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MME participa de reunião internacional da OACI sobre combustíveis sustentáveis de aviação

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O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, entre os dias 27 e 31 de outubro de 2031, da segunda reunião do Grupo de Trabalho 5 (WG5) – Fuels Working Group – do Comitê de Proteção Ambiental da Aviação da Organização da Aviação Civil Internacional (CAEP/OACI), realizada em São Paulo (SP). O grupo é responsável por discutir questões técnicas relacionadas aos combustíveis de aviação, incluindo metodologias para análise dos Combustíveis Sustentáveis de Aviação (CORSIA SAF) e dos Combustíveis de Aviação de Baixo Carbono (CORSIA LCAF).

A reunião, que integra o 14º ciclo do comitê (CAEP/14), contou com cerca de 120 participantes de diversos países e entidades do setor. Foram debatidos mais de 40 documentos técnicos e informativos sobre avaliação de matérias-primas, rotas tecnológicas de produção e modelos de mensuração dos impactos e benefícios ambientais da adoção de combustíveis sustentáveis.

A presença do MME reforça o papel estratégico do Brasil no desenvolvimento e consolidação de políticas voltadas à transição energética e à descarbonização do transporte aéreo, um dos pilares da Lei do Combustível do Futuro (14.993/24). O ministério vem atuando em conjunto com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e diversos outros órgãos e instituições de pesquisa para ampliar a produção nacional de Combustíveis Sustentáveis de Aviação (SAF, na sigla em inglês) e consolidar o país como referência global nessa cadeia.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MEC divulga período de inscrições para o Observatório da Educação Inclusiva

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), divulgou o Edital Conjunto nº 6/2026 para a implementação do Observatório da Educação Inclusiva (Obeduc-EI). Docentes de instituições de ensino superior (IES) públicas de todo o Brasil poderão submeter propostas entre os dias 24 de agosto e 5 de outubro.

As propostas deverão ser enviadas exclusivamente por meio do Sistema de Inscrições da Capes. Informações sobre a submissão de propostas e o cronograma poderão ser obtidas pelo e-mail .

Os docentes interessados em encaminhar propostas deverão atender aos seguintes critérios:

  1. Ser docente doutor em efetivo exercício no magistério superior, integrante do quadro permanente de pessoal da instituição coordenadora;
  2. Estar credenciado como membro permanente em programa de pós-graduação stricto sensu em Educação ou em Ensino da instituição coordenadora, recomendado pela Capes;
  3. Possuir produção acadêmica e experiência comprovada em pesquisa na área de Educação Especial Inclusiva;
  4. Ter disponibilidade para ser o responsável pela coordenação da rede durante toda a vigência do projeto;
  5. Não estar inadimplente junto à Capes ou à Administração Pública Federal, com registro no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin) ou no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi).
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O Observatório da Educação Especial Inclusiva (Obeduc-EI) integra a Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva (Reneei) e tem como objetivos:

  • Apoiar a constituição de uma rede de IES públicas, de abrangência nacional e composição diversa, dedicada à Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (PNEEI) e às políticas públicas de Educação Especial Inclusiva nas três esferas de governo;
  • Produzir indicadores para o monitoramento e o aperfeiçoamento da PNEEI, incluindo indicadores de qualidade da oferta e da aprendizagem dos estudantes da educação especial, além de subsidiar as redes de ensino dos estados, dos municípios e do Distrito Federal com relatórios técnicos e pedagógicos sobre sua implementação;
  • Fomentar a construção de conhecimento multidisciplinar, com participação social, aplicado à Educação Especial Inclusiva e às políticas públicas relacionadas à área.

As bolsas serão implementadas pela Capes diretamente aos beneficiários, observando o valor global de R$ 8 milhões. A duração máxima da execução das atividades prevista na proposta é de 36 meses, exceto para a modalidade de pós-doutorado, cujo limite é de 24 mensalidades. Os valores de cada modalidade podem ser consultados no edital.

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi

Fonte: Ministério da Educação

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