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MTE e Food for Thought Innovations tratam de capacitação e pesquisa sobre transição alimentar sustentável

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O CEO da Food for Thought Innovations, Navin Durbhakula, e a diretora de Políticas do Food for Thought Brazil Hub, Gabriela Bussi de Oliveira, em reunião com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, nesta segunda-feira (18) em Brasília apresentaram as iniciativas do hub brasileiro – uma extensão no Brasil da organização global sediada em Harvard – sobre capacitação e transição para sistemas alimentares de baixo carbono, especialmente à base de alimentos vegetais, e seus impactos no mercado de trabalho.

“Nosso objetivo é catalisar conexões que apoiem soluções inovadoras, respeitando pessoas, animais e meio ambiente”, explicou o CEO ao ministro, que estava acompanhado do secretário executivo do MTE, Chico Macena, e da subsecretária de Estatísticas e Estudos do Trabalho, Paula Montagner, na reunião. 

Luiz Marinho manifestou interesse na proposta apresentada pelo CEO da Food for Thought Innovations, que segundo destacou, “prevê parcerias com instituições como Serviço Nacional da Indústria (Senai), Embrapa e universidades, além de certificações profissionais para trabalhadores.”

Além da capacitação, Durbhakula salientou que a pesquisa poderia orientar políticas de requalificação profissional e abrir novas oportunidades de emprego. Segundo a diretora, Gabriela Bussi, a transição alimentar já é uma realidade e pode gerar milhões de postos de trabalho em áreas como proteínas alternativas, agricultura sustentável e biotecnologia. “O Brasil, com sua biodiversidade e tradição em inovação agrícola, tem papel estratégico nesse processo”, afirmou.

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Paula Montagner, responsável por estudos no mercado de trabalho no MTE, acentuou que “estudar os impactos da transição para sistemas alimentares sustentáveis é essencial para planejar políticas de capacitação profissional que beneficiem trabalhadores e o desenvolvimento do país”.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Paraná recebe projeto Defensoras Populares e conclui implementação da iniciativa em dez estados

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Curitiba, 27/6/2026 – O projeto Defensoras Populares será lançado neste sábado (27), em Curitiba (PR), marcando a conclusão do ciclo de implementação da iniciativa em dez estados brasileiros. Promovido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), o projeto fortalece a educação em direitos, amplia o acesso à Justiça e contribui para a prevenção da violência de gênero por meio da formação de lideranças femininas em seus territórios.

O projeto integra o programa Antes que Aconteça, da Secretaria Nacional de Acesso à Justiça (Saju), e o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio. Desenvolvido em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), tem como objetivo fortalecer redes comunitárias de proteção e ampliar o acesso das mulheres aos serviços de Justiça e assistência.

A cerimônia contará com a presença de deputadas federais, vereadoras, representantes do sistema de Justiça e do Governo Federal. Também participará da mesa de abertura a ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, reforçando o compromisso interinstitucional com o enfrentamento à violência contra as mulheres.

O lançamento ocorre em um contexto de agravamento da violência doméstica e familiar no estado. Segundo dados da Divisão de Polícia Especializada (DPE) da Polícia Civil do Paraná, mais de 70 mil denúncias foram registradas no último ano. No mesmo período, cerca de 32 mil medidas protetivas foram solicitadas. Embora os números tenham aumentado em relação ao ano anterior, especialistas apontam que esse crescimento também reflete uma maior disposição das vítimas em denunciar as agressões.

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Para a secretária nacional de Acesso à Justiça do MJSP, Sheila de Carvalho, os indicadores reforçam a necessidade de fortalecer as redes de proteção e garantir que as mulheres conheçam seus direitos e os mecanismos disponíveis para romper o ciclo da violência.

“A violência contra as mulheres não é um problema privado, é uma grave violação de direitos humanos que exige respostas coletivas e permanentes do Estado e da sociedade. O crescimento das denúncias também mostra que mais mulheres estão encontrando alternativas para pedir ajuda, e o projeto Defensoras Populares nasce justamente para ampliar esses caminhos, formando mulheres que se tornam pontes de informação, acolhimento e acesso à Justiça em suas comunidades”, afirma.

Com a conclusão da implementação nos dez estados contemplados, o projeto consolida uma estratégia nacional de prevenção baseada no fortalecimento de lideranças femininas, na promoção da cidadania e na construção de redes comunitárias capazes de identificar situações de violência, orientar mulheres sobre seus direitos e ampliar o acesso aos serviços de proteção.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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