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Ministérios e BNDES realizam o 1º Fórum Econômico da Transformação Ecológica Brasileira, no Rio

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O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Ministério da Fazenda (MF), o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) promovem, nesta quinta-feira (2), o Fórum Brasil Mais Verde, primeira edição de um encontro voltado a posicionar o país como plataforma de investimentos, inovação e competitividade na transição para uma economia de baixo carbono.

O evento reúne ministros de Estado, o presidente do BNDES, a presidente da Petrobrás, o presidente da COP30 e lideranças dos setores público e privado para debater os avanços e os desafios regulatórios e de financiamento da transformação ecológica brasileira, organizados em cinco temas-chave: 

– Restauração florestal;
– Minerais críticos e estratégicos; 
– Agricultura regenerativa, bioinsumos e biofertilizantes;
– Armazenamento de energia e baterias; e 
– Transporte sustentável e biocombustíveis.

Serviço

Data: 2 de julho de 2026 (quinta-feira)

Horário: das 9h às 18h

Local: Edifício-sede do BNDES, Av. República do Chile, 100, Centro, Rio de Janeiro (RJ)

Inscrições (público geral): gratuitas, emeventosbndes.com.br/brasilmaisverde  

 

 

Credenciamento de imprensa

Jornalistas interessados em cobrir o evento devem confirmar presença pelo formulário:https://forms.office.com/r/V9DeHew88f?origin=lprLink

Prazo para os credenciamentosaté 1º de julho de 2026 (das 8h às 18h)

 

Programação

Sessão de Abertura. Diálogo Ministerial: Brasil como potência da Transformação Ecológica (9h30 às 10h45)

Aloizio Mercadante, presidente do BNDES; João Paulo Capobianco, ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima; Dario Durigan, ministro da Fazenda; Márcio Elias Rosa, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; e André Corrêa do Lago, presidente da COP30

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Anúncios Institucionais (10h45 às 11h30)

Com os ministros, o presidente do BNDES e a presidente da Petrobras, Magda Chambriard

Painel 1. Restauração Florestal (11h30 às 12h30)

Moderação: Garo Batmanian, diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro (SFB).

Painelistas: Ana Paula Machado, subsecretária de Regulação e Metodologias da Secretaria Extraordinária do Mercado de Carbono (MF); Thiago Picolo, CEO da Re.green; Tereza Campello, diretora Socioambiental do BNDES; e Juliano Assunção, diretor-executivo do CPI/PUC-Rio

Painel 2. Terras Raras e Minerais Críticos (14h às 15h)

Moderação: Carolina Grottera, subsecretária de Transformação Ecológica da Secretaria Executiva do MF

Painelistas: Uallace Moreira, secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços (MDIC) (a confirmar); Vitor Ornelas, sócio da Régia Capital; José Gordon, diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do BNDES; e Cláudia Salles, gerente de Sustentabilidade e Assuntos Associativos do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM)

Painel 3. Agricultura Regenerativa, Bioinsumos, Biofertilizantes e Biometano (15h às 16h)

Moderação: Carina Pimenta, secretária Nacional de Bioeconomia do MMA

Painelistas: Júlia Cruz, secretária de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria (MDIC); Giuliano Pauli, diretor de Marketing e Inovação do Grupo Santa Clara; Rodrigo Augusto Fornaciari, gerente-executivo da Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar do Banco do Brasil; e Clênio Pillon, diretor-executivo de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa

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Painel 4. Armazenamento de Energia: Baterias e Segurança Energética (16h às 17h)

Moderação: André Andrade, assessor especial do ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima

Painelistas: André Perim, diretor de Planejamento e Outorgas de Geração de Energia Elétrica da Secretaria Nacional de Transição Energética e Planejamento (MME); Ana Paula Torquato, gerente de Relações Institucionais da WEG; Luciana Costa, diretora de Infraestrutura, Transição Energética e Mudança Climática do BNDES; e Fabio Monteiro Lima, diretor-executivo da Associação Brasileira de Soluções de Armazenamento de Energia (ABSAE)

Painel 5. Transporte Sustentável e Biocombustíveis (17h às 18h)

Moderação: Júlia Cruz, secretária de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria (MDIC)

Painelistas: Aloisio Melo, secretário Nacional de Mudança do Clima do MMA; João Irineu Medeiros, vice-presidente de Assuntos Regulatórios da Stellantis; Gabriel Aidar, superintendente de Planejamento e Pesquisa Econômica do BNDES; e Eric Farcette, membro do Conselho Consultivo da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (ABIFER)

Informações para a imprensa

Assessoria de Comunicação do MMA: [email protected]

Assessoria de Comunicação do BNDES: [email protected]

Assessoria de Comunicação do MF: [preencher]

Assessoria de Comunicação do MDIC: [preencher]

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Turismo cívico: Ministério regulamenta visitação em órgãos e espaços públicos de relevância cultural, natural e histórica

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Com objetivo de fortalecer o turismo cívico como ferramenta de educação, cidadania e preservação da memória social e política do país, aproximando os cidadãos de sua própria história, o Ministério do Turismo publicou a portaria que regulamenta a visitação a espaços e órgãos públicos considerados atrativos culturais e naturais no Brasil.

