BRASIL
No Salão do Turismo, público poderá fazer uma viagem pelos sabores do Brasil
BRASIL
A 10ª edição do Salão do Turismo, que ocorre de 7 a 9 de maio, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza, vai oferecer uma verdadeira viagem pelos sabores do Brasil. Entre as diversas atrações do evento está uma enorme variedade de produtos alimentícios que serão levados pelos estados, revelando tradições, ingredientes locais e a identidade cultural de cada região.
Pela primeira vez no Nordeste, o Salão do Turismo é organizado pelo Ministério do Turismo (MTur) e vai reunir toda a cadeia produtiva do setor em um ambiente estratégico de promoção dos destinos nacionais, articulação e geração de negócios.
O público poderá conhecer e degustar itens que vão de doces artesanais a pratos típicos e bebidas regionais, vindos de todos os cantos do Brasil.
Estados como Acre e Amapá apostam em derivados de castanhas, chocolates e biscoitos, enquanto Rondônia levará opções como banana-da-terra frita, bombons regionais e geleias. Já Roraima destacará a tradicional damurida (caldo picante, tradicional da culinária indígena local, baseado em peixe, tucupi, chicória e uma forte mistura de pimentas), além da famosa paçoca de carne de sol.
O Nordeste se manifesta em sabores autênticos: das cocadas, sequilhos e cachaças de Alagoas, passando pelas geleias, biscoitos e bebidas típicas do Maranhão. Pernambuco levará doces artesanais como alfenins, cocadas e licores, enquanto o Rio Grande do Norte terá queijos, castanhas e bebidas. Sergipe complementa a festa com amendoim torrado e licores de frutas regionais, e a Paraíba leva cachaças de diversos sabores e castanhas carameladas.
A região Sudeste também marcará presença com produtos como doces, geleias e mel do Rio de Janeiro, além de cafés especiais e goiabinhas de São Paulo. No Sul, o Paraná destaca pratos tradicionais como o barreado e o entrevero de pinhão.
Já no Centro-Oeste, Goiás leva pratos marcantes como pamonhas, galinhada com pequi e doces com castanha de baru, enquanto o Distrito Federal aposta em cachaças e queijos artesanais. Tocantins apresenta, além da paçoca de carne de sol, cocada de babaçu e biscoitos típicos, reforçando a presença da culinária regional no evento.
Por região
Logo na entrada do Salão, os visitantes terão uma visão ampla e completa, com todos os estandes posicionados e divididos por macrorregiões. Nos espaços, além da culinária típica, os visitantes poderão vivenciar experiências, se informar sobre os principais atrativos turísticos e mergulhar na cultura local de cada estado e do Distrito Federal.
Todos os estandes dos estados serão padronizados, com uma área de 36 metros quadrados para cada unidade federativa, garantindo igualdade de exposição e reforçando a representatividade nacional no evento. Saiba mais aqui.
Financiamento
O Salão do Turismo deste ano também será palco da 2ª edição do “Brasil Mais Crédito para o Turismo”, que vai dar orientação técnica, esclarecimentos sobre linhas de financiamento e apoio para acesso ao crédito do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), que, inclusive, poderá ser contratado no ato. Mais informações neste link.
Capacitação inédita
Gestores, empresários, representantes do poder público, estudantes e profissionais que atuam no turismo brasileiro terão à disposição uma capacitação estratégica. A qualificação vai ocorrer durante o 3º Seminário Nacional de Regionalização do Turismo. Veja neste link.
Copa do Mundo
O Ministério do Turismo também vai promover um importante debate sobre os preparativos e avanços para a realização da Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027, que acontece no Brasil, entre os meses de junho e julho. Saiba mais aqui.
