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No Salão do Turismo, Núcleo do Conhecimento vai debater o desenvolvimento e o futuro do setor no Brasil
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O Salão do Turismo repetirá a fórmula de sucesso de anos anteriores e vai novamente promover, em sua 10ª edição – que acontece de 7 a 9 de maio, em Fortaleza (CE) –, o Núcleo do Conhecimento, ambiente dedicado a debates relevantes, que vão abordar temas sobre o desenvolvimento e o futuro do setor.
Serão dois espaços, com uma programação que inclui mais de 20 palestras, além de workshops e oficinas gratuitas. O conteúdo, de alto nível, vai servir para capacitar, qualificar e inspirar profissionais, estudantes e empreendedores do setor.
Toda a programação foi cuidadosamente pensada para atender todos os segmentos do turismo. Entre os temas que serão debatidos, estão:
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Patrimônio Cultural Imaterial como Indutor do Turismo de Experiência;
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Turismo na prática: como transformar experiência em renda, oportunidade e posicionamento global;
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Turismo Náutico;
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Tecnologias e IA aplicadas para as Políticas Públicas de Turismo;
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Turismo em Áreas Costeiras: Planejamento e Resiliência Climática;
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Turismo em Ação: Casos de Sucesso no Combate às Mudanças Climáticas.
“O Núcleo do Conhecimento é uma das áreas mais dinâmicas do Salão do Turismo, onde vamos debater diferentes temas, de vários segmentos. Teremos abordagens inovadoras, que, com certeza, farão a diferença para o desenvolvimento do setor em todo o país”, afirmou o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.
A sequência de palestras começa já às 14h de quinta-feira, 7 de maio, no primeiro dia do Salão do Turismo. Na sexta-feira (8) e no sábado (9) a programação começa às 10h.
O Salão
Pela primeira vez no Nordeste, o Salão do Turismo é organizado pelo Ministério do Turismo e vai reunir toda a cadeia produtiva do setor em um ambiente estratégico de promoção dos destinos nacionais, articulação e geração de negócios. O evento, que é gratuito e aberto ao público, acontece de 7 a 9 de maio, no Centro de Eventos do Ceará.
– Vai ao Salão? Saiba o que curtir em Fortaleza AQUI.
– Vai ao Salão? Saiba como chegar ao evento AQUI.
Financiamento
O Salão do Turismo deste ano também será palco da 2ª edição do “Brasil Mais Crédito para o Turismo”, que vai dar orientação técnica, esclarecimentos sobre linhas de financiamento e apoio para acesso ao crédito do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), que, inclusive, poderá ser contratado no ato. Mais informações neste link.
Capacitação inédita
Gestores, empresários, representantes do poder público, estudantes e profissionais que atuam no turismo brasileiro terão à disposição uma capacitação estratégica. A qualificação vai ocorrer durante o 3º Seminário Nacional de Regionalização do Turismo. Veja neste link.
Copa do Mundo
O Ministério do Turismo também vai promover um importante debate sobre os preparativos e avanços para a realização da Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027, que acontece no Brasil, entre os meses de junho e julho. Saiba mais aqui.
Ano Cultural Brasil-China
No dia 8, o Ministério do Turismo promove um seminário sobre o Ano Cultural Brasil-China 2026 – uma iniciativa conjunta entre os dois países para fortalecer os laços bilaterais por meio de eventos artísticos, acadêmicos e turísticos. O encontro vai reunir especialistas e representantes do setor com o objetivo de apresentar aspectos estratégicos do mercado chinês, incluindo conectividade, cultura, gastronomia, tecnologia e barreiras linguísticas. Saiba mais aqui.
Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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Escuta nacional sobre formação docente é ampliada até 29/5
O Ministério da Educação (MEC) ampliou até 29 de maio o prazo da Escuta Nacional sobre Formação Continuada, iniciativa que vai subsidiar a criação da Política Nacional de Formação Continuada dos Profissionais da Educação Básica Pública. Até o momento, 165.428 professores e diretores escolares já contribuíram com o questionário on-line.
A consulta pública está disponível no portal do MEC e pode ser respondida por professores e diretores da educação básica de todo o país. A participação dos profissionais é considerada fundamental para orientar a construção de uma política que dialogue com as necessidades reais das escolas e das redes de ensino.
O levantamento busca mapear como educadores avaliam a formação continuada, além de identificar as principais demandas formativas, prioridades e preferências dos profissionais da educação. As contribuições ajudarão o MEC a estruturar diretrizes e estratégias voltadas ao fortalecimento da formação ao longo da carreira docente.
Além das dimensões pedagógicas, a escuta também considera aspectos organizacionais relevantes, como processos decisórios, mecanismos de acreditação e financiamento, bem como a gestão do tempo e dos espaços destinados à formação nas redes de ensino. Ao possibilitar acesso a novos conhecimentos, metodologias e reflexões sobre a prática pedagógica, ela contribui para o aprimoramento do ambiente escolar e para a promoção da qualidade da educação pública.
Na prática, a formação continuada pode ocorrer por meio de cursos, oficinas, seminários e grupos de estudo, com diferentes durações e periodicidades. As atividades podem ser ofertadas tanto na modalidade presencial quanto a distância, de forma síncrona ou assíncrona, e conduzidas por formadores das próprias redes de ensino ou por universidades e instituições parceiras.
Nesse processo, o engajamento das redes de ensino é de extrema importância para ampliar a representatividade da escuta e consolidar uma base consistente de informações. A participação dos educadores fortalece a formulação de políticas públicas alinhadas às realidades dos territórios, das escolas e das comunidades escolares.
Contexto – Em pesquisa recente, demandada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), realizada entre janeiro de 2024 e maio de 2025, foram obtidos dados relativos a temas e metodologias de formação continuada ofertados por 23 estados da federação, incluídos os conteúdos, os espaços, a duração, os responsáveis pela formação e as práticas formativas. Adicionalmente, foram investigados os princípios orientadores da formação, a oferta para diferentes etapas do ciclo profissional e os mecanismos de acompanhamento e avaliação utilizados.
Embora os dados apontem para algumas tendências, o MEC quer ouvir professores e diretores escolares para assegurar que os próprios profissionais possam atuar como elementos estruturantes da nova política. A escuta qualificada, que tem como base as necessidades formativas oriundas do chão das escolas, permite valorizar os saberes dos sujeitos e fomentar o protagonismo profissional.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)
Fonte: Ministério da Educação
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