CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

MME realiza programação de ambientação para novos servidores

Publicados

BRASIL

Com o objetivo de acolher e integrar 30 novos servidores, aprovados no Concurso Nacional Unificado (CNU) de 2025, o Ministério de Minas e Energia (MME), por meio da Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas (CGGP), realizou a Programação de Ambientação, nesta quinta-feira (16/7). A iniciativa é voltada à apresentação da estrutura organizacional, das competências institucionais e dos principais processos de trabalho, contribuindo para uma integração qualificada ao serviço público.

A programação teve início com a apresentação institucional, que abordou a missão, visão e valores do MME, sua estrutura organizacional, as atribuições das unidades administrativas e o papel estratégico do ministério na formulação e implementação de políticas públicas para os setores de minas e energia.

Ao longo das atividades, os participantes receberam orientações sobre temas essenciais à vida funcional, como desenvolvimento profissional, saúde e qualidade de vida no trabalho, Programa de Gestão e Desempenho (PGD) e Plano de Desenvolvimento Individual (PDI). Também foram apresentadas explicações sobre estágio probatório, cadastro funcional, controle de frequência, benefícios, férias, licenças e demais procedimentos administrativos.

Ao reunir informações institucionais e orientações práticas, a ação contribuiu para a adaptação dos novos servidores ao ambiente de trabalho, fortalecendo o conhecimento sobre o funcionamento do ministério e favorecendo o desempenho de suas atribuições desde o início da trajetória no serviço público.

Leia Também:  MME amplia prazo de Portaria que permite condições diferenciadas para usinas termelétricas no SIN

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone:
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

Propaganda

BRASIL

Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino

Publicados

em

O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.  

Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade. 

O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.   

Leia Também:  Alexandre Silveira articula maior leilão de geração da história com economia de R$ 33 bilhões ao consumidor

As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.  

Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:  

Secretarias municipais 

2024 

2026 

Índices 

Brasil 

Brasil 

Geral 

26,6 

34,7 

Institucionalização 

38,7 

55,8 

Formação 

20,4 

28,7 

Gestão 

26,0 

27,0 

Material Didático 

31,1 

34,2 

Financiamento 

20,6 

39,9 

Avaliação e Monitoramento 

45,0 

60,2 

Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).  

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

Leia Também:  Ministro Luiz Marinho lança programa SEJA PRÓ+ Trabalho e Emprego em São Bernardo do Campo

As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.  

Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA