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Número de passageiros em voos domésticos e internacionais bate recorde histórico em janeiro

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O setor aéreo brasileiro inicia 2026 com novo recorde histórico na movimentação de passageiros em voos dentro do país. Ao longo de janeiro, as aeronaves em voos domésticos transportaram 9,4 milhões de viajantes pelo Brasil, melhor resultado mensal desde o início da série histórica, em janeiro de 2000. Os dados são do relatório de demanda e oferta da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

O segmento é um dos mais importantes da cadeia turística nacional, gerando oportunidades, emprego e renda para milhares de profissionais e conectando diversos destinos brasileiros.

O período analisado coincide com as férias de verão, momento em que, tradicionalmente, muitas famílias aproveitam para viajar. “O resultado da aviação doméstica mostra que os brasileiros estão viajando mais, conhecendo mais o próprio país e movimentando setores importantes do turismo nacional, como o próprio setor aéreo, hotelaria, transportes e alimentação. E é exatamente isso que desejamos: que as viagens sejam para todos os brasileiros e não apenas um luxo de uma parte da população”, celebra o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.

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Comparativamente, o aumento no número de passageiros voando pelo país foi 9,3% maior, em relação ao mesmo mês de 2025, quando a movimentação no transporte aéreo brasileiro atingiu 8,6 milhões de passageiros.

O Aeroporto Internacional de Guarulhos, no Estado de São Paulo, liderou o ranking, somando 2,7 milhões de passageiros, seguido pelo terminal de Congonhas, na capital paulista, que alcançou 2,1 milhões de viajantes. O terceiro lugar foi do Aeroporto de Brasília (DF), onde o número atingiu 1,3 milhões de pessoas.

O maior fluxo de passageiros entre os Estados foi registrado na rota São Paulo–Bahia, que liderou o ranking com 633 mil viajantes. Na sequência, aparecem as conexões entre São Paulo e Rio de Janeiro, com, aproximadamente, 600 mil passageiros, e São Paulo – Paraná, com 573 mil.

VOOS INTERNACIONAIS – A movimentação internacional também bateu o recorde histórico para o mês, com 3 milhões de passageiros apenas em janeiro. O valor equivale a 11% a mais, se comparado ao mesmo mês do ano anterior, quando o número foi de 2,7 milhões de pessoas.

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MOVIMENTAÇÃO NO CARNAVAL – A tendência de crescimento já está refletida, também, durante o Carnaval. O transporte aéreo brasileiro registrou um dos maiores movimentos da história durante a Folia de 2026. Segundo estimativas do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), de 13 e 18 de fevereiro, cerca 2,1 milhões de passageiros foram transportados de avião pelo país em voos domésticos e internacionais. O período compreende a sexta-feira que antecede o feriado e a quarta-feira de cinzas.

O volume, de acordo com a pasta de Portos e Aeroportos, representa um crescimento estimado entre 10% e 11% em relação ao Carnaval de 2025, quando foram registrados 1.888.609 passageiros no mesmo intervalo. Caso os números sejam confirmados após a consolidação final, prevista para março, este poderá ser o melhor desempenho do setor aéreo brasileiro para o período, segundo a série histórica da Anac, dos últimos 25 anos.

Por Marco Guimarães

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino

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O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.  

Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade. 

O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.   

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As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.  

Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:  

Secretarias municipais 

2024 

2026 

Índices 

Brasil 

Brasil 

Geral 

26,6 

34,7 

Institucionalização 

38,7 

55,8 

Formação 

20,4 

28,7 

Gestão 

26,0 

27,0 

Material Didático 

31,1 

34,2 

Financiamento 

20,6 

39,9 

Avaliação e Monitoramento 

45,0 

60,2 

Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).  

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

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As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.  

Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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