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Inaugurado Campus Jaguaquara do Instituto Federal da Bahia

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O Ministério da Educação (MEC) inaugurou, na sexta-feira, dia 6 de junho, o Campus Jaguaquara, do Instituto Federal da Bahia (IFBA). Localizado no sudoeste do estado, no município de mesmo nome, a unidade beneficia um território que integra 20 municípios baianos Jaguaquara é considerado um polo regional do Vale do Jiquiriçá.  

A cerimônia de inauguração contou com a presença do diretor de Desenvolvimento da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica do MEC, Charles Okama de Souza, e do ministro da Casa Civil, Rui Costa. Ainda estiveram presentes a reitora do IFBA, Luzia Mota, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, e a prefeita de Jaguaquara, Edione Oliveira. 

“Uma nova unidade de instituto federal é garantia de oportunidades para jovens e adultos com uma formação técnica gratuita e de qualidade. A interiorização da educação profissional pelo governo federal é um compromisso iniciado na primeira gestão do presidente Lula e que estamos retomando com a construção dos 102 novos campi de institutos federais pelo Brasil”, destacou Charles Okama. 

Para a reitora, a implantação do campus representa um avanço na interiorização da educação pública de qualidade no estado, proporcionando acesso a cursos técnicos e superiores que atendem às vocações locais, como agroecologia, cooperativismo e gestão de pequenos negócios. “A oferta de educação no próprio município evita que os jovens precisem se deslocar para outras cidades em busca de formação, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social da região”, afirmou Luzia. 

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Com o terreno de 70.000 m², o campus conta com uma área construída de 7.570 m². A estrutura inclui 15 salas de aula, 10 laboratórios, ginásio de esportes, piscina semiolímpica, biblioteca, auditório e refeitório, além de áreas administrativas. Em 2025, o campus recebeu orçamento na Lei Orçamentária Anual (LOA) no valor de R$ 702,1 mil. 

Estudantes Atualmente, o campus oferta o curso técnico integrado em agroecologia e três cursos de qualificação profissional. De 2023 até agora, a unidade matriculou mais de mil estudantes. 

A construção da unidade de ensino foi finalizada em 2022 ainda como centro de referência do IFBA. A autorização para funcionamento do campus foi expedida pelo MEC no final de 2023. A unidade tem tipologia prevista de 40 professores e 26 técnicos-administrativos em educação, com capacidade de atendimento de até 800 estudantes. 

Expansão – Com objetivo de ampliar a oferta de cursos técnicos de nível médio, o governo federal anunciou a expansão dos institutos federais (IFs), com a construção de mais de 100 novas unidades em todo o Brasil. A previsão é gerar mais de 140 mil novas vagas de educação profissional e tecnológica quando estiverem em pleno funcionamento, majoritariamente de cursos técnicos integrados ao ensino médio 

Os novos campi estão sendo construídos com recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), com investimento de R$ 2,5 bilhões. Cada nova unidade tem custo estimado de R$ 25 milhões e capacidade para atender, em média, 1.400 estudantes. As unidades atenderão regiões que ainda não possuem campi ou que registrem número baixo de matrículas em cursos técnicos de nível médio em relação à população da região. 

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Creche Durante a agenda, a comitiva do governo federal inaugurou também, no município de Jaguaquara, a Creche Municipal Tereza Muniz. A unidade foi construída com recursos do Novo PAC, que somaram mais de R$ 1,6 milhão. Contratada em 2012, a creche teve sua conclusão registrada em outubro de 2024, em função dos recursos do PAC, que garantiram a retomada e conclusão da obra. 

Outros empreendimentos do Novo PAC em Jaguaquara incluem uma creche do Bairro São Jorge, no valor de R$ 651 mil; um espaço esportivo comunitário, no valor de R$ 1,5 milhão; uma escola em tempo integral, no valor de R$ 11,5 milhões; um ônibus escolar, no valor de R$ 470 mil; e uma unidade básica de saúde, no valor de R$ 1,8 milhão. 
 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec/MEC) 

 

Fonte: Ministério da Educação

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Viaje por São Miguel das Missões (RS), um encontro com a história do Brasil

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Entre igrejas de pedra, esculturas sacras e vestígios de construções que atravessaram séculos, São Miguel das Missões (RS) preserva um dos mais importantes sítios arqueológicos do Brasil. Reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial desde 1983, o local guarda as ruínas do antigo povoado de São Miguel Arcanjo, criado por missionários jesuítas e indígenas guaranis durante o período colonial.

Instalado entre os séculos 17 e 18, no território que hoje corresponde ao Brasil e à Argentina, o sítio integra um conjunto de antigas missões. Essas comunidades foram criadas pelos jesuítas para catequizar os povos guaranis, mas também funcionavam como centros de moradia, agricultura, educação, música, arte e produção artesanal.

Com o fim das missões, parte das construções foi abandonada e as ruínas preservadas hoje ajudam a contar essa história.

Reconhecimento

A Unesco reconheceu São Miguel das Missões por preservar o mais importante conjunto preservado das Missões Jesuítico-Guaranis no Brasil. As ruínas da Igreja de São Miguel Arcanjo, da praça central e de outras estruturas do antigo povoado ajudam a compreender como viviam indígenas guaranis e missionários jesuítas entre os séculos 17 e 18.

O sítio brasileiro integra um Patrimônio Mundial compartilhado com quatro antigas missões na Argentina, formando um dos mais importantes conjuntos históricos da América do Sul.

O que fazer

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Entre os principais atrativos estão:

  • Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo: principal atração da cidade, reúne as ruínas da antiga igreja, da torre e de construções que faziam parte do povoado missioneiro.

  • Museu das Missões: apresenta imagens sacras, esculturas e objetos produzidos nas antigas missões, além de ajudar o visitante a entender a organização desses povoados.

  • Espetáculo Som e Luz: realizado à noite, usa iluminação e narração para contar a história das Missões Jesuítico-Guaranis.

  • Praça das Missões: em frente às ruínas, oferece uma das principais vistas do conjunto histórico.

  • Artesanato missioneiro: produzido por artesãos da região, reúne peças inspiradas na cultura guarani e na história das missões.

Quem estiver de carro pode aproveitar a viagem para conhecer outros destinos da Rota das Missões, como Santo Ângelo, São João Batista e o Santuário do Caaró, que ajudam a compreender a história da presença jesuítica no Sul do Brasil.

Quando visitar

São Miguel das Missões pode ser visitada durante todo o ano. Entre outubro e maio, as temperaturas são mais altas e favorecem os passeios ao ar livre.

Entre os principais eventos estão:

  • Espetáculo Som e Luz: realizado regularmente junto às ruínas.

  • Réveillon nas Missões: com apresentações culturais.

  • Semana Nacional dos Museus: com programação especial no Museu das Missões.

  • Semana Farroupilha: celebrada em setembro, com atividades culturais em toda a região.

  • Celebrações religiosas e eventos ligados à cultura missioneira: ao longo de todo o ano.

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Como chegar

São Miguel das Missões está localizada na Região das Missões, no noroeste do Rio Grande do Sul. O acesso mais rápido é pelo Aeroporto Regional Sepé Tiaraju, em Santo Ângelo, a cerca de 50 quilômetros do município. A partir dali o trajeto pode ser feito de carro, ônibus ou traslado.

Também é possível chegar pelo Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Nesse caso, a viagem até São Miguel das Missões é feita por rodovia, em um percurso de aproximadamente 480 quilômetros.

Para quem viaja de carro, o principal acesso é pela BR-285, que liga a cidade a municípios da Região das Missões e a outras rodovias do estado.

Patrimônio Mundial

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de valor universal excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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