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MME recebe representantes do FMASE para tratar de clima e sustentabilidade

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O secretário nacional de Transição Energética e Planejamento do Ministério de Minas e Energia (MME), Gustavo Ataíde, recebeu representantes do Fórum de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Setor Elétrico (FMASE), nesta segunda-feira (14/07), para uma reunião de apresentação institucional e diálogo sobre temas estratégicos da agenda climática e socioambiental.

Na ocasião também foram discutidos os avanços no Plano Clima e da Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB), dois instrumentos considerados fundamentais para orientar a transição energética do país.

“O ministro Alexandre Silveira nos deu a missão de manter as portas do MME abertas para ouvir e construir soluções junto aos diversos atores do setor. O diálogo com as entidades que representam o setor é essencial para fortalecer uma transição energética que seja justa, segura e alinhada aos compromissos internacionais do Brasil, especialmente em um ano tão simbólico para a agenda climática, com a realização da COP 30 no país”, afirmou Ataíde.

O FMASE é composto por treze entidades de classe nacionais dos segmentos de geração, transmissão, distribuição, comercialização e consumo de energia elétrica. As associações reforçaram o compromisso do setor com a construção de políticas climáticas que considerem as particularidades da matriz energética brasileira, assegurando segurança jurídica, viabilidade econômica e estímulo a investimentos em projetos sustentáveis.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Dia Internacional de Combate à Pirataria alerta para relação entre mercados ilícitos e crime organizado

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Brasília, 10/6/2026 – O Dia Internacional de Combate à Pirataria, celebrado em 10 de junho, chama atenção para os impactos da comercialização de produtos falsificados, do contrabando e de outras práticas ilegais que violam a propriedade intelectual.

A pirataria movimenta recursos que podem financiar organizações criminosas envolvidas em atividades como contrabando, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e outros delitos. Por isso, a compra de produtos falsificados não é uma prática sem consequências e pode contribuir para a manutenção de redes ilícitas que atuam fora dos mecanismos de controle do Estado.

Além dos impactos econômicos, produtos falsificados podem representar riscos à saúde e à segurança dos consumidores. Como não passam por processos regulares de fiscalização e controle de qualidade, esses itens podem apresentar falhas de fabricação, composição inadequada e descumprimento de requisitos técnicos exigidos pela legislação. Medicamentos, cosméticos, bebidas, eletrônicos, peças automotivas, roupas e acessórios estão entre os produtos frequentemente alvo de falsificação.

No Brasil, as ações de enfrentamento à pirataria são coordenadas pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria e aos Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O Conselho atua na articulação entre órgãos públicos e entidades da sociedade civil para fortalecer ações de fiscalização, prevenção, capacitação e conscientização.

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As iniciativas integram a Política Nacional de Combate à Pirataria (PNCP), que reúne ações voltadas à proteção da propriedade intelectual, ao enfrentamento dos mercados ilícitos e ao fortalecimento da cooperação entre os setores público e privado.

A orientação aos consumidores é comprar produtos em estabelecimentos regulares, verificar a procedência das mercadorias, exigir nota fiscal e desconfiar de preços incompatíveis com os praticados no mercado. Denúncias sobre a comercialização de produtos falsificados também auxiliam o trabalho dos órgãos responsáveis pela fiscalização e repressão dessas práticas.

O combate à pirataria depende da atuação coordenada do poder público, do setor produtivo e da sociedade. A conscientização dos consumidores contribui para reduzir a circulação de produtos ilegais, fortalecer a economia formal e dificultar o financiamento de atividades criminosas.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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