Ano Cultural Brasil-China
No dia 8, o MTur promove um seminário sobre o Ano Cultural Brasil-China 2026, uma iniciativa conjunta entre os dois países para fortalecer os laços bilaterais por meio de eventos artísticos, acadêmicos e turísticos. O encontro vai reunir especialistas e representantes do setor com o objetivo de apresentar aspectos estratégicos do mercado chinês, incluindo conectividade, cultura, gastronomia, tecnologia e barreiras linguísticas. Saiba mais aqui.
Núcleo do Conhecimento
O Salão do Turismo vai contar ainda com um ambiente dedicado a debates relevantes, que vão abordar temas sobre o desenvolvimento e o futuro do setor.
O Núcleo do Conhecimento vai contar com dois espaços e terá uma programação que inclui mais de 20 palestras, além de workshops e oficinas gratuitas. Esse conteúdo de alto nível vai servir para capacitar, qualificar e inspirar profissionais, estudantes e empreendedores do setor. Veja aqui.
Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
BRASIL
MDIC e CGU debatem sobre transparência e gestão de ativos intelectuais no setor público
A Secretaria de Competitividade e Política Regulatória (SCPR) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), realiza, no próximo 12 de maio, em Brasília (DF), evento voltado ao fortalecimento do registro e da mensuração de ativos de propriedade intelectual produzidos por Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs).
A iniciativa integra a Estratégia Nacional de Propriedade Intelectual (ENPI) e reforça a agenda do governo federal para ampliar a transparência, a governança e o uso estratégico das tecnologias desenvolvidas no setor público.
Para o secretário de Competitividade e Política Regulatória do MDIC, Pedro Ivo, organizar esses ativos é parte central da política de desenvolvimento. “O Brasil investe na geração de conhecimento e inovação. Precisamos garantir que esse ativo seja bem gerido, tenha transparência e gere resultado para a economia e para a sociedade”, afirmou.
Na prática, o debate trata de um tema central: como dar mais visibilidade às tecnologias criadas com recursos públicos e ampliar seu potencial de gerar inovação, parcerias e soluções concretas.
Transparência e melhor uso das tecnologias públicas
Grande parte das tecnologias desenvolvidas no Brasil nasce dentro de universidades, institutos de pesquisa e centros de inovação públicos, responsáveis por cerca de 30% das propriedades intelectuais geradas.
O desafio é garantir que essas tecnologias sejam bem registradas, acompanhadas e utilizadas de forma estratégica.
O evento vai discutir:
- como qualificar o registro dessas tecnologias
- como ampliar a transparência sobre seu uso
- como orientar decisões sobre sua aplicação
Do conhecimento à aplicação
Um dos pontos centrais do encontro é diferenciar dois processos importantes:
- valoração, quando a tecnologia recebe um preço para negociação com o setor privado
- mensuração, quando ela é registrada como patrimônio da instituição que a desenvolveu
Essa distinção contribui para uma gestão mais organizada e segura, facilitando parcerias e ampliando as chances de que essas inovações cheguem ao mercado.
Pedro Ivo também destacou o impacto direto na competitividade. “Quando organizamos melhor esses ativos, aumentamos a capacidade de transformar conhecimento em inovação, atrair investimentos e gerar emprego de qualidade”, disse.
Fortalecimento da inovação e da governança
Voltado a gestores de Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs), contadores e auditores internos, o encontro reforça o papel dessas áreas na organização e no aproveitamento das tecnologias produzidas.
A iniciativa também contribui para o desenvolvimento de uma agenda ainda pouco explorada no Brasil: a construção de conhecimento técnico sobre como registrar e acompanhar o valor das inovações públicas.
Ao avançar nessa agenda, o governo federal fortalece a governança, amplia a confiança nas instituições e potencializa o impacto econômico e social das tecnologias desenvolvidas com recursos públicos.
Serviço:
Evento: Estratégia Nacional de Propriedade Intelectual (ENPI) – Desafios de mensuração de PI por ICT pública
Data: 12 de maio
Local: Auditório Anadyr de Mendonça, Sede da CGU – Brasília (DF)
Horário: 9h às 12h20
Transmissão:
https://www.youtube.com/cguoficial
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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