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MME destaca ações para impulsionar a cadeia de minerais críticos no Brasil com foco em sustentabilidade e segurança energética
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Durante o Seminário Internacional de Minerais Críticos & Estratégicos, realizado nessa quarta-feira (28/05), em Brasília, o Ministério de Minas e Energia (MME) apresentou suas ações e diretrizes voltadas ao mapeamento geológico, à pesquisa e à produção mineral, além de destacar iniciativas para ampliar oportunidades ao longo da cadeia de valor dos minerais estratégicos, fundamentais para a segurança e a transição energética.
O painel “Novas Vozes no Downstream para Minerais Críticos e Estratégicos”, promovido pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), contou com a moderação da Secretária Nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral Substituta, Ana Paula Lima Vieira Bittencourt. Ela detalhou as estratégias do MME para fortalecer o setor, destacando o papel do Brasil como ator relevante no cenário global da transição energética.
“O ministro Alexandre Silveira tem se empenhado fortemente nessa agenda, ampliando os esforços estratégicos do Brasil na área de minerais críticos, sempre com foco em um desenvolvimento sustentável, responsável e alinhado aos compromissos ambientais do país”, afirmou.
Ana Paula reforçou a legislação ambiental rigorosa e diretrizes governamentais brasileiras claras, que são inegociáveis nas premissas de sustentabilidade. “Isso é essencial para garantir que o desenvolvimento da produção mineral, especialmente em setores com maior impacto, seja feito com planejamento, mitigação de danos à sociedade e geração do máximo de valor”, disse a representante do MME.
O painel também contou com a participação de especialistas do setor, como Carlos Eduardo de Silva Braga Filho, presidente & EGM da Jervois Global Brasil; Constantine Karayannopoulos, consultor da Strategic Materials Advice – KloniI; Inga Petersen, diretora executiva da Global Battery Alliance; e Ronaldo Marinho Lasmar, gerente executivo de Comercial e P&D da Mineração Taboca.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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BRASIL
MEC Idiomas tem mais de 560 mil matrículas ativas
Criado para democratizar e ampliar o acesso ao ensino de línguas estrangeiras no Brasil, o MEC Idiomas atingiu a marca de 564 mil matrículas ativas. Totalmente gratuitos, o portal e o aplicativo oferecem aprendizagem bilíngue autoinstrucional do nível básico ao avançado e têm como objetivo ser o primeiro ponto de contato digital entre o estudante de línguas iniciante e o idioma de sua escolha, acompanhando seu aprendizado até níveis mais avançados. Do total de matriculados, 426,3 mil (75,6%) fazem aulas de inglês, enquanto os demais 137,7 mil (24,4%) participam de cursos de espanhol.
O portal e o aplicativo serão integrados ao ecossistema do Idiomas sem Fronteiras (IsF), compondo uma política de ensino multilíngue já consolidada. As aulas do MEC Idiomas estão organizadas em seis níveis (A1 a C2); e quatro a seis módulos por nível, cada um deles com dez a 15 aulas. Desde o lançamento, estão disponíveis cerca de 800 aulas. Diversas ferramentas podem ser acessadas pelos estudantes: teste de proficiência; trilha de aprendizagem (aula e reforço); teste ao fim dos módulos; fale e pratique; agente de inteligência artificial para dar apoio, tirar dúvidas e praticar conversação; e comunidades de aprendizado.
Entre as matrículas com idade informada, a maior concentração de estudantes está na faixa de 25 a 34 anos (198,3 mil matrículas), seguida por estudantes de 18 a 24 anos (145,3 mil) e de 35 a 44 anos (106,8 mil). Juntas, as faixas entre 18 e 34 anos concentram 61% das matrículas. Já em relação à distribuição por região, nas três primeiras posições, estão Sudeste, com 228,9 mil matrículas; Nordeste, com 126,2 mil matrículas; e Sul, com 55,8 mil matrículas. Quanto às unidades federativas, São Paulo lidera em número de matrículas, seguido por Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco.
Passo a passo para usar a plataforma:
- Acessar o MEC Idiomas via portal ou via aplicativo e fazer login com o Gov.br;
- Escolher o idioma que deseja aprender — inglês ou espanhol;
- Fazer o teste de proficiência, disponível na plataforma, que avalia o grau de conhecimento do estudante;
- Fazer os exercícios de fixação e de “gamificação”, ao final de cada aula, que incentivam o estudante a concluir aulas e módulos e passar de nível.
Rede IsF – O MEC Idiomas se integrará ao ecossistema da Rede Andifes – Idiomas sem Fronteiras (Rede IsF), uma política de ensino multilíngue já consolidada. A parceria permite à Rede IsF fortalecer a divulgação do ensino de línguas de forma gratuita e em rede nacional, envolvendo desde o acesso ao portal para a população brasileira, cursos específicos para a comunidade acadêmica e a oferta de cursos de especialização para a rede pública de ensino. A oferta dos cursos do IsF, que duram de um a três meses, acontece duas vezes ao ano. O objetivo da parceria é fortalecer o acesso a línguas estrangeiras, melhorar os índices de proficiência e estimular as produções científicas. Será disponibilizado R$ 1,68 milhão por ano para a iniciativa, que impactará 16 mil alunos por semestre.
As ações da Rede IsF têm como objetivo central desenvolver uma política linguística nacional para o ensino superior, fortalecendo a formação de professores de línguas estrangeiras e promovendo a capacitação linguística de estudantes, docentes e técnicos administrativos das instituições de ensino superior. Também contemplam a formação de estrangeiros em língua portuguesa e o apoio à capacitação de professores da educação básica.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)
Fonte: Ministério da Educação


