BRASIL
Nono episódio do videocast “Diálogos da COP30” debate turismo de eventos e o protagonismo internacional do Brasil
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O Ministério do Turismo lançou o nono episódio do videocast “Diálogos da COP30”, desta vez com o tema “Turismo de eventos e o protagonismo internacional do Brasil”. A conversa reuniu especialistas que analisaram como grandes conferências, feiras e encontros internacionais — como a própria COP30 — impulsionam a economia, atraem investimentos e ampliam a presença do Brasil no cenário global.
Participaram do bate-papo Fabio Krieger, gerente de Competitividade do Sebrae Nacional; Jordana Saldanha, diretora-executiva na área da indústria; e Fábio Simonetti, da área de marketing do Ministério do Turismo. Ao longo da conversa, os convidados discutiram os efeitos positivos do turismo de eventos para a geração de negócios, a dinamização das cadeias produtivas e a qualificação dos destinos brasileiros para receber visitantes do mundo inteiro.
Os participantes também destacaram como a COP30 tem colocado o Brasil em evidência internacional, reforçando a capacidade do país de sediar encontros de alto nível e demonstrando o potencial de cidades como Belém para integrar o calendário mundial de eventos. O episódio abordou ainda a importância da articulação entre setor público, iniciativa privada e instituições de apoio ao empreendedorismo para fortalecer a competitividade e ampliar a oferta de experiências turísticas estruturadas.
O debate reforçou que o turismo de eventos é uma das principais portas de entrada para visitantes internacionais e um vetor estratégico para movimentar a economia, gerar renda e consolidar o Brasil como destino global.
O episódio está disponível no canal do Ministério do Turismo no YouTube. Acesse AQUI para assistir.
Por Fábio Marques
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
BRASIL
MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais
O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.
O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.
A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.
Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.
Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.
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