De acordo com a norma, fica assegurado, principalmente aos estudantes, “o direito de visitação a espaços e órgãos públicos considerados atrativos turísticos culturais e naturais brasileiros, sobretudo àqueles que possuem acervos artísticos, paisagísticos, arqueológicos, paleontológicos, ecológicos e científicos”.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, disse que a regulamentação representa um importante passo para o fortalecimento do turismo nacional e para conectar o brasileiro com a sua própria história.

“Estamos garantindo o direito do nosso povo de visitar e conhecer os espaços e órgãos públicos que guardam a nossa memória cultural, política, natural e histórica. Isso vai possibilitar que os nossos jovens, especialmente estudantes, e cidadãos de todas as idades possam conhecer nossos monumentos e instituições de uma forma planejada e devidamente estruturada”, afirmou o ministro.

Segundo o ministro, a portaria foi redigida após amplas discussões no Conselho Nacional do Turismo, por meio da Câmara Temática de Legislação Turística.

A portaria regulamenta o art. 14-B, parágrafo único, da Lei Geral do Turismo, que obrigou espaços e órgãos públicos com potencial turístico a garantirem visitação pública.

Os interessados em visitar os locais deverão obedecer às normas internas e os regulamentos específicos de funcionamento de cada órgão ou entidade responsável pelos espaços; fazer a visitação nos horários de funcionamento e respeitando a capacidade de atendimento ao público definidos pelas autoridades competentes; observar as medidas de segurança e controle de acesso; e fazer agendamento prévio (em caso de exigência).

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Ainda de acordo com a portaria, é assegurado aos idosos, às pessoas com deficiência, aos jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes e aos estudantes regularmente matriculados na educação básica ou superior, pública ou privada, o acesso a atrativos naturais e culturais mediante pagamento de metade do valor do ingresso efetivamente cobrado do público em geral.

Guias de turismo, professores, monitores e demais profissionais de apoio às atividades educacionais poderão usufruir das gratuidades, isenções ou demais benefícios de acesso previstos na legislação ou nos regulamentos dos espaços visitados.

A visitação deverá ser compatível com as atividades institucionais desenvolvidas nos espaços e órgãos visitados, de modo a não comprometer seu regular funcionamento, a segurança de suas instalações ou a preservação de seus bens e acervos.

O ministro do Turismo instituirá, no prazo de 120 dias, o Comitê Técnico Interinstitucional de Turismo Cívico, com a finalidade de acompanhar a implementação da portaria; propor indicadores e metas para o monitoramento e a avaliação das ações de turismo cívico; e subsidiar a formulação, a implementação e o aperfeiçoamento de políticas públicas e instrumentos de planejamento relacionados ao turismo cívico.

Ainda segundo a portaria, o Ministério do Turismo vai promover a capacitação de guias, condutores, educadores e gestores públicos para atuação no turismo cívico; apoiar programas, projetos e ações para o desenvolvimento e fortalecimento do turismo cívico; e viabilizar o acesso a linhas de financiamento destinadas a prestadores de serviços turísticos cadastrados no Cadastur que desenvolvam atividades relacionadas ao turismo cívico.

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Turismo cívico

O turismo cívico é uma modalidade que valoriza a história, a identidade nacional, a cultura e as instituições democráticas.

Brasília, por exemplo, oferece roteiros e monumentos marcantes como o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal. Outros locais de grande importância incluem a Praça dos Três Poderes, o Panteão da Pátria e o Memorial JK.

Rio de Janeiro, antiga capital federal, tem como destaques o Paço Imperial (primeira residência oficial da família real), a Praça XV de Novembro (onde a Proclamação da República foi anunciada), o Museu da República (localizado no Palácio do Catete) e o Monumento aos Pracinhas.

Em Ouro Preto (MG) o turismo cívico relembra os movimentos de independência e resistência. O Museu da Inconfidência preserva a memória dos inconfidentes, como Tiradentes, e destaca as raízes da luta por liberdade no Brasil.

Já a capital paulista possui forte importância histórica cívica. Os destaques são a Praça da Sé e o Memorial da América Latina, um complexo cultural e político que celebra a integração e o desenvolvimento democrático latino-americano.

Salvador, a primeira capital do país, tem uma enorme relevância histórica, desde a resistência colonial até a luta por direitos. Locais como o Pelourinho, o Forte de São Marcelo e o Forte de Santo Antônio relembram a formação da identidade nacional e a resistência afro-brasileira.

Por João Pedrini

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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