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MEC debate currículo integrado e conhecimento na EJA

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), promoveu, na quarta-feira, 2 de julho, o 9º Círculo de Cultura Virtual do Programa de Formação em Serviço dos Professores da Educação de Jovens e Adultos (EJA), o último deste semestre. O webinário debateu o tema “Currículo Integrado e Totalidades de Conhecimento na EJA” e foi transmitido pelo canal do MEC no YouTube. O encontro reuniu educadores, gestores, pesquisadores e demais interessados na EJA. 

O encontro virtual foi promovido pelo MEC em parceria com o Instituto Federal Farroupilha (IFFar). A atividade integra o Programa Nacional de Formação para a Docência na EJA (ProfEJA), no âmbito do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação na Educação de Jovens e Adultos (Pacto EJA). O programa busca apoiar educadores na construção de práticas pedagógicas mais inclusivas, considerando a totalidade de saberes e experiências dos sujeitos da EJA. 

Na abertura, a diretora de Políticas de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos da Secadi, Ana Lúcia Sanches, destacou que o MEC defende a reparação histórica da desigualdade social que não garantiu o direito à educação de muitos jovens, adolescentes, adultos e idosos.  

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“Defendemos a igualdade socioeducacional, que revela que uma parte da população brasileira ficou no canto, do lado. A pessoa serviu para ser babá de alguém, para trabalhar numa casa de família ou para cuidar dos próprios familiares. A história da EJA são pessoas que destinaram a sua própria vida à vida dos outros. É por isso que o resgate da EJA é tão importante”, ressaltou. 

Sanches também destacou que o Pacto EJA foi uma das maiores conquistas na garantia do direito à educação para esse público e que é inaceitável o fato de que alguns municípios brasileiros ainda não tenham classes da EJA. “A gente luta para ter mais vagas na EJA e para assegurar esse lugar digno. Não é justo e não é certo que algum município do país ainda se mantenha sem ter uma sala de educação de jovens e adultos. Estamos empenhados para que todos os estudantes que precisam da educação tenham uma sala aberta”, comentou. 

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O evento foi um espaço de troca de saberes, com o objetivo de fortalecer a formação continuada dos profissionais da área. A convidada especial desta edição foi a professora Liana Borges, referência nacional na EJA, que coordenou políticas públicas em Porto Alegre e no Rio Grande do Sul. Ela representa o MOVA-Brasil na Comissão Nacional de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos (CNAEJA) e integra a Rede Internacional Café com Paulo Freire.  

O webinário reuniu professores com experiência prática na área, estudantes de cursos de licenciatura, pesquisadores, gestores escolares e profissionais interessados em políticas públicas educacionais. 

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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MEC reconhece iniciativas que fortalecem alimentação escolar no país

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O Ministério da Educação (MEC), por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), realizou, nesta terça-feira, 23 de junho, o Prêmio PNAE 2026, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília (DF). A premiação reconheceu as iniciativas que fortaleceram o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e ampliaram o acesso dos estudantes a uma alimentação adequada, saudável e de qualidade.  

O evento reuniu em torno de mil pessoas, entre gestores, nutricionistas, merendeiras, agricultores familiares, pesquisadores e representantes da comunidade escolar. A programação incluiu a entrega de premiações e homenagens a ações voltadas à educação alimentar e nutricional, à participação social e ao incentivo à agricultura familiar, além de reconhecer as experiências que melhoram a alimentação oferecida nas escolas públicas. 

A primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva, que também é embaixadora da Alimentação Escolar Brasileira e Campeã da Boa Vontade da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) contra a fome, participou remotamente da cerimônia e destacou o protagonismo do Brasil na área da alimentação escolar.  

“Tenho muito orgulho de dizer que, quando o assunto é alimentação escolar, o Brasil lidera pelo exemplo. Eu sempre falo isto em todas as conversas internacionais e em todas as minhas falas nos eventos em que eu sou convidada a participar: ‘nós lideramos pelo exemplo na alimentação escolar’”.  

Na sequência, o secretário-executivo do MEC, Rodolfo Cabral, ressaltou o papel estratégico do PNAE na promoção da aprendizagem, da saúde e da inclusão social dos estudantes.  “O Programa Nacional da Alimentação Escolar, nosso PNAE, é um dos pilares desse esforço. É um programa que chega a todos os municípios brasileiros, dialoga com diferentes realidades e impacta diretamente a vida de milhões de estudantes”.  

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A presidente do FNDE, Fernanda Pacobahyba, ressaltou os avanços alcançados pelo PNAE nos últimos anos, resultado da prioridade dada pelo governo federal às áreas de segurança alimentar e educação. Ela recordou que a retomada das instâncias de participação social ligadas à alimentação escolar foi uma das primeiras medidas adotadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2023, reforçando a gestão participativa e o diálogo com a sociedade.  

“A alimentação escolar vai muito além da oferta de refeições. Ela representa cuidado, segurança alimentar, fortalecimento da agricultura familiar e compromisso com a permanência dos estudantes na escola. Cada avanço no PNAE reflete a prioridade que o governo federal tem dado à educação e à garantia de direitos”.  

Premiações  Foram premiadas as melhores receitas da alimentação escolar. A iniciativa valorizou o trabalho de merendeiras, merendeiros e nutricionistas, responsáveis pela alimentação dos estudantes da rede pública de ensino. Ao todo, 55 receitas foram premiadas em todo o país. Cada merendeira vencedora recebeu R$ 5 mil, enquanto as escolas contempladas receberam R$ 8 mil para investimentos em equipamentos e melhorias na infraestrutura das cozinhas escolares. 

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O Prêmio contou ainda com painéis sobre o papel da alimentação escolar no combate à má nutrição, à promoção da educação alimentar e nutricional e à participação social para garantir o direito à alimentação adequada. Além disso, houve uma discussão sobre os desafios e as perspectivas para o futuro da alimentação escolar brasileira. 

Educação alimentar  O evento também destacou a Jornada de Educação Alimentar e Nutricional (EAN). A ação incentiva escolas públicas de todo o país a desenvolverem atividades educativas que promovam hábitos alimentares saudáveis e fortaleçam a relação entre alimentação, educação e cidadania.  

Na 7ª edição, a Jornada mobilizou 2.838 escolas públicas de todo o país, das quais 817 concluíram todas as etapas previstas. Ao todo, 20 experiências foram selecionadas e receberão premiação de R$ 10 mil cada.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do FNDE

Fonte: Ministério da Educação

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