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MEC discute ensino médio como política estratégica

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O Ministério da Educação (MEC) realizou nesta quinta-feira, 29 de janeiro, o encontro online “Ensino Médio como política estratégica em pauta nas semanas pedagógicas: acesso, permanência e trajetória escolar regular das juventudes”. A iniciativa buscou apoiar o planejamento e a gestão das secretarias estaduais de educação durante suas jornadas pedagógicas. O foco foi integrar o Programa Pé-de-Meia à Política Nacional do Ensino Médio (PNAEM), promovendo uma visão sistêmica do ensino médio público.  

Na abertura, foi transmitido um vídeo da secretária de educação básica do MEC, Katia Schweickardt. Ela destacou a importância do encontro para sanar as dificuldades comuns às equipes e garantir o direito de aprendizagem dos estudantes do ensino médio. “É preciso combater o abandono, a evasão, tornar o nosso currículo muito mais atrativo, a escola mais acolhedora, escutar mais esses estudantes, ajudá-los a estar mais presentes verdadeiramente na escola”, observou. 

Marisa Costa, diretora do programa Pé-de-Meia e diretora de Incentivos de Estudantes da Educação Básica, disse que o momento concretiza “o movimento formativo de 2026 para a equipe técnica que hoje atua com a política do ensino médio nos estados e também com o programa Pé-de-Meia”. 

O evento foi transmitido pelo canal do MEC no YouTube e teve como público 300 participantes, como: articuladores da Rede Nacional de Implementação do Programa Pé-de-Meia (Renapem), equipes estaduais responsáveis pela Política Nacional do Ensino Médio (PNAEM), operadores dos institutos federais, redes municipais de ensino e demais atores do Programa Pé-de-Meia.  

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A programação abordou cinco eixos temáticos: Marco Conceitual da Formação, com a  discussão sobre o ensino médio como prioridade estratégica e o caráter integrado do Pé-de-Meia; Evasão, abandono e frequência escolar, abordando a evasão como características multidimensionais e a frequência escolar como indicador pedagógico; O papel do Pé-de-Meia na trajetória escolar do educando, que tratou das potencialidades estratégicas do programa e do sentido da experiência escolar; e Orientações operacionais para as redes, com foco em calendário e responsabilidades, critérios de elegibilidade, comunicação controlada e gestão de frequência com uso pedagógico de dados. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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Ajuste do Fundeb 2025 garante mais R$ 710 milhões a entes

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A arrecadação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) em 2025 superou as previsões iniciais e resultou em um reforço nos repasses da União para estados e municípios. Ao todo, o Fundo alcançou R$ 282,53 bilhões, o que representa R$ 13,49 bilhões a mais do que o estimado no início do ano passado (R$ 269,03 bilhões). 

Com a revisão, a complementação da União também foi ampliada. Após a dedução de R$ 3,053 bilhões destinados ao fomento de matrículas em tempo integral, conforme o inciso XIV do art. 212-A da Constituição Federal, o valor total passou de R$ 56,15 bilhões para R$ 56,29 bilhões.  

Os recursos adicionais foram distribuídos da seguinte maneira: R$ 26,68 milhões na complementação Valor Anual por Aluno (VAAF); R$ 24,51 milhões na complementação Valor Anual Total por Aluno (VAAT), e R$ 5,1 milhões na complementação Valor Anual por Aluno Resultado (VAAR).  

Portaria Interministerial MEC/MF nº 5/2026, publicada em 30 de abril, que apresenta os demonstrativos do ajuste anual, também atualizou os valores mínimos por aluno. O VAAF-MIN passou de R$ 5.669,79 para R$ 5.670,14, enquanto o VAAT-MIN foi reajustado de R$ 8.020,77 para R$ 8.024,31. A norma atualizou ainda as estimativas de complementação da União ao Fundeb para o exercício de 2026. 

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Os valores do ajuste foram creditados, em parcela única, nas contas de estados e municípios na última quinta-feira, 30 de abril. A medida foi coordenada pelo Ministério da Educação (MEC), por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e reforça o compromisso do governo federal com o fortalecimento da educação básica pública. 

Com a complementação VAAF, foram beneficiados os fundos estaduais de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí. Já na complementação VAAT, 2.375 municípios receberam recursos, incluindo dois novos entes que passaram a atender aos critérios legais: Taguaí (SP) e Rubim (MG). 

Previsto na Lei nº 14.113/2020, que regulamenta o novo Fundeb, o ajuste anual tem como objetivo adequar os valores da complementação da União com base na arrecadação efetiva de impostos e transferências. Esses dados, apurados pela Secretaria do Tesouro Nacional, substituem as estimativas utilizadas ao longo do exercício anterior. 

A atualização fortalece diretamente as redes públicas de ensino, viabilizando investimentos em infraestrutura escolar, aquisição de materiais didáticos, transporte escolar e outras ações voltadas à manutenção e ao desenvolvimento da educação básica. A medida também contribui para maior transparência, equidade e eficiência na gestão dos recursos educacionais.  

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Fundeb – O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) é um fundo permanente, de natureza contábil e âmbito estadual, composto por 27 fundos (um por unidade da Federação). É formado por recursos provenientes de impostos e transferências dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, além da complementação da União. Os recursos do Fundeb são destinados exclusivamente à manutenção e ao desenvolvimento da educação básica pública e à valorização dos profissionais da educação, independentemente de sua origem. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)  

Fonte: Ministério da Educação

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