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MME defende que planejamento energético é a chave para viabilizar a transição energética

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O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta segunda-feira (3/06), no Rio de Janeiro, da abertura da Cúpula da Coalizão Global para o Planejamento Energético (GCEP) e reforçou o compromisso do Brasil para o fortalecimento de instrumentos que viabilizem a implementação efetiva da transição energética, especialmente em países que estão em desenvolvimento.

Durante o evento, foram destacados os principais focos da iniciativa, como: a superação da lacuna persistente entre o planejamento e financiamento. A assessora especial, Mariana Espécie, ressaltou que, em 2024, durante sua presidência do G20, o Brasil concebeu a GCEP como uma resposta estratégica à desconexão entre ambição climática e capacidade real de implementação e destacou que este é o principal desafio da década. “A transição energética exige mais do que metas globais ou compromissos nacionais. Ela precisa se traduzir em projetos financiáveis, infraestrutura resiliente e resultados concretos”, afirmou.

A GCEP é uma iniciativa não vinculante que busca fortalecer a colaboração internacional, ampliar capacidades técnicas e valorizar o papel do planejamento energético em países emergentes e em desenvolvimento. Para o Brasil, o planejamento é uma ferramenta estratégica para mobilizar investimentos, reduzir riscos e garantir uma transição energética justa e inclusiva.

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Além disso, a GCEP apoia o desenvolvimento de ecossistemas completos de planejamento, com base em cinco pilares, como: credibilidade institucional, integração entre horizontes de curto e longo prazo; uso de dados robustos e modelagem de risco; clareza regulatória; e geração de carteiras de projetos executáveis.

Foram apresentados, ainda, os cinco princípios que orientam a atuação da coalizão – transparência e efetividade, capacitação e troca de conhecimentos, ambiente favorável a investimentos, protagonismo nacional com inclusão social e sinergia com iniciativas já existentes. Tais princípios refletem uma visão do planejamento energético como uma ferramenta fundamental para conectar prioridades nacionais a fluxos financeiros globais, transformando planos em ação concreta efetiva para a transição energética global.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MEC reconhece iniciativas que fortalecem alimentação escolar no país

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O Ministério da Educação (MEC), por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), realizou, nesta terça-feira, 23 de junho, o Prêmio PNAE 2026, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília (DF). A premiação reconheceu as iniciativas que fortaleceram o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e ampliaram o acesso dos estudantes a uma alimentação adequada, saudável e de qualidade.  

O evento reuniu em torno de mil pessoas, entre gestores, nutricionistas, merendeiras, agricultores familiares, pesquisadores e representantes da comunidade escolar. A programação incluiu a entrega de premiações e homenagens a ações voltadas à educação alimentar e nutricional, à participação social e ao incentivo à agricultura familiar, além de reconhecer as experiências que melhoram a alimentação oferecida nas escolas públicas. 

A primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva, que também é embaixadora da Alimentação Escolar Brasileira e Campeã da Boa Vontade da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) contra a fome, participou remotamente da cerimônia e destacou o protagonismo do Brasil na área da alimentação escolar.  

“Tenho muito orgulho de dizer que, quando o assunto é alimentação escolar, o Brasil lidera pelo exemplo. Eu sempre falo isto em todas as conversas internacionais e em todas as minhas falas nos eventos em que eu sou convidada a participar: ‘nós lideramos pelo exemplo na alimentação escolar’”.  

Na sequência, o secretário-executivo do MEC, Rodolfo Cabral, ressaltou o papel estratégico do PNAE na promoção da aprendizagem, da saúde e da inclusão social dos estudantes.  “O Programa Nacional da Alimentação Escolar, nosso PNAE, é um dos pilares desse esforço. É um programa que chega a todos os municípios brasileiros, dialoga com diferentes realidades e impacta diretamente a vida de milhões de estudantes”.  

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A presidente do FNDE, Fernanda Pacobahyba, ressaltou os avanços alcançados pelo PNAE nos últimos anos, resultado da prioridade dada pelo governo federal às áreas de segurança alimentar e educação. Ela recordou que a retomada das instâncias de participação social ligadas à alimentação escolar foi uma das primeiras medidas adotadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2023, reforçando a gestão participativa e o diálogo com a sociedade.  

“A alimentação escolar vai muito além da oferta de refeições. Ela representa cuidado, segurança alimentar, fortalecimento da agricultura familiar e compromisso com a permanência dos estudantes na escola. Cada avanço no PNAE reflete a prioridade que o governo federal tem dado à educação e à garantia de direitos”.  

Premiações  Foram premiadas as melhores receitas da alimentação escolar. A iniciativa valorizou o trabalho de merendeiras, merendeiros e nutricionistas, responsáveis pela alimentação dos estudantes da rede pública de ensino. Ao todo, 55 receitas foram premiadas em todo o país. Cada merendeira vencedora recebeu R$ 5 mil, enquanto as escolas contempladas receberam R$ 8 mil para investimentos em equipamentos e melhorias na infraestrutura das cozinhas escolares. 

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O Prêmio contou ainda com painéis sobre o papel da alimentação escolar no combate à má nutrição, à promoção da educação alimentar e nutricional e à participação social para garantir o direito à alimentação adequada. Além disso, houve uma discussão sobre os desafios e as perspectivas para o futuro da alimentação escolar brasileira. 

Educação alimentar  O evento também destacou a Jornada de Educação Alimentar e Nutricional (EAN). A ação incentiva escolas públicas de todo o país a desenvolverem atividades educativas que promovam hábitos alimentares saudáveis e fortaleçam a relação entre alimentação, educação e cidadania.  

Na 7ª edição, a Jornada mobilizou 2.838 escolas públicas de todo o país, das quais 817 concluíram todas as etapas previstas. Ao todo, 20 experiências foram selecionadas e receberão premiação de R$ 10 mil cada.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do FNDE

Fonte: Ministério da Educação

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