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Ministério do Turismo participa do Congresso Internacional do Mercado Imobiliário para fortalecer a atração de investimentos ao setor
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Com o objetivo de impulsionar grandes negócios e atrair capital privado para o desenvolvimento do setor no país, o Ministério do Turismo (MTur) participa até sábado (25/10), do Congresso Internacional do Mercado Imobiliário (CIMI 2025), no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).
O evento é o maior encontro do setor imobiliário da América Latina e reúne profissionais, empresas e investidores nacionais e internacionais. A participação do MTur reforça o compromisso da Pasta em promover um ambiente de negócios favorável e fortalecer a imagem do Brasil como um destino seguro e atrativo para investimentos.
Durante o congresso, a equipe do Ministério promoverá o diálogo com investidores, apresentará projetos estruturantes com potencial para novos aportes e destacará oportunidades em destinos turísticos estratégicos.
“O CIMI 2025 é uma vitrine estratégica para mostrar ao mundo o potencial do Brasil. Estamos aqui para fortalecer parcerias e atrair capital privado que contribua para o desenvolvimento regional, a geração de empregos e a consolidação de um turismo mais competitivo e sustentável”, afirma Carlos Henrique, Secretário Nacional de Infraestrutura, Crédito e Investimento no Turismo do Ministério do Turismo.
A participação também fortalece a parceria institucional com o Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI), com o qual o Ministério mantém um protocolo de intenções para a cooperação e promoção do desenvolvimento do turismo nacional, em sintonia com as diretrizes do Plano Nacional de Turismo 2024-2027.
Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais
O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.
O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.
A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.
Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.
Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.
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