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MME apresenta visão estratégica para o setor de óleo e gás no Fórum Técnico da PPSA 2025

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O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta terça-feira (9/12), do Fórum Técnico da Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), evento que reuniu autoridades e especialistas do setor de óleo e gás para debater a gestão das áreas do Pré-Sal sob o regime de partilha, com foco no planejamento de longo prazo, na segurança jurídica e energética, e no equilíbrio entre desenvolvimento econômico e sustentabilidade.

A participação do MME no evento se deu em um momento estratégico para o setor, marcado pela recente realização do Leilão de Áreas Não Contratadas em jazidas do Polígono do Pré-Sal, que arrecadou mais de R$ 8,7 bilhões. O certame reforçou a atratividade do modelo de partilha e o papel da PPSA, estatal vinculada ao MME, na gestão eficiente dos ativos da União, além da maturidade regulatória e a ampliação da confiança do mercado no potencial produtivo dessas áreas estratégicas.

Durante a abertura do Fórum, o secretário Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Renato Dutra, destacou a proatividade do Brasil frente aos desafios setoriais, a partir de iniciativas como o aumento da perfuração de poços exploratórios em áreas já existentes e a articulação integrada das instituições para garantir a oferta de áreas para licitação e ampliar os impactos positivos do Pré-Sal sobre a economia nacional. “A atuação da PPSA é central nesse processo, garantindo que os interesses da União sejam preservados e que os recursos gerados retornem à sociedade na forma de desenvolvimento, investimentos sociais e políticas públicas”, enfatizou.

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O secretário também apontou que o aproveitamento do Pré-Sal deve estar inserido em uma estratégia energética de longo prazo, alinhada aos compromissos de transição energética e à necessidade de gerar valor que se reverta para a sociedade. Nesse sentido, ressaltou o papel da PPSA na administração responsável dos contratos de partilha de produção e na maximização dos benefícios econômicos e sociais provenientes da produção de petróleo e gás natural sob esse regime.

A participação do MME reforçou a importância da boa governança, da transparência e do controle público na gestão dos recursos da União, destacando que o Pré-Sal segue como um ativo estratégico não apenas para a segurança energética, mas também para o desenvolvimento sustentável, a geração de empregos e o fortalecimento das políticas públicas no país.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Governo aprova plano de testes para ampliar uso de biodiesel no diesel

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O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou, na terça-feira (19/5), a Portaria Normativa MME nº 133/2026, que institucionaliza o Plano de Testes de Avaliação da Viabilidade Técnica do uso de óleo diesel com teores de biodiesel superiores a 15% e de até 25%.

O plano de testes foi elaborado com ampla participação social, no âmbito do “subcomitê de avaliação de viabilidade técnica de misturas – eixo biodiesel”, instituído pelo Comitê Técnico Permanente do Combustível do Futuro (CTP-CF), criado pelo Conselho Nacional Nacional de Política Energética (CNPE). O CTP-CF aprovou o plano de testes e a sua publicação traz a formalização institucional desse trabalho legitimamente organizado pelo CNPE.

A medida representa mais um avanço na implementação da Lei do Combustível do Futuro e estabelece as diretrizes técnicas para subsidiar futuras decisões sobre a ampliação da mistura de biodiesel no diesel comercializado no país.

A execução experimental do protocolo teve início oficial na quarta-feira (20/5), com a chegada do primeiro motor que será submetido aos ensaios previstos no plano. O equipamento, um motor eletrônico P5, será testado no Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), um dos 16 laboratórios envolvidos na iniciativa.

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Construído de forma colaborativa, o Plano de Testes reúne representantes do Governo do Brasil, montadoras, fabricantes de motores, produtores e distribuidores de combustíveis, laboratórios, universidades, instituições de pesquisa e representantes dos consumidores. O objetivo é garantir segurança técnica, confiabilidade e rastreabilidade dos resultados obtidos durante os ensaios.

Os testes incluem avaliações mecânicas e físico-químicas em motores representativos da frota diesel nacional, com análises de desempenho, emissões, durabilidade, compatibilidade de materiais, estabilidade do combustível e comportamento em condições críticas de armazenamento e operação. A iniciativa atende às exigências da Lei do Combustível do Futuro, que condiciona aumentos do teor de biodiesel acima de B15 à comprovação prévia de viabilidade técnica.

Histórico da estruturação técnica e institucional

Desde 2024, o MME coordena ações para viabilizar a execução do plano, incluindo a criação do Comitê Técnico Permanente do Combustível do Futuro (CTP-CF) e do subcomitê responsável pelos estudos sobre misturas com altos teores de biodiesel, instituídos pela Resolução CNPE nº 12/2024.

Entre os avanços já realizados estão a definição dos protocolos técnicos dos ensaios, a mobilização de recursos por meio do programa Política com Ciência, em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), além da articulação com universidades, laboratórios, montadoras e setor produtivo para garantir a infraestrutura necessária à realização dos testes.

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O MME também conduz tratativas para formalização de Termo de Execução Descentralizada (TED) com a Universidade de Brasília (UnB), destinado à execução de ensaios em motor estacionário utilizado na geração de energia elétrica. As próximas etapas envolvem a disponibilização dos demais motores, veículos e componentes necessários aos ensaios, além da consolidação da logística de certificação, segregação e envio dos combustíveis de teste aos laboratórios participantes.

O Plano de Testes para o B20 contempla todos os teores acima de 15%, do B16 ao B20. A estratégia é mais adequada do que a realização de testes apenas com o B16, já que o programa de testagem para o B20 abrange o mesmo conteúdo técnico necessário para avaliar os demais teores dessa faixa.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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