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Ministério do Turismo fortalece estratégia de promoção do Brasil no exterior em reunião com a Embratur
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Para alinhar as estratégias que irão ampliar a presença do Brasil no mercado internacional ao longo de 2026, o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, recebeu nesta terça-feira (13) o presidente da Embratur, Marcelo Freixo. Juntos, eles discutiram estratégias para ampliar e fortalecer a coordenação das políticas de promoção do país no exterior, com foco em planejamento, inteligência de dados, conectividade aérea e participação em feiras internacionais.
Entre as diretrizes propostas, estão a ampliação da participação brasileira em feiras internacionais, com estratégias adaptadas a cada mercado, e o uso de inteligência de dados para embasar políticas públicas e decisões de promoção turística. As ações reforçam a imagem do Brasil como destino sustentável, diverso, culturalmente rico e competitivo no cenário global.
Para o ministro Gustavo Feliciano, a integração entre o Ministério do Turismo e a Embratur é fundamental para transformar resultados em desenvolvimento. “A aproximação institucional fortalece a capacidade do país de competir internacionalmente e quem ganha é o brasileiro”, destacou.
O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, apresentou os principais eixos do Plano Brasis, o Plano de Marketing Internacional da Agência, lançado em 2025. “Temos atuado de forma direcionada na articulação com os mercados emissores, na valorização da diversidade dos destinos brasileiros e na construção de uma imagem internacional do Brasil associada à sustentabilidade, à cultura, à natureza e à economia criativa”, explicou.
MOMENTO HISTÓRICO – O encontro ocorre em um momento histórico para o setor. Em 2025, o Brasil alcançou a marca de 9,2 milhões de turistas internacionais, resultado que reflete o trabalho integrado liderado pelo Ministério do Turismo em articulação com a Embratur e demais parceiros. Esses visitantes internacionais já deixaram no país, até novembro de 2025, US$ 7,17 bilhões na economia nacional, nos mais variados destinos brasileiros, uma alta de 8,41% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Além disso, segundo a mais recente edição do Barômetro Mundial do Turismo (World Tourism Barometer), relatório da ONU Turismo, o Brasil apresentou um crescimento 45% nas chegadas de visitantes estrangeiros, superando países como Vietnã e Egito (ambos com 21%), além de Etiópia e Japão (18%).
Ao final da reunião, as duas instituições reafirmaram o compromisso de trabalhar de forma conjunta para consolidar o Brasil como um dos principais destinos turísticos do mundo, com uma política nacional de promoção internacional alinhada às metas de crescimento sustentável e desenvolvimento regional lideradas pelo Ministério do Turismo.
Fonte: Ministério do Turismo
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Estudo sugere que Bets prejudicam 2 milhões de estudantes
O dinheiro destinado a apostas online pode fazer falta em outras áreas da vida. Na educação, levantamentos recentes mostram que os gastos com bets já aparecem relacionados a decisões de ingresso e permanência no ensino superior privado. As estimativas indicam que cerca de 2 milhões de brasileiros podem ter a trajetória acadêmica afetada pelo comprometimento da renda com apostas.
O número reúne dois grupos identificados em pesquisa da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes), em parceria com a Educa Insights. Entre os potenciais ingressantes, 986 mil poderiam deixar de efetivar a matrícula em 2026, devido aos gastos em apostas. Entre estudantes que já estão na graduação, 14% dos entrevistados disseram ter atrasado mensalidades ou trancado o curso pelo mesmo motivo.
Considerando que a rede privada possui mais de 8 milhões de matrículas, a aplicação desse percentual representa uma ordem de grandeza superior a 1,1 milhão de estudantes. Somados os dois grupos, chega-se a cerca de 2 milhões de pessoas potencialmente afetadas. Outro levantamento, realizado pelo Instituto Semesp, identificou que 19,1% das instituições privadas pesquisadas afirmaram já ter observado relação entre apostas online e inadimplência de estudantes.
Os dados não significam que as apostas sejam a única causa de dificuldades financeiras ou de interrupção dos estudos. Questões como renda familiar, emprego e outras despesas também interferem na capacidade de um estudante iniciar ou continuar uma graduação. As pesquisas apontam, especificamente, que os gastos com bets podem se somar a esses fatores e comprometer o orçamento destinado à educação.
Quando o comprometimento da renda chega à graduação – As apostas on-line podem se tornar uma barreira adicional ao acesso e à permanência no ensino superior, influenciando em comprovações de avaliação socioeconômica, inclusive entre estudantes que dependem de políticas de acesso e financiamento, como o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
O impacto pode aparecer antes mesmo do início das aulas. Para quem pretende ingressar em uma instituição privada, o comprometimento da renda pode pesar na decisão de efetivar a matrícula. Para quem já está estudando, pode significar dificuldades para manter em dia a mensalidade ou outras despesas relacionadas à formação.
Mesmo com o apoio de uma bolsa ou de um financiamento, o estudante continua com outras despesas ao longo da graduação. Quando parte da renda é destinada às apostas online, é possível que haja menos recursos disponíveis para os custos relacionados aos estudos. O comprometimento da renda também pode trazer dificuldades para estudantes que precisam comprovar sua situação financeira para acessar ou manter benefícios educacionais, conforme as regras de cada programa.
Assessoria de Comunicação Social do MEC
Fonte: Ministério da Educação



