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MME e AGU firmam protocolo de intenções para dar continuidade a ações iniciadas com a Rede de Aprendizagem em Eficiência Energética
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O ministério de Minas e Energia (MME) e a Advocacia Geral da União (AGU) firmaram na sexta-feira (7/11) um Protocolo de Intenções para dar continuidade a ações relacionadas com a eficiência energética em edifícios públicos que foram desenvolvidas no projeto da Rede de Aprendizagem em Eficiência Energética da AGU – a RedEE AGU. O protocolo reconhece os resultados significativos alcançados ao longo da execução do projeto e abre caminho para o estabelecimento de novas colaborações sobre a temática no futuro. A cooperação com o órgão público foi a quinta experiência de colaboração em rede implementada no Brasil pelo MME.
Para a diretora de programa da secretaria Nacional de Transição Energética e Planejamento, Lorena Perim, a RedEE AGU combina gestão pública e inovação. “A RedEE AGU mostra como é importante termos uma política mais sólida de eficiência energética no país. O protocolo de intenções aqui assinado é o ponto de partida para novas oportunidades e projetos”, afirmou.
Durante o evento, foram divulgados os resultados da Rede de Aprendizagem, que em um período de 1 ano e 7 meses, registrou uma redução total de 81,6 MWh/ano no consumo de energia , o equivalente a uma economia de R$ 69.718,00. Com a adoção de fontes renováveis, os projetos já concluídos alcançaram uma geração fotovoltaica estimada em 288,3 MWh/ano, enquanto as iniciativas em fase de planejamento devem somar mais 115 MWh/ano.
A metodologia das RedEEs permite que o projeto seja replicado em diversos setores, e tenha uma capilaridade relevante entre as instituições que se deseja alcançar. No caso das edificações públicas, poderá ser uma ferramenta importante para permitir a implementação dos índices mínimos definidos para novas edificações no Brasil, recentemente definidos.
Além dos benefícios ambientais e financeiros para as instituições participantes, como a redução de emissões de gases do efeito estufa e gastos com energia, o projeto também valoriza os setores patrimonial e de manutenção, ampliando a cooperação intersetorial e fortalecendo a otimização do espaço público.
O projeto é desenvolvido em coordenação com a Cooperação Brasil-Alemanha, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, no âmbito do Projeto Sistemas de Energia do Futuro.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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BRASIL
Programa Selo Verde recebe contribuições sobre Requisitos de Avaliação da Conformidade para Sustentabilidade de Produtos e Serviços
Em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) colocou em consulta pública proposta de Requisitos de Avaliação da Conformidade (RAC) para sustentabilidade de produtos e serviços do Programa Selo Verde Brasil.
Até 18 de outubro, fabricantes, prestadores de serviços, entidades representativas, organismos de avaliação da conformidade, especialistas, instituições acadêmicas, consumidores, órgãos públicos e demais interessados podem analisar a proposta e apresentar sugestões, críticas e informações técnicas, por meio da plataforma Brasil Participativo.
O Selo Verde Brasil busca atestar de maneira confiável e verificável o desempenho de produtos e serviços em dimensões ambientais, sociais e de governança (ASG). A consulta pública é uma etapa fundamental de participação social, abrindo espaço para receber contribuições que permitam identificar oportunidades de aperfeiçoamento dos requisitos propostos, bem como de dificuldades de aplicação das regras, custos, riscos e impactos não previstos.
Assim, o Selo Verde amplia as oportunidades para os produtos brasileiros, ao estimular a redução dos impactos ambientais, a adoção de práticas circulares e o desenvolvimento de soluções mais inclusivas, contribuindo também para o fortalecimento das cadeias produtivas e o aumento da eficiência industrial.
Regras geral e específicas
O documento em consulta pública apresenta a regra geral, os procedimentos administrativos para a certificação e o padrão de identidade visual do Selo de Identificação da Conformidade. Entre os principais pontos estão a aplicação exclusiva a produtos e serviços nacionais; a adoção de um modelo de certificação com avaliação inicial, auditorias periódicas e recertificação; além da exigência de auditoria do Sistema de Gestão Ambiental baseada na ISO 14001 e verificações anuais para manter a conformidade com os requisitos do programa.
Além disso, o documento apresenta dois anexos de requisitos específicos. Nesta etapa, estão em análise os requisitos aplicáveis aos polímeros de eteno de fonte renovável e aos produtos fabricados a partir desses materiais, como embalagens, frascos, sacolas e outros produtos plásticos.
O texto em consulta pública foi elaborado pelo Inmetro em parceria com a Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria (SEV/MDIC) e representantes dos setores inicialmente priorizados pelo Comitê do Programa Os RAC serão a base para a concessão, a manutenção e a renovação da certificação do Selo Verde Brasil.
Os Requisitos de Avaliação da Conformidade complementam os requisitos previstos em normas técnicas e nos regulamentos gerais de avaliação da conformidade. Enquanto a norma define o que deve ser atendido, o regulamento determina como será verificado se esse atendimento ocorreu.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços



