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Governo federal mapeia uso do BIM em cursos da construção civil

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O governo federal – por meio dos ministérios da Educação (MEC), do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) – está conduzindo dois levantamentos nacionais para mapear a adoção da consolidação da metodologia BIM (Modelagem da Informação da Construção, na sigla em inglês) no país. O primeiro questionário será realizado em parceria com o MEC e visa mapear a inserção da metodologia em cursos superiores e técnicos voltados à construção civil; o segundo vai realizar o diagnóstico da adoção do BIM na Administração Pública Federal. 

A ação integra o Plano de Ação da Nova Estratégia BIM BR (2025–2027) e tem como objetivo impulsionar a concentração das cadeias produtivas nacionais da construção civil e de obras de infraestrutura, priorizando a digitalização e a adoção de sistemas construtivos inteligentes. 

Formação profissional – Na área da educação, a ação visa aproximar a política educacional das necessidades da transformação digital na indústria da construção. Nesse sentido, a pesquisa realizada pelo MEC vai mapear a maturidade BIM educacional existente. A pesquisa está sendo enviada a cursos de engenharia civil, arquitetura e urbanismo de universidades e Institutos Federais, bem como a cursos técnicos de edificações e áreas correlatas. O prazo para envio das respostas do formulário vai até 15 de agosto. 

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Administração pública – Realizados no âmbito do grupo de trabalho da Nova BIM BR, os levantamentos visam à identificação de lacunas e à coleta de subsídios para a regulamentação da Nova Lei de Licitações, que estabeleceu o uso prioritário do BIM em contratações públicas de obras e serviços de engenharia. 

O questionário foi dirigido aos órgãos da esfera federal direta e indireta. O MDIC espera que o formulário seja respondido até 29 de agosto pelas unidades responsáveis pela contratação, fiscalização de projetos e obras, operação e manutenção de ativos e formulação de políticas públicas relacionadas à infraestrutura e construção civil. Dúvidas podem ser enviadas para o e-mail [email protected]

Nova Estratégia BIM BR – O Plano de Trabalho da Nova Estratégia BIM BR (2025-2027) é um roteiro detalhado para a consolidação do BIM no país. Ele parte de três premissas: estruturar o setor público para a utilização do BIM, em conformidade com a Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos (NLLC); aproximar a política educacional das necessidades de transformação digital da indústria de arquitetura, engenharia, construção e operação (AECO); e criar condições para aumentar os investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), promovendo o desenvolvimento econômico e sustentável da indústria da construção, com o apoio do BIM e de tecnologias correlatas. 

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BIM – A modelagem da informação da construção, na sigla em inglês, é o conjunto integrado de processos e tecnologias que permite criar, utilizar, atualizar e compartilhar, colaborativamente, modelos digitais de uma construção. O uso do BIM possibilita “construir virtualmente” e realizar diversos tipos de análises e simulações, antecipando eventuais problemas que não poderiam ser identificados no método tradicional de elaboração de projetos. O BIM é o alicerce para a Construção 4.0. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do MDIC 

Fonte: Ministério da Educação

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Oficina do MEC aborda planejamento intersetorial no Marajó

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase), realiza, entre os dias 29 de junho e 1º de julho, em Belém (PA), a Oficina de Validação, Priorização e Pactuação de Iniciativas do Planejamento Regional Intersetorial de Educação do Marajó. A atividade reúne representantes dos governos federal, estadual e municipal, além de instituições parceiras para validar e priorizar propostas voltadas ao enfrentamento dos principais desafios educacionais do arquipélago. 

A oficina integra o Planejamento Regional Intersetorial de Educação do Marajó, iniciativa coordenada pelo MEC em parceria com os 18 municípios da região, o Governo do Pará e a governança colaborativa do Gabinetes de Articulação para a Efetividade da Política da Educação (Gaepe/Marajó). Durante os três dias de programação, são discutidas iniciativas relacionadas à insegurança alimentar e nutricional, ao trabalho infantil e juvenil, à violência, ao acesso à saúde e aos impactos das mudanças climáticas, além da construção de subsídios para o Programa Educação Marajoara Intersetorial e Transformadora, desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA). 

Segundo o diretor de Articulação Intersetorial da Sase, Antonio Claret Campos Filho, essa etapa representa o avanço do planejamento para a implementação das ações. “A partir das iniciativas priorizadas pelos gestores do Marajó, nosso foco agora é implementá-las de forma colaborativa, articulando os diversos atores relevantes e contando com a participação da universidade para desenvolver ações nas áreas temáticas e apoiar a governança ao longo de todo o processo”, afirmou. 

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Ao participar da construção desse planejamento, o MEC fortalece a articulação entre os entes federativos e as diferentes políticas públicas, contribuindo para a implementação de ações integradas que respondam às especificidades do Marajó. A oficina também definirá a proposta de governança e os próximos passos para a execução e o monitoramento das iniciativas priorizadas. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sase 

Fonte: Ministério da Educação

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