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Ministro do Turismo prestigia as Muriçocas do Miramar e destaca investimento de R$ 1,5 milhão no Carnaval de João Pessoa

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O colorido e a animação típicos do pré-carnaval tomaram as ruas de João Pessoa nesta quarta-feira (11.02), durante o tradicional desfile das Muriçocas do Miramar. O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, marcou presença no evento, que em 2026 celebra 40 anos de história. O bloco lotou a “Via Folia” (Avenida Epitácio Pessoa) com uma programação que reuniu grandes nomes da música local e nacional.

Com homenagens ao samba e ao compositor Zé Katimba, o desfile contou com a energia de artistas como Alceu Valença, Mestre Fuba, Myra Maya, Beleza Pura e Capilé, arrastando uma multidão rumo à orla da capital. Neste ano, a folia paraibana conta com um aporte de R$ 1,5 milhão do Ministério do Turismo. O recurso visa a potencializar o “Folia de Rua” e o “Carnaval Multicultural 2026”, eventos que atraem milhares de visitantes e dinamizam a economia do estado.

O ministro Gustavo Feliciano ressaltou que a festa em João Pessoa exemplifica a força cultural e econômica do período carnavalesco. “A Paraíba e suas tradicionais manifestações mostram como o Carnaval realça a identidade nacional e impacta positivamente a geração de divisas, emprego e renda. A folia vai muito além da diversão: é inclusão social e prosperidade por meio do turismo”, afirmou o ministro.

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Tradição e História

Fundado em 1986 por um grupo de amigos como uma “brincadeira de bairro”, o Muriçocas do Miramar consolidou-se como o maior símbolo do pré-carnaval da cidade e é considerado Patrimônio Cultural Imaterial da Paraíba. Sua trajetória de sucesso inspirou o surgimento de diversas outras agremiações que hoje compõem a rica programação do “Folia de Rua”.

O impacto econômico é visível. No ano passado, o ciclo carnavalesco em João Pessoa movimentou cerca de R$ 600 milhões, segundo a Fecomércio-PB. Bares, restaurantes, hotelaria e transporte foram os setores mais beneficiados. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis da Paraíba (ABIH-PB), a ocupação média atingiu 90%, superando a marca estadual de 87,8%.

Cenário Nacional

Para 2026, a expectativa do Ministério do Turismo é que mais de 65 milhões de foliões ganhem as ruas em todo o Brasil, um aumento expressivo de 22% em comparação com 2025. Juntos, os principais polos carnavalescos – como Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Recife e Olinda (PE) – devem reunir mais de 40 milhões de pessoas.

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Estimativas da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e da FecomercioSP apontam que o Carnaval de 2026 deve gerar um faturamento de R$ 18,6 bilhões apenas em fevereiro, um crescimento de 10% em relação ao ano anterior. Se confirmado, será o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica, em 2011.

Cobertura Especial

O Ministério do Turismo realiza uma cobertura institucional inédita do Carnaval 2026 nos maiores centros da folia, incluindo a capital paraibana. Todo o conteúdo produzido será veiculado nas redes sociais oficiais da Pasta (@mturismo) e no Canal Gov, ampliando o alcance das histórias e das manifestações culturais que fazem do Carnaval brasileiro um espetáculo único no mundo.

Por André Martins

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Pampa combina natureza, turismo rural e patrimônio cultural

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O Pampa está presente exclusivamente no Rio Grande do Sul e acompanha boa parte das paisagens do sul e do oeste do estado. Campos, coxilhas, banhados, matas e pequenas áreas de vegetação formam um cenário que também ajuda a contar a história e os costumes da região. Toda essa diversidade se reflete na fauna e na flora, com cerca de 3 mil espécies de plantas, 102 espécies de mamíferos, 476 espécies de aves e 50 espécies de peixes.

Para quem visita a região, o Pampa oferece experiências variadas: turismo rural em estâncias, cavalgadas, observação de aves, passeios pela natureza, cicloturismo, visitas a vinícolas e produtores de azeite, além de gastronomia e cidades que preservam parte da história do Rio Grande do Sul.

Campos, estâncias e sabores

Na Região Turística Pampa Gaúcho, municípios como Bagé, Caçapava do Sul, Candiota, Dom Pedrito, Lavras do Sul, Pinheiro Machado e Santana do Livramento combinam as paisagens de campos e coxilhas com experiências ligadas à vida no campo e à produção de vinhos e azeites.

