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MME fortalece agenda de equidade rumo à COP30
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O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta quinta-feira (7/08), do evento Energia com Equidade: Mulheres no Centro da COP30 que busca reforçar o papel das mulheres na construção de uma transição energética mais justa e sustentável. A iniciativa marca um importante passo na mobilização de lideranças femininas do setor em direção à 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada ainda neste ano no Brasil.
A assessora especial do MME, Mariana Espécie, destacou a importância e a promoção da equidade de gênero nas políticas públicas de energia e clima. “Falar de transição energética justa é também falar de equidade de gênero. As mulheres têm um papel estratégico na construção de soluções mais inclusivas, porque vivenciam, em suas realidades, os impactos sociais da desigualdade energética. Ao fortalecer essas vozes, ampliamos as possibilidades de inovação e justiça. Esse evento é uma oportunidade de construirmos um caminho para que a COP30 leve ao mundo uma mensagem clara, de que nenhuma transformação será completa se não for feita com todas nós”, disse.
Durante o evento, foi apresentada a Carta das Mulheres da Energia para a COP30 que expressa o compromisso coletivo com a inclusão de gênero nas decisões estratégicas do setor energético e climático. O documento será levado à COP30 como um símbolo da união e da atuação propositiva das mulheres brasileiras na pauta da justiça climática.
A realização do evento faz parte das ações promovidas pelo Pacto Nacional pela Equidade de Gênero na Energia, firmado em 2004, que reúne 17 organizações e movimentos de mulheres do setor, representando mais de mil profissionais em todas as regiões do país. O Pacto busca ampliar a ocupação de espaços de decisão por mulheres, além de fomentar a troca de boas práticas e incentivar programas colaborativos com foco em inclusão, diversidade e justiça social.
Os presentes puderam acompanhar, ainda, painéis temáticos que debateram a importância de incorporar a perspectiva de gênero nas decisões estratégicas do setor. Participaram do evento especialistas, lideranças do setor energético e representantes de organizações nacionais e internacionais.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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BRASIL
Viaje por São Miguel das Missões (RS), um encontro com a história do Brasil
Entre igrejas de pedra, esculturas sacras e vestígios de construções que atravessaram séculos, São Miguel das Missões (RS) preserva um dos mais importantes sítios arqueológicos do Brasil. Reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial desde 1983, o local guarda as ruínas do antigo povoado de São Miguel Arcanjo, criado por missionários jesuítas e indígenas guaranis durante o período colonial.
Instalado entre os séculos 17 e 18, no território que hoje corresponde ao Brasil e à Argentina, o sítio integra um conjunto de antigas missões. Essas comunidades foram criadas pelos jesuítas para catequizar os povos guaranis, mas também funcionavam como centros de moradia, agricultura, educação, música, arte e produção artesanal.
Com o fim das missões, parte das construções foi abandonada e as ruínas preservadas hoje ajudam a contar essa história.
Reconhecimento
A Unesco reconheceu São Miguel das Missões por preservar o mais importante conjunto preservado das Missões Jesuítico-Guaranis no Brasil. As ruínas da Igreja de São Miguel Arcanjo, da praça central e de outras estruturas do antigo povoado ajudam a compreender como viviam indígenas guaranis e missionários jesuítas entre os séculos 17 e 18.
O sítio brasileiro integra um Patrimônio Mundial compartilhado com quatro antigas missões na Argentina, formando um dos mais importantes conjuntos históricos da América do Sul.
O que fazer
Entre os principais atrativos estão:
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Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo: principal atração da cidade, reúne as ruínas da antiga igreja, da torre e de construções que faziam parte do povoado missioneiro.
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Museu das Missões: apresenta imagens sacras, esculturas e objetos produzidos nas antigas missões, além de ajudar o visitante a entender a organização desses povoados.
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Espetáculo Som e Luz: realizado à noite, usa iluminação e narração para contar a história das Missões Jesuítico-Guaranis.
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Praça das Missões: em frente às ruínas, oferece uma das principais vistas do conjunto histórico.
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Artesanato missioneiro: produzido por artesãos da região, reúne peças inspiradas na cultura guarani e na história das missões.
Quem estiver de carro pode aproveitar a viagem para conhecer outros destinos da Rota das Missões, como Santo Ângelo, São João Batista e o Santuário do Caaró, que ajudam a compreender a história da presença jesuítica no Sul do Brasil.
Quando visitar
São Miguel das Missões pode ser visitada durante todo o ano. Entre outubro e maio, as temperaturas são mais altas e favorecem os passeios ao ar livre.
Entre os principais eventos estão:
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Espetáculo Som e Luz: realizado regularmente junto às ruínas.
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Réveillon nas Missões: com apresentações culturais.
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Semana Nacional dos Museus: com programação especial no Museu das Missões.
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Semana Farroupilha: celebrada em setembro, com atividades culturais em toda a região.
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Celebrações religiosas e eventos ligados à cultura missioneira: ao longo de todo o ano.
Como chegar
São Miguel das Missões está localizada na Região das Missões, no noroeste do Rio Grande do Sul. O acesso mais rápido é pelo Aeroporto Regional Sepé Tiaraju, em Santo Ângelo, a cerca de 50 quilômetros do município. A partir dali o trajeto pode ser feito de carro, ônibus ou traslado.
Também é possível chegar pelo Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Nesse caso, a viagem até São Miguel das Missões é feita por rodovia, em um percurso de aproximadamente 480 quilômetros.
Para quem viaja de carro, o principal acesso é pela BR-285, que liga a cidade a municípios da Região das Missões e a outras rodovias do estado.
Patrimônio Mundial
A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de valor universal excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.
O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.
Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo


