BRASIL
MEC disponibiliza coleção sobre Educação em Direitos Humanos
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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), lançou o terceiro caderno da Coleção Educação em Direitos Humanos. Intitulado “O Papel das Escolas na Promoção de Direitos de Migrantes, Refugiados e Apátridas”, o volume tem o objetivo de ajudar os profissionais da educação a atuarem como promotores dos direitos dessa população, contribuindo com a consolidação da escola como um espaço de proteção e acolhimento.
O material traz conceitos fundamentais sobre migrações, o panorama atual dos movimentos migratórios no Brasil e as dificuldades observadas na promoção dos direitos de migrantes internacionais, especialmente quando falamos de crianças e adolescentes, além de abordar a legislação internacional e nacional de proteção desse público e o que a escola deve e pode fazer para contribuir com o seu acolhimento. A edição já está disponível na plataforma MEC RED, onde é possível acessar também os dois volumes anteriores.
Sobre a Coleção – O volume 3 dá continuidade à proposta dos cadernos anteriores de disponibilizar aos profissionais da educação textos objetivos e informativos que sensibilizem, capacitem e instrumentalizem esses profissionais a trabalharem na perspectiva da Educação em Direitos Humanos.
Os cadernos são produzidos pela Secadi, do Ministério da Educação, em parceria com a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e com a Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI). Os cadernos buscam dar materialidade a recomendações presentes na legislação brasileira acerca dos direitos da criança e do adolescente, bem como do papel da escola para efetivação desses direitos. As recomendações tiveram como base a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (PNEDH) e as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos (DNEDH).
Edições anteriores – O volume 1, intitulado “O Papel da Escola no Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes” visa contribuir para que a escola se torne um espaço mais seguro, acolhedor e protetor. Nesse sentido, o livro digital apresenta conceitos, procedimentos e metodologias pedagógicas que possibilitem uma melhor compreensão do fenômeno da violência sexual contra crianças e adolescentes.
O livro ainda aponta os caminhos para uma articulação efetiva, multidisciplinar e intersetorial, a fim de desenvolver ações de prevenção, atendimento e encaminhamento das situações identificadas na comunidade escolar e em seu entorno, a partir das orientações previstas no Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes (PNEVSCA).
O volume 2, intitulado “O Papel da Escola no Enfrentamento ao Trabalho Infantil”, reforça que a escola é um espaço estratégico de prevenção e enfrentamento do trabalho infantil, pois é nela que muitas situações de vulnerabilidade podem ser identificadas. Por meio de práticas pedagógicas voltadas à cidadania, à reflexão crítica e à valorização da infância, educadores podem contribuir para a conscientização sobre o tema e para a criação de redes locais de cuidado, com a compreensão de que a escola é parte da rede de proteção do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente (SGDCA).
O material propõe ações educativas e formativas que estimulem o debate sobre o tema em sala de aula, integrando o enfrentamento ao trabalho infantil às políticas de educação em direitos humanos. Também incentiva a formação continuada de professores, a produção de materiais pedagógicos contextualizados e o fortalecimento da gestão democrática nas escolas como estratégias de transformação social.
Os temas abordados são baseados nos marcos legais que orientam o combate ao trabalho infantil, como a Constituição Federal (CF); o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA); a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB); o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (PNEDH); e as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos (DNEDH).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação
BRASIL
MME publica relatório de monitoramento com balanço das ações da Agenda Estratégica Eletroenergética 2026
O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou, nesta sexta-feira (30/4), o Relatório de Monitoramento da Agenda Estratégica Eletroenergética 2026 que aponta a execução global de 49% das medidas previstas até o encerramento do primeiro trimestre deste ano. O documento apresenta o andamento das 27 ações preventivas, estruturadas para mitigar riscos operacionais, ampliar a resiliência do sistema elétrico nacional e assegurar o atendimento eletroenergético em diferentes cenários de operação.
A Agenda Estratégica Eletroenergética 2026 é um instrumento de governança criado para antecipar desafios relacionados às transformações da matriz elétrica e ao comportamento da carga. Para isso, a iniciativa reúne esforços de instituições estratégicas do setor, entre elas o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Entre os principais destaques do período está a conclusão de sete ações prioritárias para o fortalecimento da segurança energética nacional. Entre elas está a viabilização da operação da Usina Hidrelétrica de Jirau na cota de 90 metros, que possibilita a incorporação de até 236,5 MW médios de geração da usina ao Sistema Interligado Nacional (SIN), ampliando a capacidade de oferta ao sistema. Outro avanço relevante registrado no relatório foi a realização dos Leilões de Reserva de Capacidade de 2026, que garantem a contratação de usinas termelétricas e ampliação de empreendimentos hidrelétricos, representando reforço adicional à confiabilidade operativa do SIN, ao assegurar fontes complementares para atendimento da demanda em momentos de maior necessidade.
A publicação reafirma o compromisso da Pasta com a transparência e o acompanhamento contínuo das ações voltadas à manutenção da segurança do suprimento eletroenergético. A atuação integrada entre os agentes do setor tem como objetivo garantir respostas estruturadas e tempestivas a eventuais riscos, preservando a estabilidade e a confiabilidade do atendimento eletroenergético em diferentes condições de operação.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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