Em Bagé, a paisagem do Pampa divide espaço com prédios históricos e atividades culturais. O município faz parte do Caminho Farroupilha Cultura & Tradição Gaúcha e oferece roteiros de cicloturismo. Entre os atrativos estão a Casa de Cultura Pedro Wayne e a Cidade Cenográfica de Santa Fé.

Já Caçapava do Sul reúne natureza e história. A cidade foi a segunda capital da República Rio-Grandense durante a Revolução Farroupilha e faz parte do Caminho Farroupilha. As formações rochosas e os campos da região da Campanha completam o cenário.

O vinho também faz parte da experiência no Pampa. Em Santana do Livramento, a Rota da Ferradura dos Vinhedos reúne vinícolas, propriedades rurais e paisagens típicas da região. O município oferece passeios por estâncias, museus e antigas charqueadas, locais de produção de charque (carne bovina salgada e seca).

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Natureza e identidade cultural

Na Região Turística Fronteira, municípios como Alegrete, Barra do Quaraí, Itaqui, Manoel Viana, Quaraí, São Gabriel e Uruguaiana mostram uma outra face do Pampa, marcada pela relação entre natureza, história e cultura da fronteira. Turismo rural, estâncias, gastronomia e tradições gaúchas fazem parte das experiências oferecidas aos visitantes.

Um dos destaques naturais é a Área de Proteção Ambiental Ibirapuitã, que abrange os municípios de Alegrete, Quaraí, Santana do Livramento e Rosário do Sul. A unidade protege ambientes naturais e elementos ligados à cultura do gaúcho da fronteira e tem entre seus objetivos o incentivo ao turismo ecológico. Entre os atrativos estão o Rio Ibirapuitã, a Lagoa do Parobé, o Balneário Caverá, a Ruína dos Cambraias, o Cerro de Tarumã e o Morro das Caveiras.

No extremo oeste do estado, o Parque Estadual do Espinilho, em Barra do Quaraí, protege uma vegetação característica da região. Com 1.617 hectares, o parque reúne campos com árvores espalhadas e espécies como espinilho, inhanduvá, algarrobo e quebracho-branco. O espaço permite atividades de turismo ecológico, educação ambiental e observação de aves.

Em Uruguaiana, às margens do Rio Uruguai, natureza, história e vida rural se encontram. A cidade oferece um roteiro histórico-cultural pelo centro e mantém referências às antigas estâncias jesuíticas. A produção de vinhos, queijos artesanais e a criação de cavalos fazem parte das experiências locais.

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Patrimônio, águas e paisagens do Sul

O Pampa também se aproxima das paisagens de lagoas e do litoral na chamada Costa Doce. A região reúne municípios como Pelotas, Rio Grande, Jaguarão, Piratini, Santa Vitória do Palmar, São Lourenço do Sul e Tavares, onde patrimônio histórico, lagoas, turismo rural e cultura se encontram.

Em Pelotas, as antigas charqueadas ajudam a contar a história da cidade e da economia da região. O município é conhecido pelos doces de tradição portuguesa e faz parte do Caminho Farroupilha Cultura & Tradição Gaúcha.

Em Rio Grande, a relação com as águas é um dos destaques. A cidade fica na margem sul do estuário que liga a Lagoa dos Patos ao Oceano Atlântico e reúne museus, prédios históricos, o balneário Cassino e os Molhes da Barra (estruturas que protegem a entrada do porto).

Em Jaguarão, o patrimônio arquitetônico é um dos principais atrativos. O Conjunto Histórico e Paisagístico da cidade é protegido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Entre os espaços preservados está o Teatro Esperança, inaugurado em 1898 e reconhecido como patrimônio histórico do Rio Grande do Sul e, posteriormente, como parte do conjunto protegido em nível nacional.

Já em Piratini, o visitante pode conhecer parte da história política e social do século 19 pelas ruas, casarões e espaços ligados à Revolução Farroupilha. A cidade foi capital da República Rio-Grandense e mantém atrativos como a Casa de Garibaldi, a Casa de Camarinha e a antiga Cadeia Municipal.

Por Isadora Lionço

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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