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Ministro Luiz Marinho recebe representantes da CNM/CUT para discutir jornada de trabalho e políticas para o setor metalúrgico
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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, recebeu nesta quarta-feira (9) representantes da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da Central Única dos Trabalhadores (CNM/CUT). Participaram da reunião o presidente da entidade, Loricardo de Oliveira, e a secretária de Assuntos de Políticas Sociais, Kelly Cristina de Andrade Galhardo. O secretário de Relações do Trabalho do MTE, Marcos Perioto, também esteve presente no encontro.
Entre os temas debatidos estiveram o abaixo-assinado em apoio às Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que tratam da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1 (PEC 8/2025), a regulamentação do Crédito do Trabalhador e as políticas de contratação de mão de obra local pelas novas montadoras de automóveis instaladas no país.
Escala 6×1 – A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 8/2025 propõe a adoção de uma jornada semanal de quatro dias de trabalho e três dias de descanso, com o objetivo de substituir a atual escala 6×1 (seis dias de trabalho por um de descanso). A proposta limita a jornada regular a 36 horas semanais, em contraste com a regra vigente na Constituição Federal, que permite até oito horas diárias e até 44 horas semanais de trabalho.
O texto também contempla a possibilidade de compensação de horas e a redução da jornada, desde que acordadas por meio de negociação coletiva, seja por acordo ou convenção.
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Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados
As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop.
A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.
A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação.
Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares.
Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná.
Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo.
O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação


