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MME publica relatório anual de indicadores da Política de Conteúdo Local

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O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou, nesta terça-feira (22/04), em conjunto com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o Relatório Anual dos Indicadores para Acompanhamento da Política de Conteúdo Local. O documento reúne dados atualizados até 2023 sobre os investimentos realizados na indústria nacional de bens e serviços voltados à exploração e produção de petróleo e gás natural, permitindo uma avaliação técnica do desempenho da política e reforçando o compromisso com a transparência.

De acordo com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, o relatório é mais uma iniciativa que fortalece a governança pública no setor de petróleo e gás. “A transparência é fundamental para que a sociedade acompanhe a evolução das medidas adotadas por este Governo para retomar e ampliar os investimentos em conteúdo local, gerando emprego, renda e desenvolvimento para o país”, afirmou.

A publicação representa uma das entregas do Programa Potencializa E&P, lançado pelo MME para promover a dinamização do setor de exploração e produção no Brasil. Os dados apresentados no relatório foram coletados a partir dos Relatórios de Conteúdo Local e dos Relatórios de Gastos enviados pelas operadoras à ANP, e servem de base para os painéis dinâmicos públicos da agência, que também compõem o esforço de transparência da política.

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Entre os destaques do relatório estão os índices de conteúdo local alcançados por rodada de licitação, ano e modalidade (exploração e desenvolvimento), além do excedente gerado em relação aos compromissos contratuais. No total, nove indicadores foram analisados, com dados consolidados até 2023. Um dos pontos apontados pela ANP é a necessidade de modernização das ferramentas tecnológicas utilizadas no cálculo desses indicadores, de modo a permitir análises mais ágeis e detalhadas nas próximas edições. A expectativa é de que os dados referentes a 2024 sejam divulgados até o fim deste ano.

Além do monitoramento da política, o MME tem adotado uma série de medidas para o aprimoramento das ações de conteúdo local. Em 2023, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) elevou de 18% para 30% o índice mínimo de conteúdo local exigido para a perfuração de poços offshore. Outra iniciativa relevante foi a fixação, pela Lei nº 15.075/24, de um percentual mínimo de 50% de conteúdo local para navios-tanque produzidos no Brasil, como contrapartida ao incentivo da depreciação acelerada para embarcações empregadas na navegação de cabotagem e no apoio marítimo.

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Também foi regulamentada a possibilidade de transferência de excedentes de conteúdo local entre contratos em vigor, o que visa incentivar investimentos superiores aos mínimos obrigatórios. Já o Decreto nº 12.362 passou a permitir a negociação de índices mínimos de conteúdo local para a construção de Unidades Estacionárias de Produção em contratos da Rodada Zero, que originalmente não previam essa exigência.

A elaboração do relatório é resultado do trabalho conjunto da Secretaria Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do MME e da Superintendência de Conteúdo Local da ANP, no âmbito do Grupo de Trabalho instituído pela Portaria MME nº 21/2021. Criado a partir de recomendações da Controladoria-Geral da União, o grupo é o responsável por estabelecer os atuais indicadores técnicos de avaliação e vem conduzindo, desde então, um processo sistemático de acompanhamento da política.

Confira o relatório completo aqui.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Adesão à Comunidade da Primeira Infância termina sábado (15)

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Estados e municípios interessados em aderir à Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância têm até este sábado, 15 de agosto, para confirmar a participação por meio da assinatura de termo de adesão disponível no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). A comunidade foi criada para promover a articulação entre gestores públicos, incentivar a troca de experiências e oferecer apoio técnico na formulação, na execução e no monitoramento de políticas para a primeira infância.

No momento da adesão, cada ente federado deve informar os representantes que integrarão a comunidade. Eles deverão ser profissionais que atuam na liderança das políticas públicas destinadas à primeira infância em qualquer área e que exerçam a coordenação de ações em nível estratégico de governo. 

Eixos – A Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância está estruturada em dois eixos principais: 

  1. Pactuação e Articulação Federativa – Prevê a realização de oficinas, encontros técnicos e seminários destinados ao estudo, à análise e à discussão de iniciativas, projetos e programas voltados à primeira infância. O eixo também prevê ações de cooperação entre os entes federativos relacionadas às políticas públicas para a primeira infância.
  2. Desenvolvimento de Capacidades Institucionais – Contempla a criação de instrumentos de ação pública, protocolos, sistemas de informação, monitoramento e avaliação. Também estão previstas ações formativas e estratégias voltadas às atividades de gestão pública.
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Orientações para adesão

Municípios: 

  1. Prefeitos(as) devem acessar o Simec e assinar o termo de adesão; 
  2. Na plataforma, devem indicar os representantes titulares e suplentes do município, observando os quantitativos fixados na portaria;
  • Municípios com população de até 20 mil habitantes: indicar um gestor titular e respectivo suplente;    
  • Municípios com população superior a 20 mil e até 100 mil habitantes: indicar até dois gestores titulares e respectivos suplentes;    
  • Municípios com população superior a 100 mil habitantes: indicar até três gestores titulares e respectivos suplentes.  
  1. Finalizar o cadastro no Simec, clicando em “Finalizar e enviar”.  

Estados e Distrito Federal:  

  1. Assinar o termo de adesão enviado por e-mail para os gabinetes dos governadores; 
  2. Reunir as informações solicitadas via e-mail para o cadastro de dois representantes do estado na Comunidade e seus respectivos suplentes; 
  3. Enviar o termo de adesão assinado e as informações dos representantes para o e-mail .  

Em caso de dúvidas, o MEC disponibiliza o e-mail: .  

Comunidade nacional – A Comunidade Nacional da Primeira Infância reúne gestores responsáveis por políticas de primeira infância em todo o Brasil e tem como objetivo criar uma rede de cooperação entre a União, os estados, os municípios e o Distrito Federal.  

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Entre as atividades previstas estão a realização de seminários, oficinas, encontros técnicos, ações de formação e o desenvolvimento de instrumentos de gestão, monitoramento e avaliação. A proposta é voltada às questões relacionadas à governança das políticas públicas para a primeira infância e à articulação entre os diferentes níveis de governo.

Multimídia

 Ouça a matéria:

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI)

Fonte: Ministério da Educação

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