiais das instituições ofertantes. 

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Cursos oferecidos: 

•    Aquicultor; 
•    Auxiliar de Operação de Biodigestores; 
•    Auxiliar de Produção de Biocombustíveis: Biodiesel e Bioquerosene de Aviação 
•    Horticultor Orgânico; 
•     Instalador de Sistemas de Armazenamento para Mini e Microgeração De Energia; 
•     Instalador de Sistemas Fotovoltaicos; 
•     Operador de Beneficiamento de Pescado; 
•     Profissional de Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Carregamento de Veículos Elétricos; 
•     Profissional de Manutenção de Veículos Elétricos Levíssimos e de Duas Rodas; 
•     Profissional de Manutenção em Sistemas Energéticos e Equipamentos Industriais; 
•     Profissional em Automação e Controle para Eficiência Energética. 

As vagas verdes são oportunidades de capacitação em áreas relacionadas à preservação, conservação, recuperação ou melhoria da qualidade ambiental. Elas dialogam diretamente com as mudanças climáticas e a necessidade crescente de profissionais preparados para uma atuação mais sustentável.  

O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego foi criado em 2011 com o objetivo de ampliar o acesso à educação profissional e tecnológica no Brasil. O fomento do Pronatec é voltado à oferta de cursos de qualificação profissional e técnicos, contribuindo para a inserção de jovens e adultos no mundo do trabalho.  

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) 

Fonte: Ministério da Educação

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