BRASIL
MME participa de painel sobre transição energética e ação climática no Fórum Econômico Mundial, no Rio de Janeiro
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O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta segunda-feira (2/06), do painel “Do G20 à COP30: O que a cooperação global em energia e clima pode alcançar no contexto atual para acelerar a transição?”, parte da programação oficial do Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês), realizado no Rio de Janeiro.
Representando o ministro Alexandre Silveira, a assessora Especial Mariana Especie destacou o papel de liderança que o Brasil vem exercendo nos fóruns multilaterais de energia e clima, com ênfase nos avanços alcançados durante a presidência brasileira do G20 em 2024. Um dos pontos centrais abordados foi a promoção de soluções de baixa emissão de carbono – especialmente nos setores de difícil abatimento – e o desenvolvimento de mecanismos de contabilidade de carbono que assegurem a comparabilidade e a rastreabilidade entre diferentes rotas tecnológicas.
“A atuação do ministro Alexandre Silveira à frente do Grupo de Trabalho de Transições Energéticas do G20 foi decisiva para que o Brasil alcançasse consenso sobre esses temas estratégicos, reconhecidos na Declaração Ministerial aprovada em Foz do Iguaçu”, afirmou Mariana Especie.
A assessora também ressaltou a recente atuação do Brasil no âmbito do BRICS, com destaque para a reunião ministerial de energia realizada em maio. “O Brasil tem demonstrado sua capacidade de construir consensos e tem promovido o papel crescente do Sul Global na nova economia da transição energética”, afirmou. Ela salientou que os combustíveis sustentáveis representam uma oportunidade não apenas para diversificar as matrizes energéticas, mas também para impulsionar o desenvolvimento social, fomentar a inovação tecnológica e fortalecer a ação climática.

Assessora Especial do MME, Mariana Especie. Foto: Ricardo Botelho/MME
Diante de um cenário geopolítico cada vez mais complexo e polarizado, Mariana Especie enfatizou a importância de uma abordagem pragmática e estratégica até a COP30, que será realizada em Belém, em 2025. “A urgência da implementação de soluções concretas para a transição energética deve guiar as ações dos próximos meses”, alertou.
Outro ponto de destaque da participação brasileira no painel foi o reconhecimento do papel fundamental do setor privado na viabilização da transição energética. “Projetos que já estão em execução demonstram que há caminhos concretos sendo trilhados e ajudam a elevar o nível de ambição climática. O engajamento do setor privado é essencial para a construção de soluções eficazes e colaborativas rumo a um futuro de menores emissões de carbono”, concluiu a representante do MME.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais
O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.
O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.
A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.
Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.
Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.
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