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MEC fortalece recomposição das aprendizagens em Goiás

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), tem apoiado a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc-GO) na implementação de políticas voltadas à recomposição das aprendizagens. As estratégias estaduais estão alinhadas ao Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens, política pública coordenada pelo MEC que busca reduzir as desigualdades educacionais agravadas no pós-pandemia e tem como objetivo apoiar estados, municípios e o Distrito Federal na recomposição das aprendizagens dos estudantes da educação básica. 

Desde 2021, o estado tem investido em ações como reorganização curricular, avaliações diagnósticas e formação continuada de professores para garantir que todos os estudantes tenham acesso ao direito de aprender. “A capacidade da rede de integrar e articular políticas estruturantes como a reorganização curricular, a formação e a avaliação, com foco na recomposição das aprendizagens, é determinante para o sucesso das ações”, destacou a coordenadora-geral de Estratégia da Educação Básica do MEC, Ana Valéria Dantas. 

No estado, a Seduc coordena o Programa Ser Goiás, que utiliza trilhas personalizadas, videoaulas, diagnósticos e devolutivas individuais pelo Portal NetEscola, com foco em Língua Portuguesa e Matemática. A proposta atende estudantes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental, com mentorias, orientações pedagógicas e acompanhamento contínuo dos resultados. 

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Outro destaque é o material didático Revisa Goiás, elaborado bimestralmente com base nas Matrizes de Habilidades Essenciais da rede. O material apoia o nivelamento das aprendizagens e é entregue aos professores junto a formações específicas, garantindo apropriação dos conteúdos e metodologias. 

Com foco na priorização curricular, todas as escolas estaduais trabalham com as Matrizes de Habilidades Essenciais, organizadas a partir do Documento Curricular Goiano. “O desempenho do ensino médio goiano é reflexo do compromisso dos nossos professores e do investimento realizado pela secretaria nas pessoas e na infraestrutura”, afirmou a secretária estadual de Educação, Aparecida de Fátima Gavioli. 

A formação continuada também é fortalecida por meio do modelo Formação em Pares, no qual professores formadores atuam junto aos colegas de sala de aula. Mais de 900 escolas contam, ainda, com tutoria educacional diária para apoiar gestão e planejamento pedagógico com base em indicadores. “Não há ação isolada. Tudo é pensado em rede, com foco no que deve avançar em cada realidade”, reforçou o chefe do Núcleo de Recursos Didáticos da Seduc, Evandro Rios. 

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Para o professor da Escola Estadual Castelo Branco e formador da Coordenação Regional de Educação de São Miguel do Araguaia, Crysley Marques, as ações são construídas com base em evidências e articuladas com as escolas, garantindo que o estudante tenha a oportunidade de aprender verdadeiramente. “A recomposição permite identificar fragilidades e desenvolver estratégias para superá-las, destacou”.  

O estado também fortalece redes municipais por meio do programa Alfamais Goiás, voltado à erradicação do analfabetismo, e investe em iniciativas complementares como o ensino mediado por tecnologia (GoiásTec), aulões para o Enem e programas de incentivo financeiro aos estudantes. 

Recomposição – O Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens é uma política pública coordenada pelo MEC, que articula esforços da União, das unidades federativas e dos municípios para enfrentar as desigualdades educacionais ampliadas no pós-pandemia. Com base no Decreto nº 12.391/2025, o pacto já mobilizou inúmeros profissionais da educação em ciclos de avaliação, formações e ações pedagógicas em todo o país.   

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB  

 

 

Fonte: Ministério da Educação

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Fies 2026: inscrições para o 2º semestre terminam sexta-feira (17)

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Encerra nesta sexta-feira, 17 de julho, o prazo para se inscrever no processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), referente ao segundo semestre de 2026. Nesta edição, o programa oferta 75,5 mil vagas em 1.274 instituições privadas de ensino superior, distribuídas entre 28.741 cursos e turnos. A inscrição é gratuita e deve ser realizada até as 23h59 (horário de Brasília) pelo Portal Acesso Único ao Ensino Superior, onde também é possível consultar as oportunidades disponíveis, filtrando por curso, instituição e local de oferta (estado e município). 

Segundo o Edital nº 52/2026, que rege esta edição do Fies, os requisitos para se inscrever são ter participado de ao menos uma edição do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) desde 2010, ter obtido média igual ou superior a 450 pontos e não ter zerado a redação. Além disso, para obter o financiamento, é preciso comprovar que possui renda bruta familiar mensal per capita de até três salários mínimos. O resultado da pré-seleção na chamada única será divulgado no dia 30 de julho e os estudantes pré-selecionados nessa etapa deverão acessar o Fies Seleção para complementar sua inscrição entre os dias 31 de julho e 4 de agosto.    

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Todos os que não forem pré-selecionados na chamada única estarão automaticamente na lista de espera para preenchimento das vagas não ocupadas, observada a ordem de classificação. As convocações para essa etapa ocorrerão de 7 de agosto a 24 de setembro.  

A atenção aos prazos e procedimentos estabelecidos no edital é de responsabilidade dos candidatos. Observar sempre o cronograma garantirá a segurança de ter as oportunidades desta edição do Fies asseguradas para ingressar na educação superior. 

Cronograma completo do Fies:   

Inscrições: 14 a 17 de julho  
Resultado: 30 de julho  
Complementação das inscrições: 31 de julho a 4 de agosto   
Lista de Espera: 7 a 24 de setembro  

Fies Social – O processo seletivo do Fies inclui a reserva de 50% das vagas para estudantes com renda familiar por pessoa de até meio salário-mínimo e com inscrição ativa no Cadastro Único para programas sociais do governo federal (CadÚnico). Pré-selecionados que atendam às regras do Fies Social poderão financiar até 100% dos encargos educacionais, o que cobre os valores das mensalidades.  

Os estudantes pré-selecionados com renda familiar per capita de até meio salário mínimo, inscritos nas vagas do Fies Social, estão dispensados da comprovação da renda familiar junto à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA), mas devem comparecer à comissão para validação das demais informações. Caso a CPSA identifique, entre as informações prestadas, discrepância referente à renda familiar declarada, poderá ser exigida a apresentação de documentação complementar para comprovação.    

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Os pré-selecionados para as vagas destinadas às pessoas com deficiência, tanto no Fies Social como no Fies, deverão comprovar a sua condição por meio de laudo médico, atestando a espécie e o grau da deficiência, com expressa referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doenças (CID).   

Fies – O Fundo de Financiamento Estudantil é um programa do MEC instituído pela Lei nº 10.260, de 12 de julho de 2001. Seu objetivo é conceder financiamento a estudantes de cursos de graduação em instituições de educação superior privadas que aderirem ao programa e possuírem avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).   

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)   

Fonte: Ministério da Educação

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