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MEC participa da Caravana Interministerial do Rio Doce
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O Ministério da Educação (MEC) integrou a Caravana Interministerial do Novo Acordo da Bacia do Rio Doce, realizada entre os dias 24 e 28 de março. A iniciativa, coordenada pela Secretaria-Geral da Presidência da República, teve o objetivo de ouvir as populações atingidas pelo rompimento da barragem de Fundão e articular ações de reparação coletiva no âmbito do acordo judicial homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em novembro do ano passado.
A Caravana contou com a participação de mais de 12 ministérios e percorreu 16 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo a fim de dialogar com a população a respeito das ações para a educação nos territórios atingidos. O MEC foi representado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), a qual participou de reuniões com prefeituras, universidades, institutos federais, movimentos sociais, comunidades tradicionais, quilombolas e indígenas.
Nas reuniões, o MEC apresentou o Programa de Retomada Econômica (PRE) previsto no acordo, que inclui, como um dos eixos, o incentivo à Educação, Ciência, Tecnologia e Informação. Esse eixo será implementado em parceria com o Ministério de Minas e Energia (MME) e o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e prevê um investimento de R$ 2 bilhões. Além disso, foi discutida a necessidade de interlocução com os programas de outras pastas, como saúde e desenvolvimento social.
Ao longo da Caravana, o MEC recebeu documentos de diferentes organizações com propostas para a educação nos territórios atingidos, que serão analisadas em articulação com os demais ministérios. Entre os principais desafios identificados, está a ausência de abastecimento de água própria para consumo nas escolas.
Os representantes da Secadi enfatizaram o papel das universidades e dos institutos federais no apoio às ações desenvolvidas nos territórios, por meio dos projetos de pesquisa e extensão. Além disso, reforçaram que, para além da implementação do acordo, o MEC continuará atuando na região por meio de suas políticas e programas, como o Pé-de-meia, o Programa Nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidades para acesso de estudantes da rede pública de ensino à Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tencológica (PartiuIF), a Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP) e o PDDE Água e Campo.
Assessoria de comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação
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Sisu+ 2026 disponibiliza 493 vagas em Goiás
De maneira inédita, o Ministério da Educação (MEC) está ofertando vagas disponíveis em instituições públicas de educação superior por meio do Sisu+, etapa complementar ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Em Goiás, o processo seletivo ofertará 493 vagas, sendo 379 na Universidade Federal de Catalão (Ufcat) e 114 na Universidade Federal de Goiás (UFG), nos quatro campi, para ingresso no segundo semestre deste ano. As inscrições para participar da seleção se encerram nesta sexta-feira, 19 de junho, pelo Portal de Acesso Único.
Os candidatos interessados em aderir ao Sisu+ devem ter participado de uma ou mais edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nos últimos três anos e ter concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026. Entre os cursos presentes na oferta em Goiás está a formação em física, no período noturno, na Unidade Sede da Ufcat, com 19 vagas ofertadas. Para conferir essa e outras possibilidades, os estudantes podem acessar o Portal de Acesso Único.
Notas de corte – As notas de corte já podem ser consultadas diretamente nas páginas do Sisu Aluno e do Sisu Vagas, devendo ser utilizadas pelos candidatos apenas como uma referência da situação em que se encontram para a vaga selecionada e não como uma garantia de seleção. Com base nas notas, os candidatos podem alterar as opções de curso no decorrer do período de inscrição.
Confira o passo a passo para inscrição:
- Acesse https://acessounico.mec.gov.br/sisu;
- Faça o login na plataforma com a sua conta Gov.br;
- Informe todos os dados de cadastro, como informações de contato, nome social e endereço;
- Preencha o questionário de informações sociais e econômicas para que o MEC possa identificar as modalidades de cotas disponíveis;
- Escolha o curso e a instituição desejadas. Podem ser selecionadas até duas opções;
- O sistema considerará a maior nota desde o Enem 2023 para classificar o candidato;
- Com curso e opções definidos, e após verificar as modalidades de vagas disponíveis, é só confirmar a escolha e a inscrição no Sisu+ estará concluída.
Brasil – Ao todo, 34 instituições públicas de educação superior participam do Sisu+. Estão sendo ofertadas 9.436 vagas, em 532 cursos.
Sisu+ – O programa integra um ciclo mais amplo de aprimoramento do Sisu, como as alterações recentes da Lei de Cotas, melhorias no sistema de inscrição e aperfeiçoamento na organização de vagas. A seleção é uma etapa complementar ao Sisu que tem o objetivo de ampliar o acesso à educação superior, contribuindo para a ocupação de vagas disponíveis. A etapa fortalece as instituições públicas de educação superior ao permitir que utilizem a estrutura do Sisu para ofertar vagas que, de outra forma, poderiam depender de processos seletivos próprios, com maior dispersão de regras, calendários e canais de divulgação.
A participação é voltada às instituições públicas e gratuitas que tenham participado da etapa regular do Sisu 2026 e formalizado a adesão por meio do termo. A tendência é que o Sisu+ seja utilizado especialmente para: cursos que, tradicionalmente, dependem de chamadas sucessivas para preenchimento de vagas; instituições que realizariam processos seletivos próprios para vagas com ingresso no segundo semestre; cursos de licenciatura, engenharias e demais áreas estratégicas em que a ampliação do acesso esteja associada a políticas públicas complementares; e instituições que desejem utilizar a infraestrutura do Sisu para reduzir custos administrativos, ampliar a divulgação das vagas e padronizar procedimentos de seleção.
O objetivo é reduzir a necessidade de processos seletivos próprios paralelos e apoiar a organização das ofertas acadêmicas em um ambiente já conhecido pelas instituições e pelos estudantes, incluindo instituições localizadas em regiões interiorizadas do país, de modo a ampliar a visibilidade de vagas eventualmente disponíveis fora dos grandes centros urbanos.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)
Fonte: Ministério da Educação

