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MME avança no conhecimento geológico com o Plano Decenal de Recursos Minerais 2026-2035
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Em 2025, o Ministério de Minas e Energia (MME) apresentou o Plano Decenal de Recursos Minerais (PlanGEO 2026–2035), com objetivo de ampliar o conhecimento mineral do Brasil e fornecer informações sobre a localização e o potencial de exploração desses recursos. O documento foi construído em parceria com o Serviço Geológico do Brasil (SGB), vinculado à Pasta.
O relatório apresentado define os projetos prioritários da instituição para os próximos dez anos, voltados ao mapeamento e à avaliação de áreas com potencial mineral. O foco está em minerais críticos e estratégicos para a transição energética, segurança alimentar, sustentabilidade do setor e a produção de minerais industriais e gemas.
O plano prioriza, portanto, minerais essenciais ao futuro do Brasil, como terras raras, lítio, cobre, níquel, manganês, grafita, estanho, ouro, fosfato e potássio, distribuídos em 145 áreas definidas, a partir de consulta pública, para serem estudadas de forma aprofundada.
Ao identificar áreas estratégicas e aprofundar o conhecimento sobre o potencial mineral do país, o MME e o SGB asseguram maior previsibilidade aos investidores, fortalecem a formulação de políticas públicas e impulsionam a mineração como um importante vetor de desenvolvimento econômico sustentável. Dessa forma, o Brasil consolida, de maneira contínua, sua posição entre os principais players mundiais do setor.
Acesse o relatório final do PlanGEO, produzido em 2025, aqui.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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BRASIL
Programa Brasil Contra o Crime Organizado ultrapassa R$ 3 bi de prejuízo às facções e registra queda nos crimes contra a vida e o patrimônio
Brasília, 1º/7/2026 – O Programa Brasil Contra o Crime Organizado alcançou um novo marco no enfrentamento às organizações criminosas. As operações coordenadas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), já provocaram um prejuízo estimado em R$ 3 bilhões às facções criminosas em todo o país.
Os resultados consolidados até 1º de julho mostram que 18.855 pessoas foram presas durante as ações integradas, que mobilizaram 17.175 profissionais de segurança pública das forças federais, estaduais e municipais.
As operações também resultaram na apreensão de 134,8 toneladas de drogas, na erradicação de 93.667 pés de maconha, na retirada de circulação de 2.159 armas de fogo e 31.418 munições, além da apreensão de R$ 723,1 milhões em bens e do bloqueio de R$ 324,9 milhões em ativos financeiros. Somente nas ações de enfrentamento às fraudes eletrônicas e ao estelionato digital, foram bloqueados R$ 103 milhões.
Os números demonstram ainda a eficiência dos investimentos realizados nas operações. Para cada R$ 1 empregado nas ações operacionais do programa, foi produzido um prejuízo aproximado de R$ 50 às organizações criminosas.
Para o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, os resultados refletem uma mudança na estratégia de enfrentamento ao crime organizado, baseada na integração entre as instituições e na atuação simultânea sobre diferentes frentes criminosas.
“O crime organizado atua como uma rede. Nossa resposta também precisa ser integrada. Estamos atacando não apenas quem executa os crimes, mas principalmente as estruturas financeiras, logísticas e patrimoniais que sustentam essas organizações. Cada prisão, cada arma apreendida, cada bem confiscado e cada ativo bloqueado representa menos capacidade operacional para o crime e mais segurança para a população”, disse o secretário.
Redução dos indicadores de violência
Além dos resultados operacionais, os indicadores nacionais de criminalidade apontam redução nos principais crimes violentos e patrimoniais. Na comparação entre maio de 2026 e maio de 2025, os homicídios dolosos caíram 17,5%, os latrocínios tiveram redução de 14,3% e as lesões corporais seguidas de morte diminuíram 38,7%.
Os crimes patrimoniais também apresentaram queda. O roubo de carga recuou 31,9%, o roubo de veículos caiu 26,6%, os furtos de veículos reduziram 12% e os roubos a instituições financeiras registraram diminuição de 71,4% no período.
Segundo Chico Lucas, os resultados são fruto da integração entre as forças de segurança pública, do compartilhamento de inteligência, da execução de operações coordenadas em âmbito nacional e do fortalecimento das ações de asfixia financeira das organizações criminosas.
Brasil Contra o Crime Organizado
O Programa Brasil Contra o Crime Organizado reúne iniciativas voltadas ao enfrentamento das facções por meio da integração entre União, estados e municípios, com foco na prisão de lideranças criminosas, descapitalização das organizações, combate ao tráfico de drogas e armas, enfrentamento às fraudes eletrônicas e fortalecimento da inteligência policial.


