CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

Lewandowski recebe título de professor emérito da USP

Publicados

BRASIL

Brasília, 27/05/2025 – Honraria é concedida a docentes que se destacaram pela excelência acadêmica, contribuições à pesquisa, ao ensino e à vida institucional. O ministro é o terceiro professor da Faculdade de Direito da USP a receber o reconhecimento

Brasília, 27/05/2025 – Nesta terça-feira (27), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, recebeu o título de professor emérito da Universidade de São Paulo (USP). A comenda é um reconhecimento à sua destacada trajetória acadêmica e às relevantes contribuições ao ensino, à pesquisa e à vida pública no Brasil. A aprovação foi quase unânime: 102 votos favoráveis entre 104 votantes.

Ele é o terceiro docente da Faculdade de Direito da USP a receber a honraria, concedida a professores aposentados que se distinguiram por suas atividades didáticas e de pesquisa ou que tenham contribuído, de modo notável, para o progresso da instituição.

O reitor Carlos Gilberto Carlotti Junior agradeceu à Faculdade de Direito pela indicação e ressaltou que “a USP é que fica engrandecida por ter uma pessoa como o ministro Lewandowski como professor emérito da nossa universidade”.

Já o diretor da Faculdade de Direito, Celso Fernandes Campilongo, afirmou que “o professor Lewandowski é um expoente da Teoria do Estado no cenário nacional e contribuiu para a formação de inúmeros juristas — inclusive vários de nós — e, além das suas qualidades e virtudes como docente, teve uma carreira brilhante”.

Leia Também:  MEC lança exame para avaliar a formação médica no Brasil

Currículo

Formado em Ciências Políticas e Sociais e em Direito, detém os títulos de mestre, doutor e livre-docente em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo e de Master of Arts em Relações Internacionais pela Fletcher School of Law and Diplomacv, da Tufts University, administrada em cooperação com a Harvard University, nos Estados Unidos.

Docente da Faculdade de Direito da USP desde 1978, o professor Lewandowski dedicou mais de quatro décadas à formação de juristas no Largo São Francisco. Foi professor titular de Teoria Geral do Estado a partir de 2003 e se aposentou em 2023, mas seguia como professor sênior voluntário. Ao longo de sua carreira, desenvolveu obras acadêmicas de grande relevância. Sua produção é amplamente reconhecida, especialmente nas áreas de direitos humanos, federalismo e teoria do Estado. Também coordenou obras coletivas importantes e publicou diversos artigos em livros e periódicos especializados.

Foi presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça no biênio 2014-2016. Ocupou interinamente o cargo de presidente da República Federativa do Brasil em 2014 e de presidente do Senado Federal, no julgamento do processo de impeachment em 2016. Também exerceu o cargo de presidente do Tribunal Superior Eleitoral na gestão 2010-2012. Foi juiz do Tribunal de Alçada Criminal do Estado de São Paulo e desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

Leia Também:  Respad: primeira turma conclui capacitação para operações integradas em cenários de desastres

Em 1° de janeiro de 2024, assumiu a presidência do Tribunal Permanente de Revisão do Mercado Comum do Sul (Mercosul), tendo deixado a função para exercer o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública a partir de 1º de fevereiro de 2024, nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Escreveu artigos e livros, entre eles Globalização, Regionalização e Soberania (2004), Pressupostos Materiais e Formais da Intervenção Federal no Brasil (2018) e Origem, Estrutura e Eficácia das Normas de Proteção aos Direitos Humanos na Ordem Interna e Internacional (1982). Coordenou a obra Direito Marítimo: Estudos em Homenagem aos 500 anos da Circum-Navegação de Fernão de Magalhães (2020) e também publicou, recentemente, o livro Reflexões Conjunturais (2022).

Lewandowski recebeu diversas homenagens, títulos de cidadania, graus de doutor honoris causa e condecorações, destacando-se as Medalhas da Ordem de Rio Branco, do Mérito Naval, do Mérito Militar, do Mérito Aeronáutico e do Congresso Nacional.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

BRASIL

MDIC promove oficinas em Roraima para ampliar base exportadora do estado

Publicados

em

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) promoverá em Boa Vista (RR), nos dias 16 e 17 de abril, oficinas para construção da Política Nacional de Cultura Exportadora (PNCE) no estado.

“Nosso objetivo é ampliar o alcance dos benefícios do comércio exterior, levando-os a mais regiões, empresas e trabalhadores. Para isso, a expansão da base exportadora brasileira conta com uma parceria estruturada com entidades representativas do estado”, disse a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres.

A iniciativa, realizada em parceria com o governo de Roraima, reúne instituições federais e locais para estruturar o Plano Estadual de Promoção da Cultura Exportadora.

As atividades dos dias 16 e 17 serão realizadas no Palácio Senador Hélio Campos e incluem diagnóstico, definição de prioridades e construção de estratégias para ampliar a inserção de micro, pequenas e médias empresas no comércio internacional.

A ação é coordenada pela Secex, que preside o Comitê Nacional para a Promoção da Cultura Exportadora (CNPCE), em conjunto com a Secretaria de Agricultura, Desenvolvimento e Inovação de Roraima (SEADI). Cerca de 30 técnicos participam das oficinas.

Leia Também:  Estande do Ministério do Turismo na COP30 inicia série de painéis para celebrar o Dia do Turismo

A diretora de Promoção das Exportações e Facilitação do Comércio da Secex, Janaína Silva, destacou o momento estratégico de Roraima.

“A proximidade com a Guiana, impulsionada pela expansão da indústria de petróleo, abre uma janela concreta de oportunidades para o estado ampliar sua presença no comércio exterior”, ressaltou.

Em 2025, Roraima exportou cerca de US$ 240,6 milhões, com destaque para produtos como soja, óleos vegetais, farelo de soja e alimentos processados, tendo como principais destinos Venezuela, Guiana, China, Tailândia e Espanha.

Estados

Instituída em 2023, a Política Nacional de Cultura Exportadora tem como objetivo ampliar o número de empresas brasileiras exportadoras e fortalecer a presença do país no comércio internacional, com foco na inclusão de micro, pequenas e médias empresas.

A política é coordenada pelo MDIC, com apoio de diversos órgãos públicos e entidades privadas, e já alcançou todos os estados da federação. A construção dos planos estaduais começou em 2023 e vem avançando de forma estruturada, consolidando uma estratégia nacional de expansão das exportações.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

Leia Também:  CMSE destaca garantia da segurança eletroenergética do país em 2026 e mantém monitoramento da evolução do período chuvoso

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA