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Lençóis Maranhenses lidera lista de principais destinos de ecoturismo no Brasil
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O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses (MA) desponta como o principal destino de ecoturismo do Brasil para conhecer em 2026. O reconhecimento vem de um levantamento da plataforma PlanetaEXO, especializada em experiências e viagens sustentáveis, que colocou o ícone maranhense no topo do ranking. Na sequência, aparecem a Amazônia — com destaque para os estados do Amazonas e do Pará — e Barra do Garças (MT), formando o trio de destinos mais desejados do país para quem busca natureza, aventura e consciência ambiental.
Considerado o maior campo de dunas da América do Sul, os Lençóis Maranhenses impressionam pela paisagem única, marcada por milhares de lagoas de águas cristalinas que surgem com o regime de chuvas. Caminhadas, travessias e passeios contemplativos convidam o visitante a desacelerar, aprofundar a conexão com a natureza e experimentar, em cada passo, a grandiosidade do parque nacional. Um cenário que se tornou referência para a fotografia e para experiências turísticas mais autênticas e tranquilas.
Ao todo, a lista da plataforma PlanetaEXO reúne 15 destinos que representam os principais biomas brasileiros e evidenciam a força do ecoturismo como vetor de desenvolvimento sustentável. A curadoria prioriza vivências ao ar livre, como trilhas, observação de fauna, travessias e experiências imersivas na natureza, incentivando viagens mais longas, maior vínculo com o território e impactos positivos para as comunidades locais.
O anúncio da seleção ocorre em um momento estratégico para o turismo nacional. Em 2025, o Brasil recebeu 9,2 milhões de turistas estrangeiros — o maior número já registrado —, consolidando o país no cenário internacional e reforçando o potencial de destinos naturais como protagonistas do crescimento do setor.
RECONHECIMENTO – Em julho de 2024, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses recebeu o título de Patrimônio Natural da Humanidade, concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Entre os critérios avaliados que levaram a unidade de conservação a conquistar o reconhecimento estão sua beleza excepcional e o fato de ser um fenômeno natural único no mundo.
Além dos Lençóis Maranhenses, outras sete áreas brasileiras possuem o título de Patrimônio Natural da Humanidade: Pantanal (MT/MS), Amazônia Central (AM), Costa do Descobrimento (BA/ES), complexo Ilhas Atlânticas (Fernando de Noronha e Atol das Rocas), Parque Nacional do Iguaçu (PR), Vale do Ribeira (PR/SP) e complexo Chapada dos Veadeiros/Parque das Emas (GO).
CONFIRA A LISTA COMPLETA DA PLANETAEXO:
1. Lençóis Maranhenses (MA)
2. Amazônia (AM/PA)
3. Barra do Garças (MT)
4. Chapada Diamantina (BA)
5. Cambará do Sul (RS)
6. Jalapão e Serras Gerais (TO)
7. Chapada dos Veadeiros (GO)
8. Pantanal (MT/MS)
9. Vale do Catimbau (PE)
10. Nobres (MT)
11. Serra da Capivara (PI)
12. Cerrado – Trijunção (GO/MG/BA)
13. Ibitipoca (MG)
14. Abrolhos (BA)
15. Fernando de Noronha (PE)
Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino
O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.
Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade.
O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.
As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.
Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:
|
Secretarias municipais |
2024 |
2026 |
|
Índices |
Brasil |
Brasil |
|
Geral |
26,6 |
34,7 |
|
Institucionalização |
38,7 |
55,8 |
|
Formação |
20,4 |
28,7 |
|
Gestão |
26,0 |
27,0 |
|
Material Didático |
31,1 |
34,2 |
|
Financiamento |
20,6 |
39,9 |
|
Avaliação e Monitoramento |
45,0 |
60,2 |
Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).
Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.
As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.
Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação



