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Webinário discute intersetorialidade na educação integral
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O Ministério da Educação (MEC) participará, na segunda-feira, 29 de setembro, do Webinário Nacional da Formação Continuada do Programa Escola em Tempo Integral: Intersetorialidade na Educação Integral em Tempo Integral. O evento será transmitido às 15h (horário de Brasília, pelo canal do MEC no YouTube e da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS).
O webinário marca o lançamento do documento de referência “Articulação Intersetorial na Jornada Escolar de Tempo Integral na Perspectiva da Educação Integral”, realizado pelo MEC, em parceria com a UFFS, a Cátedra Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) – A Cidade que Educa e Transforma e a Rede University Twinning and Networking Scheme (UniTwin). Representando o MEC, estará presente a coordenadora-geral de Educação Integral em Tempo Integral, Raquel Franzim.
Voltado a cursistas da formação continuada do Programa Escola em Tempo Integral, gestores, equipes técnicas das secretarias estaduais e municipais de educação e conselheiros de Educação, o encontro discutirá a intersetorialidade como estratégia para promover o desenvolvimento integral dos estudantes, fortalecer a conexão da educação com o território, ampliar direitos e consolidar uma escola pública de qualidade e equitativa.
Tempo Integral – O Programa Escola em Tempo Integral é uma estratégia para induzir a criação de matrículas em tempo integral em todas as etapas e modalidades da educação básica. Ele é coordenado pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC e tem a finalidade de viabilizar o cumprimento da Meta 6 do Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024 (Lei nº 13.005/2014), política de Estado construída pela sociedade e aprovada pelo parlamento brasileiro.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
Fonte: Ministério da Educação
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O MTE resgata trabalhador idoso no interior do Paraná
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) resgatou, no dia 27 de maio, um trabalhador de 69 anos submetido a condições análogas à escravidão em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. A ação foi realizada pela equipe de auditores-fiscais do Trabalho com o apoio da Polícia Federal.
O trabalhador atuava como vigia em uma propriedade, localizada em uma área de transição entre a zona urbana e rural do município. O local era utilizado para exposição de veículos destinados à venda ou locação, e cabia ao trabalhador recepcionar eventuais interessados e acionar o empregador para a realização dos negócios.
Durante a fiscalização, a equipe do MTE constatou que o idoso vivia e trabalhava em condições degradantes. Sem acesso à água encanada, ele dependia da solidariedade de uma empresa vizinha para obter água potável, tomar banho e atender outras necessidades básicas. O banheiro existente no local possuía apenas um vaso sanitário, sem abastecimento de água, o que o tornava inutilizável.
Os auditores também informaram que a estrutura disponível para descanso era precária. O trabalhador dormia na cabine de um caminhão, que estava entre os veículos expostos no terreno, por considerar o espaço de alvenaria inadequado para permanência. Suas roupas eram guardadas em um pequeno armário improvisado e, sem acesso a condições adequadas de higiene, ele utilizava um sistema rudimentar para lavar as peças com água da chuva.
Os auditores-fiscais do Trabalho disseram que o trabalhador mencionou que o empregador comprava eventualmente alimentação. O local não tinha água potável, e o trabalhador era submetido a jornadas exaustivas, sem descanso semanal remunerado. Segundo apurado pela fiscalização, ele se encontrava nessa situação havia aproximadamente um ano.
Diante das irregularidades constatadas, o MTE caracterizou a ocorrência de trabalho análogo à escravidão em razão das condições degradantes de trabalho e do excesso de jornada, efetuando o resgate do trabalhador e adotando as medidas administrativas cabíveis para assegurar seus direitos.
O combate ao trabalho análogo à escravidão é uma das prioridades da Inspeção do Trabalho e tem como objetivo garantir condições dignas, seguras e compatíveis com os direitos fundamentais dos trabalhadores brasileiros.
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